Psiconvet

Psiconvet

Compartilhar

Grupo de veterinários e psicólogos com objetivo de desenvolver e divulgar a Psico-Oncologia Veterinária.

Photos from Psiconvet's post 05/02/2022

Reunião de hoje com a palestra da Dra Renata Sobral sobre “Vínculos entre gatos domésticos e humanos”.

05/12/2021

Confraternização Psiconvet 2021 ✨

Photos 22/05/2020

Construindo um caminho suave.... A psiconcologia é definida como o estudo das variáveis psicológicas e comportamentais no processo de adoecimento e cura.
Quando adicionamos a este processo a palavra câncer, o imaginário das pessoas associado ao medo da morte e a certeza do câncer ser uma doença incurável, nos vemos frente a tutores ansiosos por respostas e inseguros pelos medos que os cercam.
As dúvidas mais comuns se relacionam a possibilidade de cura, a existência de sequelas do tratamento, aos efeitos colaterais da quimioterapia, ao tempo de sobrevida do paciente e ao custo do tratamento, tornando o tutor inseguro, desnorteado e amedrontado.
Por vezes o tutor carrega o sentimento de culpa por achar que não percebeu a doença no início, ou que tenha demorado a buscar ajuda. Alguns são verborrágicos enquanto outros calados, por vezes parecem ignorar os argumentos apresentados pelo veterinário, como forma de defesa. Tutores ansiosos também tendem a reter a informação passada de forma negativa, sobrecarregando o veterinário com suas exigências.
Cada vez mais o veterinário busca desenvolver habilidades na comunicação com seus clientes, os tutores. Esta comunicação clara e efetiva é um processo que se constrói aos poucos desde o primeiro contato, através de várias pequenas atitudes, resultando em um tutor consciente e confiante, mesmo sofrendo com a doença do seu animal.
Iniciamos com a escuta ativa do tutor, de seus anseios, medos e dúvidas. Ouvimos de corpo e alma, sem julgamentos, permitindo que nosso corpo demonstre o interesse.
Passamos a falar sobre o diagnóstico, de maneira clara e objetiva, construindo um caminho que o tutor compreenda e se sinta confortável, sabendo o que o aguarda em cada etapa do tratamento.
As lembranças de momentos agradáveis vividos em família, de situações rotineiras de harmonia entre os pacientes e seus tutores, muitas vezes auxilia a diminuir o peso carregado neste caminho.
As habilidades em comunicação permite uma melhor construção de vínculos, auxiliando tutor e veterinário a encontrar apoio mútuo, bem como suavizar a expectativa do diagnóstico e prognóstico na difícil jornada do tratamento oncológico.

Texto: Aline Zoppa

Photos 05/05/2020

Live Cuidando de quem Cuida, dia 06/05 (quarta-feira) às 17:15 com a Profa Aline Zoppa - no Facebook do Grupo GEONCO

Photos 04/05/2020

A relação médico-paciente na Oncologia é muito importante devido à gravidade da doença e à expectativa dos tutores.

Nós oncologistas lidamos com o processo de adoecer do paciente, processo, este, que pode se prolongar por meses ou anos. Esse período de convivência, invariavelmente, resulta em um vínculo terapêutico, afetivo e emocional, que se fortalece no decorrer do tratamento. E para a construção desse vínculo é necessária a busca da empatia.

Facilitar a comunicação com os tutores e a interação com os pacientes com certeza contribuirá para tornar o processo de tratamento menos difícil e traumatizante para as partes envolvidas.

A fragilidade emocional que acomete os tutores também pode se estender a nós, oncologistas. Assim, é primordial e indispensável aprendermos, muitas vezes sozinhos, habilidades não ensinadas durante a nossa formação.

Por mais “corriqueiro” ou “normal” que possa parecer quando se trata de oncologia, não nos habituamos com diagnósticos ruins e muito menos com as perdas com as quais muitas vezes nos deparamos. Dessa forma, nos cabe focar no tratamento de nossos pacientes e não apenas na doença.

Quanto mais intenso, próximo e verdadeiro for o vínculo criado, maior será o sentimento de impotência e dificuldade em lidar com a perda.

Texto por Camila Utrera Zanoni

(Na foto do nosso post, a paciente Mia, em tratamento oncológico com a Camila há 2 anos).

Photos 24/04/2020

A importância do vínculo homem-animal no atual cenário.

A interação dos animais domésticos com o ser humano foi sendo modificada ao longo do tempo e se estreitando, de forma que atualmente eles representam para o homem uma fonte de apego e afeto, desempenhando papel importante dentro do círculo familiar e são considerados como membros ativos da própria família.
Durante a pandemia causada pelo COVID-19, o isolamento social acabou se tornando uma dura realidade que nunca foi vivenciada anteriormente, com necessidade de adaptações na nossa rotina. Por isso, a íntima relação entre o homem e o animal se tornou essencial para a manutenção da saúde física, emocional e bem estar daqueles que estão executando todas as suas tarafas diárias dentro da sua casa, sem a possibilidade de reencontrar amigos e familiares para desfrutar do lazer.
Os animais têm habilidades que favorecem o fortalecimento do vínculo com o homem, como a interação espontânea, com capacidade de captar nossos sentimentos, reconhecer nossa linguagem corporal e entregar amor incondicional aos seus tutores. Com isso, são capazes de melhorar significativamente o psicológico e emocional dos seus tutores, que reflete na sua qualidade de vida e na forma de se relacionar com os outros membros da família, sendo de tanta importância neste atual cenário.
Por isso, esta relação está ainda mais valiosa atualmente, uma vez que é capaz de diminuir o sentimento de solidão e os animais também podem trazer felicidade àqueles que estão sofrendo com os reflexos causados pelo isolamento social da COVID-19. Como no Brasil somos o quarto país com a maior população de animais no mundo e o segundo no mercado de pets, compreendemos o quanto a presença deles está amenizando os impactos negativos desta pandemia dentro dos nossos lares.

Texto: Gabriela Galhardo

Photos 23/04/2020

Interessante ler.....

A importância do vínculo homem-animal no atual cenário.

A interação dos animais domésticos com o ser humano foi sendo modificada ao longo do tempo e se estreitando, de forma que atualmente eles representam para o homem uma fonte de apego e afeto, desempenhando papel importante dentro do círculo familiar e são considerados como membros ativos da própria família.
Durante a pandemia causada pelo COVID-19, o isolamento social acabou se tornando uma dura realidade que nunca foi vivenciada anteriormente, com necessidade de adaptações na nossa rotina. Por isso, a íntima relação entre o homem e o animal se tornou essencial para a manutenção da saúde física, emocional e bem estar daqueles que estão executando todas as suas tarafas diárias dentro da sua casa, sem a possibilidade de reencontrar amigos e familiares para desfrutar do lazer.
Os animais têm habilidades que favorecem o fortalecimento do vínculo com o homem, como a interação espontânea, com capacidade de captar nossos sentimentos, reconhecer nossa linguagem corporal e entregar amor incondicional aos seus tutores. Com isso, são capazes de melhorar significativamente o psicológico e emocional dos seus tutores, que reflete na sua qualidade de vida e na forma de se relacionar com os outros membros da família, sendo de tanta importância neste atual cenário.
Por isso, esta relação está ainda mais valiosa atualmente, uma vez que é capaz de diminuir o sentimento de solidão e os animais também podem trazer felicidade àqueles que estão sofrendo com os reflexos causados pelo isolamento social da COVID-19. Como no Brasil somos o quarto país com a maior população de animais no mundo e o segundo no mercado de pets, compreendemos o quanto a presença deles está amenizando os impactos negativos desta pandemia dentro dos nossos lares.

Texto: Gabriela Galhardo

Photos 15/04/2020

Como conviver com a quarentena.
A hashtag ganhou as redes sociais nas últimas semanas e, com ela, surgiu um conflito interno: Como podemos enfrentar essa situação sem prejudicar o tratamento dos nossos pacientes? Como nos proteger?
Médicos veterinários que atuam na área clínica estão acostumados com uma rotina de trabalho que ultrapassa o “horário comercial”, a lidar diariamente com perdas, frustrações e cobranças. No cenário atual, além do cuidado com a saúde dos nossos pacientes, há agora também a preocupação com a nossa própria saúde e a das pessoas próximas a nós – inclusive dos tutores, a quem continuamos acolhendo nesse momento de isolamento social.
Não há uma única resposta para essas preocupações, pois nunca enfrentamos situação parecida para usar como exemplo.
Esse, portanto, é o momento de tentar. Nossa rotina está diferente e equilibrar a organização da casa, o trabalho e a saúde mental é fundamental para enfrentar essa situação inédita no mundo.
Manter contato virtual com amigos e família pode nos fazer sentir mais acolhidos e, assim, ajudar a passar o conforto que os tutores precisam. A troca de experiências com colegas pode nos ajudar a encontrar o balanço ideal entre nos manter trabalhando fora de casa e a preocupação de estarmos pessoalmente expostos. A dedicação a um hobby que nos faça feliz – seja ele a leitura, maratona de séries ou filmes ou até exercícios físicos (mesmo na sala de casa) também ajuda a equilibrar nossas mentes nesse momento.
Nós veterinários gostamos de protocolo mas não existe nenhum para uma situação como a atual. Assim, temos que cuidar de nós mesmos, pois é isso que nos permitirá aprender como atravessar esse momento, encontrar respostas e manter nossas responsabilidades profissionais. Texto: Renata Setti

Photos 24/03/2020

Como lidar com a perda de um animal de estimação?

Atualmente nossos pets deixaram de ser vistos apenas como um objeto e se tornaram um membro da família, os quais compartilham todos os momentos conosco, criando cada dia mais um laço de amor e carinho.
Quando eles partem, sofremos como se tivéssemos perdido um ente querido. Sentir tristeza e dor após a morte deles é normal e a fase de luto deve ser vivenciada, pois faz parte do processo de apaziguamento, de cura. Durante esse período ficar com pessoas e outros animais que te fazem bem, rever fotos e recordar momentos que passaram juntos podem ajudar. Suprir a perda de um animal com a presença de um novo integrante na família nem sempre é uma boa ideia. A decisão deve partir do tutor caso ele se sinta bem e sem causar mais sofrimento.
As críticas e falta de compreensão dos mais próximos, sejam eles familiares ou amigos, não ajudam a enfrentar a perda e dessa forma a pessoa se sente ainda mais fragilizada. Nesses casos procurar ajuda através de psicólogos é uma via de apoio para expressar e conseguir enfrentar essa fase que nos causa tanto sofrimento.

Texto: Renata Lopes

Quer que seu escola/colégio seja a primeira Escola/colégio em São Paulo?

Clique aqui para requerer seu anúncio patrocinado.

Localização

Categoria

Endereço


Avenida Miruna 561
São Paulo, SP
04084000