13/08/2022
Correr, arritmia, Holter/ECG.
O exercício beneficia o corpo, a mente e o coração. Mas, a cautela é importante para não gerar problemas, passando o limiar do benefício!
Na presença de sintomas (“palpitação”), devemos parar e avaliar o risco cardiovascular. O médico inicia a avaliação pelo eletrocardiograma (ECG), como falamos em post anterior, o qual pode mostrar alterações básicas. Contudo o ECG mostra poucos batimentos e, a avaliação diária pelo Holter se faz necessária.
Ao Holter, observamos o número de batidas em 24 hs (quase 100.000); A variação da frequência cardíaca; se presente bradicardia ou taquicardia, e nestas qual o tempo de duração e em qual período do dia.
Avalia principalmente, a presença de extra-sístoles atriais (ESSV- mais benignas) e as ventriculares (ESV), e na presença destas o grau de importância:
• Se < 1%, (mais comum) ou > 1% mais presentes e maior o risco.
• Quanto ao aparecimento, sendo isoladas, se bigeminadas (1 alterada e uma normal), pareadas (duas alteradas), ou taquicardia (mais que 3 seguidas).
• Na presença de pausas de batimentos, e outras alterações.
Muitas vezes temos relatos de arritmias, mas sem correlação com achados ao ECG. Enfim, é importante para o profissional da área da saúde e/ou educador físico, saber orientar seu aluno ou paciente a procurar objetivar sua queixa com avaliação médica adequada.
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