27/09/2026
Toda emergência pediátrica encontra uma hipoglicemia mais cedo ou mais tarde. E o erro mais comum não está na correção aguda — está no que vem depois dela.
Corrigir com bolus é simples. Prescrever a hidratação que mantém o aporte de glicose nas 24 horas seguintes, dentro do volume que aquele bebê suporta, é o que costuma travar o plantonista.
Fundamentos da aula sobre hipoglicemia na emergência, dentro da nossa Pós-Graduação em Emergências Pediátricas e Neonatais:
→ Quando começar pela via oral e quando partir direto para o bolus endovenoso;
→ As doses de correção e a concentração máxima tolerada em acesso periférico na criança;
→ As regras de diluição e a leitura de porcentagem em mg/mL, que servem para qualquer droga;
→ O cálculo da taxa de infusão de glicose passo a passo, do total em miligramas ao volume de Holliday-Segar e à concentração final;
→ A roseta: como misturar dois soros disponíveis para chegar a uma concentração que não existe pronta;
→ Por que a restrição volumétrica do recém-nascido é o que torna esse cálculo obrigatório — e o que muda quando o paciente já está recebendo sedação, vasoativo e antibiótico;
→ Conduta na hipoglicemia refratária: quando suspeitar de hiperinsulinismo, o papel do glucagon e do diazóxido, e por que a hidrocortisona só entra depois de maximizada a oferta de glicose.
E o recado de método que a professora repete: não decore a constante. Entenda de onde ela vem, anote um exemplo resolvido e, no plantão, é só substituir os números.
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