20/07/2021
É com muita, muita alegria que compartilho a Programação de 2022 do nosso clube de leitura .
Confira em primeira mão:
📙 Janeiro: “Eu, Tituba: bruxa negra de Salem”, de Maryse Condé.
📕Fevereiro: “O quarto de Giovanni”, de James Baldwin.
📓Março: “A vegetariana”, de Han Kang.
📕Abril: “Doramar ou A odisseia: Histórias”, de Itamar Vieira Júnior.
📙Maio: “Baratas”, de Scholastique Mukasonga.
📓 Junho: “Bonsai & A vida privada das árvores”, de Alejandro Zambra.
📙Julho: “A cabeça do santo”, de Socorro Acioli.
📗Agosto: “Pão de Açúcar”, de Afonso Reis Cabral.
📕Setembro: “As mulheres de Tijucopapo”, de Marilene Felinto.
📘Outubro: “Admirável mundo novo”, de Aldous Huxley.
📓Novembro: “Hotel mundo”, de Ali Smith.
📗Dezembro: “O estrangeiro”, de Albert Camus.
Nossos encontros continuarão no formato on-line, via Plataforma Meet, aos últimos domingos de cada mês, às 15h (exceto dezembro, por conta das festividades).
Agora, vamos lá: curtiram a nossa programação? Já leram alguma obra dessas?!
10/03/2021
Bom dia, amores e amoras!!!
Segunda-feira, iniciamos nosso clube de leitura “Clariceanas” sobre a obra “Todas as cartas”, de Clarice Lispector.
Serão 6 encontros por um precinho mara: R$ 100,00.
Bora participar?
Link de inscrição: https://sun.eduzz.com/730066
Esperamos vocês!
10/10/2020
Aquele “recebido pago” de categoria! ❤️ @ São Paulo, Brazil
09/10/2020
3 motivos para se inscrever em nosso curso on-line “O lugar do feminino nos contos de Clarice Lispector”:
1️⃣ Oportunidade de conhecer mais a fundo a escritura de uma das mais influentes escritoras do século XX.
2️⃣ Oportunidade de troca de experiências e impressões de leitura com um público bastante diverso.
3️⃣ Fazer parte da história de Clarice Lispector que, no dia 10 de dezembro deste ano, completaria 100 anos.
Viu só?! Temos muitos motivos para claricearmos juntos! Bora?!
Inscreva-se por meio do link na bio! ❤️
Participe! ❤️ @ São Paulo, Brazil
09/10/2020
“O ano é 1960. Em 27 de julho, Clarice Lispector lançava
Laços de família, livro de contos que a recolocaria na cena literária depois do período passado nos Estados Unidos acompanhando o marido diplomata. Menos de um mês depois, em 19 de agosto, Carolina Maria de Jesus autografava Quarto de despejo, diário que escrevera entre 1955 e 1959, morando na favela do Canindé, em São Paulo. Ambos os livros foram publicados pela Livraria Francisco Alves Editora, o que faz com que em 2020 se comemorem os sessenta anos de lançamento dessas obras.”
Fonte: Quatro cinco um - A revista dos livros, de 01/ago/2020.
In: “Os laços que unem Clarice e Carolina”, por Marise Hansen
09/10/2020
Em homenagem ao Dia das Crianças, na próxima segunda-feira (12), às 19h, faremos uma live sobre o livro infantil “A mulher que matou os peixes”, de Clarice Lispector.
Arraste e confira! >>
Venha claricear conosco! 😍 @ São Paulo, Brazil
08/10/2020
Revisitando meus livros clariceanos para a elaboração do curso “O lugar do feminino nos contos de Clarice Lispector” que inicia na próxima terça-feira, às 19h, via Plataforma Meet.
Corra que as inscrições ainda estão abertas! Acesse o link em minha bio.
Essa belíssima e rara obra apresenta a escrita de Olga Borelli, amiga inseparável de Clarice Lispector, organizadora do livro póstumo “Um sopro de vida (Pulsações)”, pessoa que segurava a mão de Clarice no momento em que ela falecera.
“Clarice Lispector: Esboço para um possível retrato” traz o ponto de vista de quem conviveu intimamente com Clarice em seus últimos anos de vida.
“Este livro não é uma biografia. Também não é um ensaio sobre a vida e a obra de uma grande ficcionista. E, muito menos, o depoimento puro e simples de alguém que a conheceu bem ao longo da última década de sua existência. Nele, reúnem-se ‘vozes’, dois textos: o de Clarice Lispector - composto de fragmentos inéditos até agora - e o de Olga Borelli, que obedientemente os segue, sem comentá-los, mas desentranhando deles a presença de Clarice Lispector como pessoa viva, e não apenas escritora. Este Esboço, em cujos traços se interpenetram a paixão de Clarice Lispector e a delicadeza de Olga Borelli, quer ser apenas fiel àquilo que, certa vez, disse James Joyce: ‘Um retrato não é apenas um documento de identidade; é sobretudo a curva de uma emoção.”
Quarta capa do livro “Esboço de um retrato possível@, de Olga Borelli.
Conhece essa obra?! Já leu?! ❤️
Conte-nos a respeito...