Floreie-se

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Floreie-se é um lugar de acolhimento para mulheres que sofrem na relação consigo mesma.

Aqui u te ajudo a se conectar com o seu corpo e autoimagem através das suas emoções, ciclo menstrual e identidade para desabrochar do amor próprio.

03/09/2024

Conhecer nossa história não como uma linha reta, mas como elo de conexão com o que somos essencialmente e com os nossos ciclos é LIBERTADOR!

Poder explorar nossa sabedoria interna através do ciclo menstrual para expandir o papel maternal, social e profissional promove mais segurança, leveza e criatividade.

Infelizmente não somos encorajadas a falar, pensar ou vivenciar o nosso ciclo como uma ferramenta de autoconhecimento e conexão com o próprio corpo, pelo contrário, desde a infância somos incentivadas a odiar nossa natureza e a esconder nossas vulnerabilidades.

Olhar para o meu ciclo me ajudou a refletir sobre como as “estações” que de cada fase influencia no meu jeito de lidar com os desafios familiares.

Foi por aí que consegui ampliar minha visão sobre autoestima e autocuidado e criar um novo padrão para a minha saúde mental e física.

Photos from Floreie-se's post 01/09/2024

A orientação parental pode te ajudar aliviar seu coração daquelas pequenas angústias do dia a dia, sabe? Tipo quando seu filho não quer comer nada ou só come o mesmo sempre, entende? É aquele tipo de colo que você tenta encontrar na sua família, mas que nem sempre ela sabe ou está pronta para te oferecer. É um jeito de você não se sentir sozinha quando as coisas parecerem insuportáveis aí dentro de você.

Se precisar, estou aqui!

Photos from Floreie-se's post 30/08/2024

Nós mães, temos um poder enorme de influenciar as preferências alimentares dos nossos filhos, mas também carregamos uma sacolinha de culpa que interfere bastante na aceitação de novos alimentos.

Quando a criança recusa um alimento, nem sempre é porque ela deixou realmente de gostar, mas porque ela quer e às vezes até precisa testar os próprios limites.

Se a gente “cai na armadilha” de só oferecer o que é fácil e gostoso para os nossos pequenos, o processo de aceitação alimentar f**a muito mais complexo. Então o melhor caminho é JAMAIS deixar de oferecer aquele alimento e abusar da criatividade na apresentação e preparo.

Para aprender a gostar de outros sabores e texturas, a criança precisa ser ENCORAJADA a se aventurar em novos alimentos.

28/08/2024

Com o tempo a gente aprende a colocar ela num bolso furado, mas até lá a bichinha faz tanto dodói na gente, né! Me diz, como você lida com esse sentimento?

Photos from Floreie-se's post 26/08/2024

COMER É EMOCIONAL o que muda são os tipos de emoções (positivas ou negativas) que cultivamos em torno da comida.

24/08/2024

A explosão emocional, também conhecida como BIRRA é comum em crianças, mas não exclusiva, adultos também fazem birra com frequência!

Quando não sabemos lidar com alguma emoção como a frustração, raiva ou medo, por exemplo, o bichinho da birra pode aparecer e ter uma reação um tanto desproporcional. É normal!

Costumo dizer que as crianças têm direito a fazer birras até que possam aprender a identif**ar seus sentimentos e usar as ferramentas adequadas para lidar com as emoções. E isso, só um adulto responsivo, amoroso e consciente consegue ensinar.

Nosso papel como pais e adultos responsáveis é exatamente esse: oferecer ferramentas, apoio e acolhimento aos nossos filhos, inclusive naquele momento desafiador da BIRRA, seja lá qual for o que tenha despertado a bichinha!

Às vezes isso pode parecer difícil porque não aprendemos lidar com a birra em casa, na escola, na chuva, na fazendo ou numa casinha de sapê. Mas existem outros caminhos na contramão da VIOLÊNCIA para acolher e educar nossas crianças. Um deles é simplesmente tomar consciência de que o seu filho ainda está aprendendo a lidar com as próprias emoções.

Foto: birra linda do Joca (haha) que não queria ir embora do parquinho mesmo cansado, com fome e sono.

Photos from Floreie-se's post 22/08/2024

Você não faz ideia do quanto esse medo pode impactar a relação dos nossos filhos com a comida. Você já pensou nisso?

Definir a quantidade de comida que nossos filhos devem comer pode contribuir para uma desconexão com os sinais reais de fome e saciedade.

Sei que pode parecer confuso, mesmo porque estamos acostumados com esse modo padrão de pensar sobre a comida, mas quem sabe melhor sobre o tamanho da sua fome, por exemplo, é você e o mesmo fale para o seu filho.

Nosso papel como pais e responsáveis pela alimentação dos nossos filhos é:

1) Definir os momentos das refeições das crianças respeitando suas necessidades individuais.

2) Oferecer alimentos de qualidade com segurança e respeito aos limites da criança.

3) Garantir que o ambiente e momentos das refeições sejam tranquilos ao mesmo tempo que despertem o interesse e a curiosidade da criança pela comida.

20/08/2024

Já te falei que isso aqui é sobre o meu amor pelos meus bebês, né?

Sei que já faz um tempo que eles não são mais tão bebês assim, mas tudo que faço gira em torno do meu amor pelos meus pequenos.

Às vezes mergulho num mar de dúvidas terríveis sobre essa coisa toda de empreender sozinha para viver a vida que desejo ao lado dos meus filhos TODOS OS DIAS, inclusive hoje e não só lá no tal do futuro. Mas quando olho para eles a dúvida f**a pequenininha até desaparecer, daí reabasteço meu bolso de esperanças novamente.

18/08/2024

Sim, é possível mudar!

O que muitas vezes impede a mudança são as barreiras que a gente mesma coloca na frente do desejo e dos movimentos necessários para transformar aquilo que nos incomoda e machuca. Acreditar que você errou o suficiente para desistir da alimentação do seu filho, por exemplo, é a maior “pedra” de todas.

16/08/2024

Claro que existe, O SEU!

Você é a maior especialista no seu filho, ninguém entende mais ele do que você. Mas às vezes a gente erra e resolve guardar o erro na sacolinha da culpa. Me diz, que mãe não carrega uma?

A gente vive errando, mas tenho certeza de que toda vez que você erra, está TENTANDO ACERTAR, estou certa?

Não existe uma fórmula mágica ou uma receita pronta de soluções instantâneas para ajudar a gente enfrentar os “perrengues” da maternidade, mas podemos aprender ser apoio, paz e acolhimento para os nossos filhos a cada novo desafio.

Photos from Floreie-se's post 12/08/2024

Você pode até me dizer que ouviu isso a sua infância inteira e que não pereceu por isso, mas sei que no ouvir isso machuca.

Comer também é um ato social e emocional. Tudo que ouvimos e sentimos ao comer, as lembranças que temos dos momentos das refeições em família, do ambiente onde comemos e das conversas ao redor da mesa, influenciam a nossa relação com o nosso corpo e autoimagem.

Frases como esta, ditas repetidas vezes, têm um impacto emocional muito grande, principalmente na infância, quando ainda estamos aprendendo a comer.

06/08/2024

Fiquei off por aqui para curtir as férias com a minha bagunça mais gostosa da minha vida: minha família!

Em um único mês, fizemos tantas coisas juntos que o tempo passou rapidinho.🥰

Ahhh que MENTIRA, eu estava contando os minutos para acabar com o drama dos pequenos! 😛

É gostoso demais poder passar mais tempo com nossos filhos, mas desconfio que para eles não é bem por aí. Pelo menos por aqui, a ansiedade para reencontrar os amigos da escola era tão grande, que às vezes eu sentia que estava lidando com dois T-Rex 🦖 🦖 famintos!

Eles desejavam tanto estar com a turminha, que às vezes meu coração f**ava pequenininho. E não é porque a mamãe não dava atenção, carinho e colo, mas porque para eles os amigos são os verdadeiros heróis e nesse espaço não existe massinha purpurinada que preencha!

Com a rotina retomando para aquele estado de equilíbrio e com eles menos ansiosos, acho que estou até respirando melhor. Saber que eles estão num lugar onde gostam de estar e rodeados de pessoinhas queridas traz um quentinho especial no coração, né? 😉

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