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Enrico Fermi não foi apenas um físico extraordinário, mas também um excelente professor. Ele foi apreciado e respeitado ...
19/08/2026

Enrico Fermi não foi apenas um físico extraordinário, mas também um excelente professor. Ele foi apreciado e respeitado por cada aluno por sua forma quase seraf**a de explicar os assuntos mais difíceis. Fermi durante suas aulas não tinha um livro de texto como referência, como muitos outros professores, mas apenas preparava meticulosamente notas que usava para reduzir um problema à sua essência e conduziu o público em geral, passo a passo, à solução.

Em geral, Fermi era uma pessoa que não se importava em observar alunos que não entendiam imediatamente uma passagem ou um conceito que para ele poderia ser considerado como dado. Seu colega e colaborador, Valentine Telegdi, que se tornaria o primeiro Professor de Física de Enrico Fermi na Universidade de Chicago (nascido para homenagear o físico italiano após sua morte), escreveu que "se Fermi tivesse que repetir uma explicação, parecia derivar duas vezes o prazer dela".

Quanto à estima que os alunos sentiam por Fermi, o físico americano Harold Agnew contou um episódio que ocorreu na primavera de '54. Ele ouviu um barulho estrondo vindo do Departamento de Física da Universidade de Chicago e, juntamente com um agente de segurança do campus, correu para ver o que estava acontecendo. Abrindo a porta, os dois encontraram cem alunos de pé lá, aplaudindo e celebrando Fermi, após o que ele concluiu a última aula do semestre. Parece que nunca houve tanta confusão como naquela ocasião.

Enrico Fermi non era solo un fisico straordinario, ma anche un eccellente insegnante. Era apprezzato e stimato da ogni studente per il suo modo, quasi serafico, di spiegare gli argomenti più ostici. Fermi durante le sue lezioni non aveva un testo di riferimento, come molti altri professori, ma solo appunti meticolosamente preparati che usava per ridurre un problema alla sua essenza e guidava tutta la platea, passo dopo passo, alla soluzione.

In generale Fermi era una persona che non provava fastidio nell'osservare gli studenti che non capivano nell'immediato un passaggio o un concetto che per lui poteva essere scontato. Il suo collega e collaboratore Valentine Telegdi, che diventarà il primo Enrico Fermi Professor of Physics dell'Università di Chicago (carica nata per omaggiare il fisico italiano dopo la sua dipartita), scrisse che "se Fermi doveva ripetere una spiegazione sembrava trarne il doppio del piacere".

In merito alla stima che gli studenti provavano per Fermi, il fisico americano Harold Agnew raccontò un episodio avvenuto nella primavera del '54. Sentì un frastuono provenire dal Dipartimento di Fisica dell' Università di Chicago e, insieme a un agente di sicurezza del campus, si precipitò a vedere cosa fosse successo. Spalancata la porta, i due trovarono un centinaio di studenti in piedi che applaudivano e celebravano Fermi, dopo che questo aveva concluso l' ultima lezione del semestre. Sembra che non ci fosse mai stata una tale confusione come in quell'occasione.

Imagine ouvir a conversa entre Albert Einstein e Irène Joliot-Curie. Os dois laureados com o Prêmio Nobel se encontraram...
18/08/2026

Imagine ouvir a conversa entre Albert Einstein e Irène Joliot-Curie. Os dois laureados com o Prêmio Nobel se encontraram em março de 1948 na casa de Einstein em Princeton, Nova Jersey.

14/08/2026

Um bando de águas-vivas voltou a interromper a produção da usina nuclear de Gravelines, no norte da França, praticamente um ano depois de um episódio semelhante atingir a mesma central.
Três dos seis reatores da unidade foram temporariamente desligados após uma grande quantidade de animais chegar ao sistema responsável pela captação de água do mar.

O reator 1 teve a produção reduzida pela metade como precaução, enquanto o cinco já estava parado para manutenção. O seis continuou funcionando. Em comunicado ao Greenpeace, a EDF, responsável pela central, afirma que o episódio não representou risco para a segurança das instalações, dos trabalhadores ou do meio ambiente.

Gravelines f**a próxima ao Mar do Norte e utiliza água captada por um canal para resfriar sistemas da central. Antes de chegar às instalações, a água passa por estruturas que impedem a entrada de organismos e detritos. Quando milhares de águas-vivas aparecem ao mesmo tempo, os animais podem se acumular nos filtros e reduzir o fluxo de água.

A queda na capacidade de captação pode levar à redução da potência ou ao desligamento preventivo dos reatores. A invasão não signif**a que as águas-vivas tenham entrado no núcleo ou provocado diretamente uma falha nuclear.
Após os primeiros sinais da chegada dos animais, embarcações de pesca foram mobilizadas. Caminhões com sistemas de sucção também ajudaram na retirada das águas-vivas acumuladas.

O caso chama atenção porque a central enfrentou uma situação muito parecida entre 10 e 11 de agosto de 2025. Na ocasião, uma chegada “maciça e repentina” de águas-vivas obstruiu parcialmente os sistemas de filtragem.

Quatro reatores se desligaram automaticamente. Como os outros dois estavam em manutenção, toda a central ficou temporariamente sem produzir eletricidade. A EDF também informou, na época, que não houve consequências para a segurança nuclear.

Depois da ocorrência de 2025, a operadora instalou câmeras nos sistemas de filtragem e no canal de entrada de água, além de treinar equipes para responder rapidamente a novas invasões.

➡ Leia a notícia completa nos stories ou no metropoles.com

📸 Magnific

Em 1955, no Laboratório Nacional de Argonne, nos Estados Unidos, cientistas utilizavam um engenhoso veículo blindado móv...
14/08/2026

Em 1955, no Laboratório Nacional de Argonne, nos Estados Unidos, cientistas utilizavam um engenhoso veículo blindado móvel de 4,5 toneladas para se aproximarem de um ciclotron ativo de 254 toneladas. Equipado com um escudo de chumbo de 10 cm de espessura e uma janela de vidro plumbífero, o operador empregava pinças montadas em esferas para remover um objeto de alumínio tornado radioativo por bombardeio de partículas alfa de 45 MeV. O sistema de locomoção do veículo utilizava motores de rodas controlados de forma independente, permitindo manobras semelhantes à direção de um tanque de guerra.

Pesquisadores da colaboração BESIII revelam que a exótica partícula X(2370) tem como componente dominante uma glueball, estrutura formada puramente por glúons.

Uma partícula exótica subatômica procurada pela física há quase 50 anos ganhou a evidência experimental mais forte até o...
14/08/2026

Uma partícula exótica subatômica procurada pela física há quase 50 anos ganhou a evidência experimental mais forte até o momento. Pesquisadores da colaboração internacional BESIII concluíram que a partícula X(2370), observada em um acelerador na China, tem como componente dominante uma glueball — uma estrutura teórica formada exclusivamente por glúons, as partículas mediadoras da força nuclear forte. O avanço foi apresentado em 6 de agosto durante a Conferência Internacional de Física de Altas Energias (ICHEP 2026), realizada no Brasil, com o estudo detalhado disponibilizado como preprint no repositório arXiv.

Como o histórico eclipse de 1919 em Sobral e Príncipe comprovou a teoria de Einstein e sua recriação moderna no eclipse de 2026.

Há 107 anos, o célebre experimento idealizado pelo astrônomo britânico Arthur Eddington utilizou um eclipse solar total ...
14/08/2026

Há 107 anos, o célebre experimento idealizado pelo astrônomo britânico Arthur Eddington utilizou um eclipse solar total para fornecer a primeira evidência experimental conclusiva da Teoria da Relatividade Geral de Albert Einstein. Ao comparar fotos tiradas durante o eclipse na cidade brasileira de Sobral (CE) e na ilha de Príncipe com mapas estelares conhecidos, a equipe provou que a gravidade do Sol curva a luz de estrelas distantes. Durante o eclipse solar total de agosto de 2026, visível na Islândia, Espanha e Ártico, cientistas e estudantes recriam o famoso teste para homenagear e divulgar a física moderna.

Pesquisadores da colaboração STAR, usando dados do acelerador RHIC, trazem evidências experimentais de que a "junção bariônica" de glúons carrega o número bariônico.

Um novo recorde de longa distância para o entrelaçamento de duas memórias quânticas pode nos aproximar ainda mais de uma...
14/08/2026

Um novo recorde de longa distância para o entrelaçamento de duas memórias quânticas pode nos aproximar ainda mais de uma internet quântica.

Usando um comprimento de onda de luz que viaja com mais eficiência através de cabos de fibra óptica e um novo método para estabilizar a fase da luz, pesquisadores conseguiram entrelaçar dois nós de memória quântica, cada um uma nuvem de átomos resfriados a laser, a uma distância de 420 quilômetros — mais de quatro vezes maior que o recorde anterior.

Leia o estudo na Physical Review Letters: https://go.aps.org/4c2ogN1

Pesquisadores da colaboração STAR, usando dados do acelerador RHIC, trazem evidências experimentais de que a "junção bariônica" de glúons carrega o número bariônico.

Uma regra básica de contagem na física estabelece que, sempre que uma colisão cria um bárion (como um próton ou nêutron,...
14/08/2026

Uma regra básica de contagem na física estabelece que, sempre que uma colisão cria um bárion (como um próton ou nêutron, formado por três quarks), ela deve gerar simultaneamente um antibárion correspondente, garantindo que a quantidade de matéria nuclear no universo seja fixa — a chamada "conservação do número bariônico". Durante décadas, os livros didáticos ensinaram que cada quark carrega um número bariônico de 1/3. Contudo, um estudo publicado na revista Science e conduzido pela colaboração STAR no acelerador RHIC sugere que essa propriedade fundamental pode não residir nos quarks, mas sim em um aglomerado de glúons conhecido como "junção bariônica".

Conheça os detalhes da descoberta do pósitron por Carl David Anderson no Instituto de Technology da Califórnia (Caltech) e o início da era da antimatéria.

Em 2 de agosto de 1932, o físico Carl David Anderson realizou uma das descobertas mais revolucionárias da história da ci...
14/08/2026

Em 2 de agosto de 1932, o físico Carl David Anderson realizou uma das descobertas mais revolucionárias da história da ciência ao identif**ar o pósitron ($e^+$), a primeira evidência direta da existência de antimatéria. Trabalhando no terceiro andar do Laboratório Aeronáutico Guggenheim (GALCIT) do Instituto de Tecnologia da Califórnia (Caltech), Anderson utilizou uma câmara de nuvens envolta por um ímã e uma placa de chumbo para registrar a trajetória de raios cósmicos. O feito lhe rendeu o Prêmio Nobel de Física em 1936, tornando-o o americano mais jovem a receber a honraria.

Estudo publicado na Physical Review Letters detalha o marco histórico no alcance de fibras ópticas para redes quânticas e computação distribuída.

Endereço

Praça Da Liberdade
São Paulo, SP
01503010

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