Por dentro das gírias
Greia, tabacudo, véi, visse. É tanta gíria que não dá pra escolher uma só. Além de ser portador de um charmoso sotaque, o recifense possui uma gama própria de gírias que é pra botar fé, visse?
Bianca Machado
Uma página para compartilhar mais sobre o meu dia a dia e curiosidades importantes com meus amigos
Recife de arte
Na periferia da cidade do Recife está a propriedade Santos Cosme e Damião, onde f**a instalada a oficina de cerâmica do escultor Francisco Brennand. O lugar é um dos mais visitados pelos turistas e reúne mais de 1.200 obras do artista
Uísque não é água não
Recife já foi considerada a cidade que mais consome o uísque Johnnie Walker em todo o mundo, segundo a revista Whisky Magazine. Mas outras marcas também são muito consumidas por lá. É uísque o ano inteiro, faça chuva ou faça sol
Bolo de rolo
Parecido com o rocambole, uma sobremesa típica do Recife é o bolo de rolo. A receita, recheada com goiabada, leva farinha de trigo, ovos, manteiga e açúcar. Outro bolo que representa a cidade é o Souza Leão, feito com uma massa de mandioca
Cuidado com o tubarão
As praias do Recife possuem uma grande incidência de tubarões. Na verdade, é um dos lugares em que, nos últimos anos e por conta da construção do Porto de Suape, mais aparece o predador em todo o mundo
Rio de Janeiro é, de fato, um nome super poético para uma cidade com mais de 200 rios que a cortam. Mas a qual rio o nome se refere? A resposta é: nenhum deles.
Foi em janeiro de 1502 que o explorador português Gaspar de Lemos primeiro chegou ao Rio. Diz a lenda que Lemos navegava pela Baía da Guanabara quando ele inventou o nome para a cidade, confundindo a baía com a boca de um grande rio.
Hoje em dia, alguns historiadores questionam a teoria, argumentando que os portugueses eram navegadores muito experientes para cometer tamanho erro, e que a palavra para rio no século 16 também era usada para identif**ar baías. Seja como for, o nome pegou – e muito.
São mais de mil favelas no Rio – e quase um quarto dos cariocas moram nelas. As comunidades mais carentes do Rio vem ocupando as favelas desde o final do século 19, como opção de residência mais acessível. Foi lá, nas favelas, que os antigos escravos africanos e seus descendentes criaram o estilo de música hoje conhecido como samba.
Hoje, a maioria das renomadas escolas de samba que competem pelo título anual do Carnaval do Rio está localizada nas favelas, ou perto delas. Mangueira, Salgueiro e Unidos da Tijuca são alguns exemplos.
O que não falta no Rio são belezas naturais dignas de cartão-postal, mas sua atração mais famosa não só foi construída pelo homem, mas também eleita uma das 7 Novas Maravilhas do Mundo em 2007, ao lado de obras-primas como o Coliseu de Roma e o Taj Mahal, na Índia. A estátua do Cristo Redentor, de fato, desafia a natureza: seus braços abertos de 28 metros tiveram que ser construídos sobre o Morro do Corcovado sem espaço para andaimes.
Inaugurado em 1931, como um tributo ao aniversário de 100 anos do Rio, o Cristo tem 30 metros de altura (sem incluir o pedestal de 8 metros), sendo a maior estátua em Art Deco do mundo. O monumento foi financiado por brasileiros, projetado por um francês e construído em pedras suecas. O resultado é realmente divino: apesar de ser atingido por raios algumas vezes por ano, permanece firme e forte, protegendo os cidadãos da Cidade Maravilhosa.
Céu limpo, areia quente e uma bebida gelada… não é o que todo mundo quer durante as férias? Bom, no Rio você não só vai encontrar isso, mas sim o céu mais azul do mundo inteiro. A afirmação parece audaciosa, mas é baseada em uma pesquisa feita em 2006 por uma pesquisadors de TV que viajou o planeta em busca do céu mais azul do mundo.
Anya Hohnbaum, de 27 anos, visitou 20 lugares diferentes, incluindo Nova Zelândia e África do Sul, em uma viagem de 72 dias como parte de um concurso que ela ganhou. Para conseguir resultados precisos, ela usou um espectômetro portátil especial desenvolvido por cientistas do British National Physical Laboratory. Portanto, é tudo cientif**amente comprovado!
De acordo com o Guinness, o Livro dos Recordes de 2004, a festa popular mais famosa da cidade atraiu um número recorde de 400.000 visitantes estrangeiros, tornando-se o a maior festa de carnaval do mundo. Além dos visitantes de fora, todo ano cerca de 5 milhões de pessoas tomam conta das ruas do Rio para participar das centenas de festas de rua – os blocos. Sem falar dos milhares que compram os ingressos – nada baratos – para assistir ao desfile oficial competitivo na Marquês de Sapucaí.
O que as paisagens do Pão de Açúcar, do Cristo Redentor e da praia de Copacabana possuem em comum? É a Baía da Guanabara o pano de fundo para todas elas. Não poderia ser diferente, dado o seu tamanho – ela se espalha por nada menos que 15 cidades. É a segunda maior baía do país, com superfície de 412 quilômetros quadrados, 53 praias e mais de 100 ilhas.
Em uma viagem ao Rio de Janeiro, você vai visitar pelo menos uma delas – a maior, de fato: a Ilha do Governador é onde está situado o aeroporto internacional do Rio.
Foi em novembro de 1807 quando a Família Real de Portugal precisou tomar uma difícil decisão – fugir para o Rio de Janeiro para escapar de Napoleão e suas tropas. A fuga foi bem organizada: cerca de 15 mil pessoas, entre membros da família e criados viajaram para o Brasil em 14 navios. Com eles, uma das maiores riquezas de Portugal: a Biblioteca Real e seus 60.000 volumes.
Na verdade, um dos primeiros atos de Dom João VI, o Príncipe Regente português , no Brasil foi estabelecer a Biblioteca Nacional, que veio a tornar-se a oitava maior biblioteca do mundo, com mais de 15 milhões de itens.
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