19/05/2026
A trajetória das casas tradicionais de madeira em Curitiba
As casas de madeira marcaram a formação urbana e cultural de Curitiba desde o fim do século XIX, reunindo técnicas construtivas de imigrantes e saberes locais. O artigo discute como essas edificações, apesar de seu valor identitário, foram afastadas do centro urbano e seguem desaparecendo da paisagem da cidade.
Veja mais em “Patrimônio Esquecido: As casas tradicionais de madeira no espaço urbano de Curitiba”:
https://revistas.usp.br/cpc/pt_BR/article/view/226180/220626
Imagem: Casa na Vila da Madeira situada no bairro Atuba,2023.
Fonte: Autora Núbia Parol.
28/04/2026
Patrimônio natural: o que está mudando nas políticas de preservação?
Nas últimas décadas, as políticas federais de proteção de áreas naturais de interesse cultural passaram por mudanças importantes. O estudo analisa como essas transformações impactam o reconhecimento e a proteção desses espaços, levantando questões sobre o lugar do patrimônio natural nas decisões públicas. Uma leitura instigante para quem acompanha os debates sobre meio ambiente e preservação no Brasil.
Veja mais em “O ajuste autorizado do patrimônio natural: uma análise das práticas federais de proteção de áreas naturais de interesse cultural”:
https://revistas.usp.br/cpc/pt_BR/article/view/227030/220625
Imagem: Parque Nacional da Serra da Capivara, Piauí.
Fonte: Wikimedia Commons
13/04/2026
Curitiba: passado e futuro no mesmo espaço
A criação do Setor Histórico de Curitiba transformou o centro da cidade e abriu debates sobre preservação, desenvolvimento e memória urbana. Entre avanços e conflitos, o caso mostra como decisões urbanísticas moldam não só os espaços, mas também as histórias que permanecem.
Veja mais em “O lugar do patrimônio no planejamento urbano de Curitiba (PR): instrumentos e conflitos na revitalização do setor histórico”:
https://revistas.usp.br/cpc/pt_BR/article/view/226054/220624
Imagem: Demolição do casario para a abertura da via Estrutural Norte
Fonte: Casa da Memória/DPC/FCC.
06/04/2026
O jardineiro e o jardim histórico: cuidado, prática e patrimônio
O artigo discute o papel do jardineiro na preservação dos jardins históricos, destacando como saberes, práticas e cuidados cotidianos também integram o valor patrimonial desses espaços. A reflexão propõe compreender o jardineiro não apenas como executor de um ofício, mas como parte fundamental na continuidade e salvaguarda do jardim como bem cultural.
Veja mais em “O jardineiro e a indissociabilidade entre materialidade e imaterialidade no jardim histórico”:
https://revistas.usp.br/cpc/pt_BR/article/view/232237/220622
Imagem: Jardim de Bagh-e Shahzadeh-e Mahan com jardineiro na base da escadaria.
Fonte: Tehran Times, 2022.
30/03/2026
Grafite, cidade e patrimônio: conflitos no espaço urbano
As autoras Larizza Andrade, Nadja de Carvalho e Patrícia Areas, discutem neste artigo, as tensões entre arte urbana e preservação cultural em São Paulo, tomando como caso o apagamento de grafites na Avenida 23 de Maio, em 2017. A partir da análise de documento do Departamento do Patrimônio Histórico de São Paulo, o estudo examina como o poder público interpreta e enquadra expressões urbanas, como o grafite, no campo do patrimônio cultural.
Veja mais em “Grafite Mural e Patrimônio cultural em São Paulo”:
https://revistas.usp.br/cpc/pt_BR/article/view/216863/220994
Imagem: Mural de 680 metros, Avenida 23 de Maio em São Paulo.
Fonte: Wikimedia Commons, 2017.
23/03/2026
Quando a sociedade entra em cena: associações e a defesa do patrimônio cultural.
O artigo analisa a atuação do Grupo Pró-Évora, em Évora, e da Associação Muralha, em Guimarães, destacando como iniciativas da sociedade civil participam da preservação do patrimônio cultural em Portugal. A pesquisa discute estratégias, desafios e o papel do associativismo na valorização e defesa desses bens.
Veja mais em “A participação da sociedade civil no campo do patrimônio cultural: a experiência das organizações portuguesas Pró-Évora e muralha”:
https://revistas.usp.br/cpc/pt_BR/article/view/230812/220620
Imagem: Paisagem central de Évora
Fonte: Autora Manuela Ilha Silva, 2023.
17/03/2026
Casa Amarela: entre história, ocupações e novos significados
O artigo de Marina Brandão, analisa a trajetória da Casa Amarela, na Rua da Consolação, em São Paulo, hoje reconhecida como patrimônio cultural municipal. O estudo observa as mudanças no uso do imóvel ao longo do tempo — de residência no início do século XX a espaço de ocupação cultural — e discute como essas transformações podem contribuir para reflexões sobre sua preservação e possíveis ações de restauração.
Veja mais em “Ocupar o patrimônio: apropriações presentes e restaurações possíveis para a “Casa Amarela”, da rua consolação, em São Paulo:
https://revistas.usp.br/cpc/pt_BR/article/view/226284/220619
Imagem: Vista geral da Casa, na Rua Consolação. Fotografia: Marina Brandão,2024.
Fonte: Autora Marina Brandão, 2024.
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02/02/2026
A arquitetura moderna é mais do que beleza: é tecnologia e história!
Patrícia Cavalcante Cordeiro da Universidade Federal do Rio de Janeiro, propõe um novo olhar sobre o Edifício Jorge Machado Moreira, na UFRJ (Rio de Janeiro). O objetivo é mostrar que, para preservar prédios modernos, não basta olhar para o "lado artístico" — é preciso entender profundamente os materiais de que eles são feitos, como as famosas lajotinhas cerâmicas.
Veja mais em “Edifício Jorge Machado Moreira: inventário da materialidade como estratégia para preservação”:
https://revistas.usp.br/cpc/article/view/225915/211609
Imagem: Fotografia aérea do edifício Jorge Machado Moreira com os jardins,1965,
Fonte: Núcleo de Pesquisa e Documentação, FAU UFR.
29/01/2026
Fachadas que falam: os segredos da arquitetura em João Pessoa!
Você sabia que os enfeites nos prédios antigos não são só "decoração"? Neste artigo os autores Gabriel Madruga e Ivan Filho, mergulham no Centro Histórico de João Pessoa para desvendar os símbolos do Tribunal de Justiça e da Loja Maçônica Branca Dias. O objetivo é mostrar como a arquitetura foi usada para "modernizar" a cidade no início da República. É a história da Paraíba escrita nas paredes!
Veja mais em “Vitrines da modernidade: simbolismo de ornamentos em edificações ecléticas na cidade de Parahyba, Brasil”:
https://revistas.usp.br/cpc/article/view/215560/211610
Imagem: Loja Maçônica Branca Dias, João Pessoa – PB.
Fonte: Autores, Gabriel de Oliveira Madruga e Ivan Cavalcanti Filho.
28/01/2026
A Vila Belga mudou de cor: tendência ou perda de identidade?
O artigo de Manuela Ilha Silva da Universidade Federal da Bahia, analisa a reforma feita em 2012 na histórica Vila Belga, em Santa Maria (RS). O objetivo é questionar o uso de cores vibrantes nas casas, que seguiu uma moda de outros centros históricos brasileiros, mas ignorou os registros originais do local. Essa escolha acabou criando um contraste artificial com a paisagem da cidade, priorizando tendências externas em vez de reforçar a verdadeira história e os valores da região.
Veja mais em “Tratamento de superfícies na Vila Belga: Escolhas, impactos e relações com a paisagem urbana central de Santa Maria (RS):
https://revistas.usp.br/cpc/article/view/208061/211611
Imagem: Registros da Vila Belga após a intervenção.
Fonte: Prefeitura Municipal de Santa Maria, 2012.
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