Escola Livre de ERER

Escola Livre de ERER

Compartilhar

Capacitamos indivíduos e organizações para a construção de uma cultura mais plural.

22/05/2026

Recebi mais de 1.150 reações nos meus posts na semana passada. Agradeço a todos pelo apoio! 🎉

17/05/2026
Photos from Escola Livre de ERER's post 17/05/2026

O 14 de maio precisa ser outro! A Lei Áurea foi assinada, mas sem reparação ela não tem efetividade!

07/05/2026

Nkonsonkonson

O elo. A corrente.

Estamos ligados uns aos outros tanto na vida quanto na morte.

Somos resultado dos encontros, das relações, dos afetos, das dores e das escolhas que atravessam a nossa existência.

A corrente simboliza as relações humanas.
A unidade.
A interdependência.
A fraternidade.
A cooperação.

Ninguém vive sozinho.
Aquilo que fazemos alcança o outro.
Aquilo que dizemos reverbera.
Aquilo que oferecemos ao mundo retorna para a coletividade.

Por isso, toda relação humana carrega responsabilidade.

Uma palavra pode fortalecer.
Um gesto pode salvar.
Uma violência pode atravessar gerações.
Um ato de amor também.

Viver em sociedade é reconhecer que estamos conectados o tempo inteiro. E talvez a grande maturidade humana esteja justamente em compreender que nossas ações individuais impactam diretamente a vida coletiva.

Somos elo.
Somos rede.
Somos continuidade uns dos outros.

04/05/2026

escola_livre_de_erer e casaadinkra_

Fomos na exposição Onà Irin: caminho de ferro da artista , no , e é impossível sair de lá sem pensar na força das mulheres negras que vieram antes de nós.

As joias contam muito dessa história. Os balangandãs, não eram só enfeite e beleza, eram estratégias. As mulheres carregavam no próprio corpo joias que compravam a liberdade. É inteligência, é visão de futuro, é não aceitar o lugar imposto.

A exposição também traz essa ideia de caminho o tempo todo. Exu aparece nessa lógica de movimento, e Ogum na força de abrir, construir, de fazer acontecer, de ir pra frente mesmo sem garantia. Os trilhos, os metais, tudo conversa com isso, seguir, decidir, não parar. O ferro e a metalurgia, ligados a Ogum, reforçam essa ideia de tecnologia ancestral, de transformação e criação de caminhos.

E o feminino atravessa tudo. As Iyámis, essas mães ancestrais, aparecem como essa potência que cria, protege e sustenta. Não é só sobre o passado, é sobre o que a gente continua fazendo hoje com o que elas já começaram. Esse diálogo entre ferro, criação e feminino também se conecta com a simbologia Adinkra, onde cada símbolo carrega conhecimento, estratégia e formas de existir no mundo.

É uma experiência bonita, mas também muito prática: mostra que liberdade nunca foi dada, sempre foi construída com estratégia, coragem e coletivo.

20 de abril

quilombomangueiras 1 sem · ❤️

Quer que seu escola/colégio seja a primeira Escola/colégio em São Paulo?

Clique aqui para requerer seu anúncio patrocinado.

Localização

Endereço


Rua Padre Adelino. 1000
São Paulo, SP
03303-000