Legale Educacional

Legale Educacional A autoridade em Direito há +20 anos.
🎓 +500 mil alunos formados por mestres e juízes.
🏆 Top 3 no Reclame Aqui. Junte-se aos !
(512)

No Direito Privado, um detalhe na fundamentação separa a vitória da improcedência. Pequenos deslizes técnicos costumam c...
27/09/2026

No Direito Privado, um detalhe na fundamentação separa a vitória da improcedência. Pequenos deslizes técnicos costumam custar caro — e muitas vezes só são percebidos na hora em que a sentença é publicada.

Relembre três pontos críticos que não podem passar batidos na rotina forense:

1. **Desconsideração da PJ por culpa grave:** desde a Lei 13.874/19 (Declaração de Direitos de Liberdade Econômica), o art. 50 do Código Civil passou a exigir o dolo específico para a caracterização do desvio de finalidade. A mera culpa — ainda que grave — não é suficiente.

2. **Onerosidade excessiva em contrato já executado:** a teoria da imprevisão e a revisão contratual via art. 478 do CC aplicam-se estritamente aos contratos de execução continuada ou diferida. Prestação já cumprida não se desfaz por essa via.

3. **Execução de promissória prescrita:** ultrapassado o prazo prescricional de 3 anos para a ação de execução, insistir na via executiva leva à extinção do processo. O caminho correto passa a ser a via monitória.

Qual desses deslizes você mais vê na prática jurídica — ou quase deixou passar? Conta aqui nos comentários.

Legale Educacional.

O Direito Privado não é nicho — é a espinha dorsal do contencioso no Brasil.Apenas no TJSP, são mais de 30 milhões de aç...
26/09/2026

O Direito Privado não é nicho — é a espinha dorsal do contencioso no Brasil.

Apenas no TJSP, são mais de 30 milhões de ações cíveis em tramitação. Conflitos contratuais, títulos de crédito, responsabilidade civil, disputas societárias e cobranças dominam as varas e exigem soluções rápidas e assertivas.

Quem domina o Direito Civil e Empresarial não precisa esperar uma oportunidade específica surgir: atua diretamente onde o volume é massivo e a demanda por bons profissionais é ininterrupta.

A questão é: a sua prática jurídica está pronta para absorver esse volume com técnica e diferenciação?

Deixe nos comentários: qual área do Direito Privado tem demandado mais tempo da sua atuação hoje?

25/09/2026

Holding familiar não é fórmula mágica. Três pontos críticos que muitos deixam passar antes de estruturar para o cliente — e que viram problema no inventário:

Dívidas anteriores não somem: Bens integralizados com passivo pré-existente podem ser caracterizados como fraude contra credores (art. 158 do CC). A operação pode ser anulada judicialmente pelo credor.

Holding não substitui testamento: Sem testamento e acordo de cotistas, a distribuição segue a ordem legal de sucessão. Destinar percentuais específicos a determinados herdeiros exige instrumentos complementares alinhados.

Imóvel hipotecado exige anuência: Integralizar bem gravado com hipoteca sem o aval expresso da instituição financeira não impede a execução da garantia sobre o imóvel, mesmo sob o CNPJ.

Planejamento sucessório consistente opera em tripé: holding + testamento + acordo de cotistas. A ausência de qualquer um deles fragiliza a proteção pretendida pelo cliente.

Salve este conteúdo para consultar antes de estruturar seu próximo caso.

24/09/2026

Cliente com nota promissória vencida no escritório? Revise estes 4 pontos antes de agir:

Princípios: O título vale o que está escrito (literalidade) e circula livre da causa de origem (abstração e autonomia).

Duplicata sem aceite: Só executa com comprovante de entrega da mercadoria/serviço + protesto.

Aval vs. Fiança: O aval é autônomo. O avalista responde mesmo se a obrigação principal for anulada.

Prazos fatais (LUG):

Protesto para garantir o regresso contra endossantes: 1 dia útil após o vencimento.

Prescrição da execução: 3 anos contra o emitente; 1 ano (do protesto) contra endossantes.

Perdeu o prazo de protesto? Perdeu o regresso, mas ainda cabe execução contra o emitente.

Salve este checklist para consultar rápido no dia a dia do escritório.

21/09/2026

STJ (15/09/2026): Em situação específica, é possível retirar o sobrenome do pai do registro civil.

O entendimento foi divulgado no Informativo 901 do STJ. No caso julgado pela 3ª Turma, a exclusão do patronímico paterno foi autorizada após familiares praticarem um crime contra o cônjuge da autora, configurando justo motivo ligado à sua realidade familiar e aos direitos da personalidade (Lei 14.382/2022).

Atenção: a medida é excepcional, depende do contexto concreto e não desfaz o vínculo de filiação.

Se você atua com Direito de Família ou Registral, salve este post para consultar quando surgir um caso semelhante!

Mais de 50 milhões de imóveis no Brasil vivem na informalidade: sem escritura definitiva, sem registro em cartório ou co...
19/09/2026

Mais de 50 milhões de imóveis no Brasil vivem na informalidade: sem escritura definitiva, sem registro em cartório ou com matrícula desatualizada.

A regularização imobiliária não é uma área restrita ou de nicho. Trata-se da maior demanda jurídica latente do país. Por trás de cada número existe uma família buscando segurança patrimonial e um mercado gigantesco aberto para quem domina os instrumentos práticos do setor — da usucapião extrajudicial à REURB.

Quem se especializa nessa frente não depende de litígios demorados e constrói uma carteira sólida e rentável.

Você já atendeu algum cliente com imóvel irregular no escritório? Qual foi o maior obstáculo prático que você enfrentou para resolver o caso? Conte aqui nos comentários.

A maioria dos advogados não perde clientes por falta de esforço, mas por não dominar os instrumentos que o mercado mais ...
19/09/2026

A maioria dos advogados não perde clientes por falta de esforço, mas por não dominar os instrumentos que o mercado mais precisa no momento.

Saber redigir contratos de compra e venda não basta quando chegam demandas de REURB, usucapião em cartório, direito real de laje ou a adjudicação compulsória da Lei 14.382/22. O Brasil conta com dezenas de milhões de imóveis irregulares — e quase todo inventário, partilha ou compra de imóvel esbarra nessa lacuna.

O curso foi estruturado para a sua rotina prática:

100% online: estude nos seus intervalos, sem prazos rígidos de acesso.

Acessível: planos flexíveis de 6 ou 12 meses.

Retorno imediato: um único caso bem conduzido supera qualquer investimento.

Ainda tem dúvida se essa formação encaixa no seu momento profissional? Comente aqui embaixo a sua maior dúvida que eu te respondo pessoalmente para te orientar.

Matrículas abertas pelo link da bio.

18/09/2026

O contrato de gaveta produz efeitos entre as partes, mas não substitui a transferência do imóvel no cartório.

Conforme a posição do STJ, o registro do compromisso de compra e venda não é pré-requisito para a adjudicação compulsória. Pela via extrajudicial, o artigo 216-B da Lei de Registros Públicos (Lei 6.015/73) permite forçar a outorga da escritura quando há quitação comprovada. Contudo, a ausência de um contrato hígido não transforma o caso automaticamente em usucapião. Cada situação exige o diagnóstico correto dos fatos.

Salva esse conteúdo para consultar no próximo caso de contrato de gaveta que chegar ao escritório.

17/09/2026

Quer separar juridicamente dois imóveis sobrepostos do mesmo terreno?

O Direito Real de Laje, previsto no artigo 1.510-A do Código Civil (incluído pela Lei 13.465/2017), permite abrir uma matrícula autônoma no Cartório de Imóveis para a construção superior. Diferente do condomínio, onde cada proprietário tem uma fração ideal do solo, a laje ganha existência própria e pode ser vendida, doada ou hipotecada de forma independente.

O erro que mais faz o cartório recusar o registro é tentar constituir a laje sem antes averbar a construção base na matrícula do terreno. Sem a base regularizada, a laje não pode ser registrada.

Salva esse conteúdo para consultar na próxima vez que atender um caso de imóvel sobreposto.

15/09/2026

Quatro irmãos herdaram um terreno, mas um deles se recusa a vender. O que fazer nessa situação? 🤔

No quadro Pergunta ao Professor, o Prof. Durval Salge Jr. explica quais caminhos jurídicos podem ser adotados dependendo das características do imóvel:

Imóvel divisível: cabe a Ação de Divisão e Demarcação de Terras Particulares. O terreno é desmembrado em quatro partes: o irmão que não quer vender mantém sua cota e os demais podem comercializar seus respectivos lotes.

Imóvel indivisível (ou apartamento/módulo mínimo legal): quando a divisão física não for permitida pela legislação, a solução é a Ação de Extinção de Condomínio. Nesse caso, o bem vai a leilão judicial e o valor arrecadado é partilhado entre os herdeiros.

Conhece alguém passando por essa dor de cabeça na partilha de bens? Compartilhe este conteúdo! 📲

Endereço

Rua Da Consolação, 65
São Paulo, SP
01302-000

Notificações

Seja o primeiro recebendo as novidades e nos deixe lhe enviar um e-mail quando Legale Educacional posta notícias e promoções. Seu endereço de e-mail não será usado com qualquer outro objetivo, e pode cancelar a inscrição em qualquer momento.

Entre Em Contato Com A Escola/colégio

Envie uma mensagem para Legale Educacional:

Atalhos

Compartilhar

Categoria