16/07/2023
Perguntaram para mim se eu não me incomodo com a opinião do outro sobre meu comportamento disruptivo. Dizem que sou polêmica só porque sou corajosa e papo reto. Sempre acho interessante observar como pessoas inseguras tentam instalar as inseguranças delas em mim quando me questionam sobre meu jeito de viver e me expressar. Não tenho muitas papas na língua, sorrisinho amarelo e cara de paisagem nunca foram meu forte. Sou movida pela liberdade de ser humanamente imperfeita, naturalmente debochada, insistentemente otimista e intencionalmente autêntica.
E para mim está tudo bem ser assim.
É que para mim sempre foi okay aceitar que nem todo mundo vai gostar de mim. Eu não sou obrigada a gostar de todo mundo, logo, nem todo mundo é obrigado a gostar de mim.
O fato é: algumas pessoas não vão gostar de você e elas possivelmente vão encontrar razões para isso e até para falar mal de você para outras pessoas. Só que, a não ser que você tenha de fato feito algo contra essas pessoas, quando outras pessoas não gostam de você, isso diz mais sobre elas do que sobre você.
E eu só vejo duas formas de lidar com isso: a primeira é perder um tempo precioso tentando agradar todo mundo, inclusive quem não faz o menor esforço para te agradar.
Mas a segunda eu acho muito melhor: você pode aceitar a verdade que nem todo mundo vai gostar de você, mesmo se você der o seu melhor sempre. E se libertar, sabe?
Não é sua função atender expectativas alheias ou fazer essas pessoas mudarem de ideia.
Já passou da hora de assumirmos:
- Nossos desejos
- Nossas prioridades
- Nossos limites
- Os traços "barulhentos" da nossa personalidade que já nos sugeriram silenciar
Afinal, já que a gente não vai agradar todo mundo mesmo, melhor desagradar sendo quem somos e fazendo o que queremos fazer.
Nem todo mundo vai gostar de você...E você também não precisa gostar de todo mundo.
Simples, né?