A economista Rita Mundim.
Economia Sem Fronteiras
PELA LIBERDADE SEMPRE!
Não existe erro de cálculo do governo que não acabe no bolso de quem produz.
Achar que basta mudar a regra tributária para aumentar a arrecadação é ignorar que o dinheiro é inteligente.
Quando o mercado se antecipa e o dinheiro não entra no caixa do governo, a diferença precisa sair de algum lugar. E o resultado prático disso bate na porta da sua casa em forma de mais inflação e juros altos.
O custo de um Estado que se recusa a cortar gastos sempre será pago pelo contribuinte.
Como você acha que o governo vai cobrir esse novo buraco nas contas públicas?
Via: Você MAIS Rico
FMI PROJETA DÍVIDA DO BRASIL EM 100% DO PIB ATÉ 2027:
O endividamento público do Brasil deve atingir 100% do Produto Interno Bruto (PIB) em 2027, conforme projeção do Fundo Monetário Internacional (FMI). O avanço é impulsionado pela piora do resultado primário e pelo aumento das despesas com juros, que agravam o quadro fiscal do país.
A estimativa consta no Monitor Fiscal do FMI, que detalha a trajetória de alta da dívida. O documento aponta que o endividamento bruto brasileiro chegará a 93,3% do PIB em 2025 e 96,5% em 2026, antes de alcançar a marca de 100% no ano seguinte. O déficit nominal também deve saltar de 6,2% para 8,1% do PIB entre 2024 e 2025.
O peso dos juros cria um efeito de “bola de neve” nas contas públicas. Com taxas elevadas, o custo da dívida sobe, ampliando o déficit e, consequentemente, o endividamento. Essa dinâmica reduz a capacidade do governo de reagir a crises e aumenta a exposição da economia à volatilidade dos mercados.
O patamar da dívida brasileira é elevado em comparação com seus pares. A média para mercados emergentes é de 57,5% do PIB, enquanto na América Latina f**a em torno de 74%. O México, por exemplo, apresenta uma trajetória mais estável, com endividamento previsto ao redor de 63% do PIB.
No relatório, o FMI alerta para a necessidade de o Brasil fortalecer os marcos fiscais para reforçar a credibilidade e a sustentabilidade das contas públicas. De acordo com o fundo, em linhas gerais, o governo federal teria de fazer ajustes no arcabouço fiscal anunciado no início do mandato do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT).
Via: Jovem Pan News
POR QUE A INFLAÇÃO NO BRASIL É PERSISTENTEMENTE ALTA?
Porque governos populistas se comportam como alcoólatras.
O estímulo monetário dá uma sensação boa no curto prazo: economia aquecida, aprovação popular, reeleição garantida. Mas a dependência vai se enraizando silenciosamente.
E quando chega a hora de parar? A abstinência dói.
Como Milei mostrou na Argentina, combater a inflação exige um choque brutal de recessão e desemprego.
O problema é que quanto mais se adia, pior a ressaca.
O Brasil já viveu isso. A hiperinflação e a década perdida dos anos 80 foram o preço de anos bebendo sem parar.
O Plano Real foi nossa clínica de reabilitação. Funcionou, mas a tentação nunca foi embora.
11/04/2026
Os keynesianos possuem uma visão completamente distorcida da economia. Acreditam genuinamente que o aumento de gastos, por si só, é capaz de gerar prosperidade, ainda que esses gastos decorrem de destruição de recursos.
Gastos para reparar danos ou reconstruir o que foi perdido não representam ganho líquido. Recursos escassos são redirecionados para recompor algo que já existia, em vez de serem utilizados para expandir a produção ou melhorar o padrão de vida.
Ignora-se, portanto, o custo de oportunidade: aquilo que deixa de ser produzido porque os recursos foram consumidos na reparação. O fato de haver “movimento” na economia não signif**a que houve criação de valor.
A economia não se fortalece pela destruição, mas pela capacidade de acumular e alocar recursos de forma eficiente.
O sonho de todo comunista é poder usufruir dos privilégios que apenas o sistema capitalista proporciona.
10/04/2026
“VÃO EVOLUIR COM ISSO”
O senador Flávio Bolsonaro (PL) fez acenos diretos ao agronegócio em discurso como pré-candidato à Presidência durante uma tradicional feira do setor no Centro-Oeste. Na ExpoGrande, em Campo Grande (MS), na quinta (9), o filho do ex-presidente Jair Bolsonaro se disse favorável ao marco temporal para as demarcações de terras indígenas e defendeu que as comunidades tradicionais tenham autonomia para criar gado e explorar minérios em seus territórios.
Logo no início do discurso, Flávio disse se comprometer com as pautas do agro levadas a ele por representantes do estado e do setor. O marco temporal, por exemplo, estabelece que povos indígenas têm direito apenas às terras que já ocupavam ou já disputavam em 5 de outubro de 1988, data de promulgação da Constituição.
O pré-candidato afirmou, ainda, que uma eventual gestão sua vai “respeitar os indígenas” e dar autonomia a eles para que decidam “o que é melhor fazer nas suas terras”.
“Se é plantar, se é botar gado, se é explorar minérios, se é implementar algum empreendimento de turismo, os indígenas têm que falar o que é melhor, têm que decidir o que é melhor para eles. Vão ganhar royalties, dinheiro disso. Vão prosperar, vão evoluir com isso, como alguns povos indígenas já estão fazendo”, sugeriu.
Via: InfoMoney
INFLAÇÃO SOBE ACIMA DAS EXPECTATICAS DO MERCADO:
O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) registrou uma aceleração da inflação oficial do Brasil, que subiu 0,88% em março, segundo o IBGE. No acumulado dos 12 meses, a alta foi de 4,14%, permanecendo dentro da meta do Banco Central.
INVESTIGAÇÕES DO CASO MASTER:
Os pagamentos realizados pelo Banco Master por serviços prestados por políticos influentes são considerados atípicos por executivos familiarizados com o mercado bancário ouvidos sob reserva pelo Globo.
Como mostrou o Globo, o Master declarou ao menos R$ 65,83 milhões em pagamentos para políticos, dirigentes partidários, ex-ministros e um ex-presidente entre 2023 e 2025, mostram documentos da Receita Federal. Os valores constam na declaração apresentada ao órgão pela instituição financeira de Daniel Vorcaro, preso por suspeita de fraudes.
Foram identif**adas transferências para empresas ligadas ao ex-presidente Michel Temer (MDB), no total de R$ 10 milhões, e aos ex-ministros da Fazenda, Henrique Meirelles, de R$ 18,4 milhões, e Guido Mantega (R$ 14 milhões). Pagamentos foram identif**ados também para empresas dos ex-ministros Ronaldo Bento (R$ 6,2 milhões), Ricardo Lewandowski (R$ 5,93 milhões) e Ricardo Wajngarten (R$ 3,8 milhões).
Houve ainda transferências para as empresas do pré-candidato ao governo da Bahia ACM Neto (R$ 5,4 milhões) e do presidente do União Brasil, Antônio Rueda (R$ 2,1 milhões).
As declarações do Master também mostram pagamentos no valor total de R$ 80 milhões em dois anos para o escritório da esposa do ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Alexandre de Moraes.
Via: InfoMoney
INFLAÇÃO NOS EUA:
O Índice de Preços ao Consumidor dos EUA subiu 0,9% em março, o maior aumento desde junho de 2022. A inflação anual atinge 3,3%, permanecendo acima da meta do Federal Reserve, enquanto o mercado avalia o impacto desses dados nas futuras decisões sobre juros.
O dólar à vista alcançou R$ 5,00 pela primeira vez desde 2024, refletindo uma queda acumulada de aproximadamente 8% desde janeiro. Fatores como a saída de capital dos EUA, tensões geopolíticas e a atratividade das taxas de juros no Brasil influenciam essa desvalorização.
10/04/2026
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