Hoje foi dia de conhecer de perto o trabalho lindo de saúde mental que a ONG ESPAÇO SER CASA MATHEUS CAMPOS faz nas escolas. Faço parte da equipe de voluntários e estou conhecendo cada frente de trabalho dessa casa incrível, cheia de gente muito séria e comprometida.
🌟 Desenvolvemos dois PROGRAMAS DE SAÚDE EMOCIONAL para escolas de São Paulo: um voltado aos professores e outro aos alunos, financiados por uma ONG suíça e pela Estée Lauder.
💜 Também oferecemos práticas integrativas, com atendimentos presenciais na Lapa e on-line.
⚠️ A ONG não oferece tratamento psicológico nem psiquiátrico.
🚨 Escolas interessadas em conhecer e participar dos programas podem entrar em contato conosco. ✨
🌐 www.espacoser.org.br
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💬 WhatsApp: (11) 97173-1792 (somente mensagem de áudio ou texto)
Lucianarloureiro
Luciana Loureiro
Mentora nr.1 para profissionais da educação
Formação de Gestores Pedagógicos: práticas de ensino,
socioemocional, escola-família
Luciana Loureiro é graduada pela USP, mestre pela PUC SP e especialista em “Ética, valores e cidadania”, também pela USP. Possui incontáveis horas em cursos sobre educação, desenvolvimento humano, educação socioemocional, educação parental, educação sexual, educação neuroconsciente, comunicação não-violenta, liderança, felicidade, bem-estar e saúde mental.
26/05/2026
TODA QUARTA, às 20h, tem live neste canal -
Digite “FAMÍLIA” se você é família com filhos pré-adolescentes/adolescentes
Digite “ESCOLA” se faz parte de uma equipe de gestão escolar
Digite “PROFESSOR” se está na sala de aula e quer saber mais sobre essa faixa etária
Bjos, Lu Loureiro
24/05/2026
Existe um tipo de desistência parental que não acontece de uma vez. Ela não vem com uma decisão anunciada, nem com uma frase clara como “não vou mais educar”. Ela vai acontecendo aos poucos.
Quando os pais começam a achar que não adianta mais conversar; evitam conflitos porque estão cansados; deixam de orientar porque o adolescente “não escuta mesmo”; confundem afastamento com independência; aceitam que os amigos, as redes, os jogos, os grupos e os influenciadores tenham mais força do que a presença adulta...
Mas aqui está um ponto delicado: muitos adolescentes parecem independentes, quando, na verdade, continuam profundamente dependentes. A questão é: dependentes de quem?
Da aprovação dos amigos?
Do olhar do grupo?
Da validação das redes?
Da lógica dos pares?
Da necessidade de pertencimento a qualquer custo?
O adolescente ainda precisa de adultos. Precisa de vínculo, limite, orientação, presença, escuta e referência. Não para ser controlado, sufocado ou ter sua autonomia impedida. Mas para não precisar construir sua identidade sozinho, guiado apenas por outros adolescentes que também estão tentando descobrir quem são.
Educar adolescentes exige presença, fôlego, reconstrução de vínculo quando ele parece frágil, exige sustentar a autoridade sem transformar tudo em guerra.
Quando os adultos saem de cena cedo demais, alguém ocupa esse lugar. E nem sempre será alguém preparado para conduzir nossos filhos à maturidade.
24/05/2026
A gente está ficando perto demais das telas e longe demais uns dos outros.
Esse carrossel nasceu de uma inquietação: por que tanta gente está dizendo que não aguenta mais sair, conversar, receber visita, interagir, encontrar pessoas?
É claro que todos nós temos o direito ao descanso, ao silêncio e à solitude. O problema começa quando o isolamento deixa de ser pausa e vira estilo de vida. Quando o contato online substitui o encontro. Quando a curtida ocupa o lugar da conversa. Quando a mensagem vira presença suficiente. Quando estar com o outro passa a parecer um peso insuportável.
E aqui precisamos olhar com muita seriedade para as nossas crianças e adolescentes. Porque eles não aprendem a conviver apenas ouvindo discursos sobre empatia, respeito e amizade. Eles aprendem convivendo. Aprendem vendo os adultos receberem pessoas, conversarem, negociarem diferenças, sustentarem vínculos, atravessarem desconfortos, criarem memórias juntos.
Oferecer vida social presencial para crianças e adolescentes não é simplesmente “deixar sair com os amigos”. Também não é largar no shopping, na festa ou na casa de alguém e achar que a missão está cumprida. É criar oportunidades reais de convivência, abrir a casa, chamar gente para perto, fazer programas juntos, sentar à mesa, viajar em família, estar na praça, na calçada, no clube, no almoço de domingo, no passeio possível. É permitir que eles experimentem a vida acontecendo fora da tela, com corpo, voz, olhar, espera, presença e vínculo.
Pais e educadores precisam entender: a vida social presencial não é um detalhe da infância e da adolescência. Ela é parte fundamental da formação humana. Se queremos crianças e adolescentes mais empáticos, mais seguros, mais saudáveis e mais capazes de construir relações, precisamos oferecer a eles experiências reais de encontro.
23/05/2026
A questão não é afirmar que smartphones fazem as pessoas terem menos filhos. Essa seria uma conclusão simplista.
A questão é mais profunda: quando a convivência presencial diminui, quando o afeto passa a ser cada vez mais mediado por telas e quando os vínculos se tornam mais rápidos, frágeis e descartáveis, o que acontece com a nossa capacidade de construir relações duradouras?
Talvez o debate sobre tecnologia precise ir além da atenção, da produtividade e da saúde mental.
Talvez também precise falar sobre presença, intimidade, compromisso e futuro.
O Conselho Nacional de Educação (CNE) está promovendo uma consulta pública sobre as diretrizes para o uso da Inteligência Artificial (IA) no ensino brasileiro. O objetivo é estabelecer um marco ético e pedagógico que garanta a centralidade humana no processo de ensino-aprendizagem.
As contribuições podem ser enviadas por educadores, estudantes e pela sociedade civil até o dia 17 de junho, basta você procurar no google por “EDITAL DE CHAMAMENTO CONSULTA PÚBLICA INTELIGÊNCIA ARTIFICIAL”.
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