19/06/2026
No G5, figura humana e movimento se estudam com as mãos na argila. Ela não obedece de imediato: exige força, ajuste, tentativa. Entre a intenção e o material, existe uma negociação necessária para que a criança aprenda a insistir.
**PraCegoVer:** Crianças pequenas modelando argila em mesas cobertas de papel kraft. Mãos sujas de barro, esculturas em diferentes estágios, rolos e pedaços de argila espalhados. Expressões de concentração e descoberta. Ambiente externo com luz natural.
18/06/2026
Memórias que contam histórias
No 2º ano, os estudos sobre as fontes históricas ganharam vida em um projeto muito especial: o Museu das Memórias. A partir de objetos escolhidos pelas próprias crianças, investigamos histórias, lembranças e experiências que ajudam a contar as trajetórias das famílias e a compreender o passado.
Hoje, o mini museu ficou aberto durante os recreios, permitindo que estudantes de outras turmas também conhecessem as histórias por trás de cada objeto e percebessem como as memórias podem ser preservadas e compartilhadas.
Aprender História é, também, aprender a ouvir, valorizar e cuidar das histórias que nos constituem.
**ativa
17/06/2026
No G3, um buquê cheio de cores e texturas chega como material de estudo. As crianças tocam, cheiram e examinam cada flor de perto. Depois registram o que observaram no papel.
A roda de flores é um dos momentos mais esperados do percurso no G3.
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PraCegoVer: Crianças pequenas em volta de arranjos coloridos com flores variadas — gérberas, lírios, alstromérias, girassóis. Algumas tocam e exploram as flores, outras sentadas à mesa desenham com caneta e aquarela. Ambiente de sala de aula com produções fixadas na parede ao fundo.
16/06/2026
Aprender uma língua também acontece nos pequenos encontros do dia a dia.
No projeto Live and Learn, o inglês ganha vida em experiências reais, nas quais a comunicação surge de forma natural e signif**ativa. Hoje, durante um almoço compartilhado, as crianças exploraram palavras, expressões e ações ligadas a esse momento de convivência, ampliando seu repertório enquanto brincavam, conversavam e interagiam.
**ativa
PraCegoVer: Crianças almoçam e conversam com a professora em mesa com toalha xadrez rosa e branca, em espaço coberto da escola decorado com bandeirinhas laranja.
13/06/2026
Entre bandeirinhas, cantorias, danças e sorrisos, nossa Festa Junina foi, mais uma vez, um bonito encontro de afetos.
Na Educação Infantil, celebramos muito mais do que uma tradição: vivemos a alegria de estarmos juntos, fortalecendo os laços que unem crianças, famílias e escola. Em cada brincadeira, em cada apresentação e em cada abraço compartilhado, a cultura popular ganhou vida pelas mãos e pelos olhares curiosos das crianças.
Que bom poder cultivar memórias, pertencimento e encantamento em comunidade, valorizando as raízes que nos conectam e as histórias que seguimos construindo juntos.
Viva a cultura popular, viva os encontros e viva a nossa Festa Junina!
09/06/2026
Projeto antirracista com a Inaperê, um programa de acolhimento e gestão de conflitos conduzido pelos próprios estudantes com a psicóloga escolar, e novidades na comunicação da escola. Foi isso que estava na pauta da última assembleia geral do Fundamental 2.
O 5º ano participou como vivência: um primeiro contato com os rituais e a cultura que os esperam no ano que vem.
**PraCegoVer:** Grupo grande de estudantes adolescentes sentados em roda em uma sala ampla com parede amarela. Alguns com a mão levantada. Coordenação e diretoria sentadas junto ao grupo. Ambiente de escuta e participação ativa.
08/06/2026
Copa e consciência: estudantes do Integral da unidade Caiubi criaram uma caixa coletora para receber os liners das figurinhas.
O liner é o papel que f**a no álbum depois que a figurinha é colada. Parece papel comum, mas precisa de um processo específico de reciclagem e não vai para a coleta tradicional.
Responsabilidade e ação coletiva fazem parte da rotina da Bakhita.
**PraCegoVer:** Caixa de papelão forrada com papel kraft, com a frase "Deposite seus liners aqui" escrita à mão e uma bandeira do Brasil desenhada. Nos cantos, grupos de liners colados como decoração. A caixa está apoiada em uma bancada de madeira, com jardim ao fundo.
03/06/2026
Os 1º anos passaram o semestre investigando o próprio corpo. Estudaram contaminação, higiene bucal, as partes e divisões do corpo humano e as digitais, observando que cada uma carrega uma identidade diferente.
Na Mostra, cada grupo apresentou seu experimento para as famílias com clareza e propriedade. A riqueza das produções e a segurança com que falaram demonstram um aprendizado sólido, construído pela experiência, pela investigação e pelo registro.
PraCegoVer: Alunos do 1º ano apresentando experimentos sobre o corpo humano para as famílias durante a Mostra de Ciências, com painéis de registro e retratos das crianças em tamanho real ao fundo.
01/06/2026
No meio da pesquisa sobre o Sistema Solar, os 5º anos se depararam com uma provocação: quem são as mulheres que contribuíram para o conhecimento científico que estudamos hoje?
A pergunta entrou no projeto como faz com qualquer boa questão científ**a: abriu pesquisa, gerou descobertas e ampliou o olhar sobre o que signif**a fazer ciência.
Os conteúdos são o ponto de partida. O que se quer formar é um estudante que sabe questionar, contextualizar e ocupar seu lugar no mundo com maturidade.
PraCegoVer: Alunos dos 5º anos apresentando maquetes do sistema solar e painéis de pesquisa para famílias durante a Mostra de Ciências da Escola Bakhita. Ao fundo, painéis com pesquisas sobre mulheres cientistas pendurados na parede.
30/05/2026
Mostra de Ciências Ensino Fundamental
O prazer de investigar, produzir e comunicar
A ciência nasce da curiosidade. Nas perguntas que inquietam, nas observações que despertam novas descobertas e na vontade de compreender o mundo com mais profundidade.
Na Mostra de Ciências do Ensino Fundamental, nossos estudantes compartilham percursos de investigação construídos ao longo do ano, exercitando não apenas a produção de conhecimentos, mas também a comunicação científ**a, o trabalho colaborativo e o protagonismo em seus processos de aprendizagem.
Mais do que apresentar resultados, a Mostra revela um caminho de descobertas, registros, experimentações, hipóteses e reflexões. É um espaço de encontro, troca e ampliação das aprendizagens, onde o conhecimento ganha sentido ao ser compartilhado com a comunidade.