10/02/2024
Domingo dia 04/02/2024 na nossa reunião mensal da Moradia contamos com a presença de Regina Luna da Cozinha da Re Luna e Renato Rocha do Coletivo Dedoverde que nos presentearam com uma Palestra de Segurança Nutricional e Alimentar com degustação do pão sem queijo, Mamis Poderosa presente 😍
06/12/2023
Confraternização 2023 gratidão a todos que colaboraram
27/08/2020
Continuamos nesta marcha! Amar sem arma! A paz nos espera desarmados, com a alma plena e em silêncio.
da semana 💭: 9ª Caminhada pela Vida e pela Paz - Amar é desarmar.
Armar ou desarmar?
No dia 02 de novembro de 2004 os moradores do Jardim Ângela e região foram mais uma vez às ruas. E durante a 9ª caminhada pela Vida e Pela Paz, as vozes e passos que cruzavam as ruas até o Cemitério São Luiz só podiam ter uma resposta à esta pergunta, e ela era a favor do desarmamento.
Em 1996 os distritos do Jd. Ângela, Capão Redondo e Jardim São Luís eram conhecidos juntos como “Triângulo da morte”. O alto número de homicídios nesta região de periferia da cidade de São Paulo, onde diversas mães perdiam seus filhos diariamente em mortes por armas de fogo, não podia ser naturalizado. E mais ainda: não era possível que novos atos legais facilitassem ainda mais o armamento, colocando constantemente em risco a vida da população.
Infelizmente, é isto o que tem acontecido durante o governo do presidente Jair Bolsonaro com decretos e atos do executivo federal que têm facilitado cada vez mais os registros de posse e porte de arma no país. Não à toa, têm sido cada vez mais frequentes as notícias relatando tragédias fatais envolvendo armas.
Desarmar é prezar pela segurança coletiva. É garantir que menos desses instrumentos letais estarão circulando e possam parar nas mãos do crime organizado. É evitar que mais mulheres possam ser vítimas de feminicídios em um país onde a arma de fogo é o principal instrumento usado nesse crime. (Lembrando que, em 2019, o distrito do Capão Redondo foi o que mais registrou ocorrências de violência contra a mulher e muitas vezes, a agressão antecede a morte).
16 anos depois, a pauta desta caminhada segue sendo urgente. E pela vida e pela paz, mais uma vez nossas vozes seguem levantadas.
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Martha Gaudêncio é moradora da região do Santa Júlia, Itapecerica da Serra. Estudante de Políticas Públicas na UFABC, coordena a pastoral Fé e Cidadania e faz parte da Cáritas da paróquia Jesus de Nazaré. Também é estagiária do Instituto Sou da Paz e membro da equipe de comunicação da Rede Ubuntu - Educação Popular.
Foto: CDHEP - Centro de Direitos Humanos e Educação Popular de Campo Limpo.
20/08/2020
Quanta história de nossas quebradas...
Salve, galera! sai mais um da semana, agora sobre a 8ª Caminhada pela Vida e pela Paz:
"Art. 196. A saúde é direito de todos e dever do Estado, garantido mediante políticas sociais e econômicas que visem à redução do risco de doença e de outros agravos e ao acesso universal e igualitário às ações e serviços para sua promoção, proteção e recuperação". A Constituição Federal do Brasil teoriza que a saúde é um direito de todos e dever do Estado. Sabemos, porém, que essas e outras garantias básicas continuam no plano teórico quando "todos" não engloba a periferia, haja vista a ausência de equipamentos públicos de saúde na quebrada.
Em 2003, no Jardim Ângela, a 8ª Caminhada pela Vida e pela Paz clamava pelo direito à saúde através da exigência de um hospital na região! Mais que um simples equipamento de saúde, essa reivindicação foi um apelo à vida e à inclusão da periferia no que a Constituição define como "todos", algo negligenciado pela negação desses e outros direitos básicos. Fatalmente, ainda faltava mais para que de fato a construção do hospital fosse feita, e isso tardou cerca de 5 anos, pois só em 2008 o hospital foi inaugurado. A luta popular em torno da reivindicação foi uma longa CAMINHADA, que se iniciou a partir da própria quebrada organizada, e realmente não podia ser de outro jeito, já que, sabemos, a periferia não pertence ao "todos" explícito na Constituição.
Em 2020, o mundo enfrenta uma pandemia causada pelo novo coronavírus. A quebrada, mais uma vez, sofre as piores consequências desse desastre. Até agora, o hospital já realizou mais de 3000 internações causadas pelo vírus, e a gente sabe bem que apesar de tudo isso ainda não há muito o que comemorar. Ainda assim, cabe a pergunta: o que seria da nossa quebrada, nesse cenário de pandemia, sem um equipamento desse? Pois bem, a periferia sempre enfrentou as mais adversas situações sem ele, e se não fosse a luta popular, certamente, a pandemia seria mais uma dessas situações.
A mobilização social na quebrada existe, resiste e precisa ser resgatada. A periferia sabe quais são suas demandas e sabe também exigi-las. Não há nada no nosso território que possa ser construído sem nós. Não há nada sobre nós sem nós. Nós, a periferia!
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Saulo Vilanova é morador do Morro do Índio. Estudante de Letras pela Universidade de São Paulo (USP), atua como professor e coordenador na Rede Ubuntu - Educação Popular, integra o Sarau Apoema - Jardim Ângela e o Centro de Memória das Lutas Populares Ana Dias.
Foto: CDHEP - Centro de Direitos Humanos e Educação Popular de Campo Limpo.
13/07/2020
A AMJCBA faz parte desta história! 🤜🤛
Em 02 de novembro de 1997, a 2ª Caminhada pela Vida e pela Paz ocupa as ruas de Jardim Ângela, Jardim São Luiz e Capão Redondo. Esse grande ato comunitário e solidário sai, naquele ano, nos jornais da época, como em O Estadão.
A busca pelo fim da violência na região considerada como a mais perigosa do mundo, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU), traz às ruas mais de 3 mil pessoas que, juntas, tornaram esse dia um momento de chamado e de visibilidade das nossas vidas, de jovens, periféricos e pobres, reafirmando nosso direto à vida, à dignidade e à paz.
Deixamos as palavras de Maria de L. Cruz, dona de casa presente nessa caminhada e que foi entrevistada pelo jornal: "Quando ouço tiros de madrugada e meus filhos estão fora de casa, fico desesperada. Assisti ao sofrimento de uma vizinha que perdeu o filho e sei como o movimento é importante"
Assim, que não esqueçamos das nossas lutas e como, em conjunto, podemos causar mudanças extraordinárias.
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Vitória Viana é moradora do Jardim São Luís, atuando como educadora e coordenadora da Rede Ubuntu - Educação Popular, como também estudante e integrante do Centro de Memória das Lutas Populares Ana Dias.
25/01/2020
Hoje vamos de Parabéns Senhor Presidente, parceria com a COOHABRAS !
22/01/2020
Vamos assinar pessoal!
Os Técnicos de Som e Luz dos CEUs estão tendo seus contratos rescindidos , sem que tivessem sido previamente avisados .
O Evandro e o Beto ( Técnicos do Casa Blanca ) elaboraram essa petição, na tentativa de sensibilizar os envolvidos da importância destes profissionais...
Aos que puderem assinar : muito obrigada!
By Regiana Paixão
Ajude Sirlene A. a conseguir mais assinaturas
Pelo retorno imediato dos Profissionais Técnicos de Som e Iluminação nos Teatros e espaços dos CEUs (Centros Educacionais Unificados) de SP.A Secretaria Municipal de Educação de SP não Renovou os Contratos com as Empresas responsáveis pela contratação dos Técnicos de Som e Iluminação no...
22/01/2020
Vamos nos ligar nas oportunidades que nossa comunidade oferece. Bons estudos à todes!
Aproveite está oportunidade
04/01/2020
Primeiro espetáculo do ano, com alunos do
Coral Feitiço!
23/12/2019
Natal Mágico!
Último espetáculo do ano!
Educação e cultura uma combinação necessária!
Obrigada a todos os parceiros!
Que 2020 podemos estar juntos!