12/04/2025
Este mês o Coletivo ebó de palavras desembarca em Franca para uma Intervenção imperdível!!!!
Ebó de palavras: o verbo como oferenda - Sesc São Paulo
A intervenção tem como objetivo promover a partilha e a prática coletiva de saberes que interseccionam cultura, língua e identidade. MINIBIO O Coletivo Ebó de Palavras é um coletivo de mediação educativa composto por dois educadores pesquisadores: André Santos-Bispo e Luciane Tobi...
03/09/2024
📣 INSCRIÇÕES ABERTAS | Curso “População Preta: uma fronteira entre liberdade e loucura” no Sesc Consolação.
Este curso propõe um diálogo sobre a saúde mental da população preta a partir da intersecção entre arquitetura, urbanismo, saúde e memória.
O Hospital Psiquiátrico do Juquery (Franco da Rocha - SP), será objeto central da mediação educativa desta série de encontros, a fim de tratar sobre a institucionalização da loucura à serviço da ordem social.
Participe! Se não puder participar, compartilhe com quem possa se interessar!
📍 Sesc Consolação (sala Ômega - 8º andar) - Presencial
📆 Quartas, 11/09, 18/09, 25/09, 02/10 e 09/10
⏰ Das 19h às 21h
🎫 Gratuito - vagas limitadas
📝 Faça sua inscrição pelo site: https://www.sescsp.org.br/programacao/populacao-preta-uma-fronteira-entre-liberdade-e-loucura-3/
07/01/2024
Oficina de contato e sensibilização sobre palavras com origem africana que traz um diálogo sobre epistemologias africanas e afro-brasileiras. É proposta uma intervenção, na qual os participantes criam frases ou pequeno textos com uma palavra de origem africana, a fim de compor um ebó (ou oferenda) de palavras, que é colocado em um local no qual os transeuntes possam retirar para si um dos textos como oferenda.
O objetivo da oficina é promover ao público participante a partilha e a prática coletiva de saberes que interseccionam cultura, língua e identidade.
Sobre o Coletivo Ebó de Palavras:
Formado pelos educadores Luciane Tobias e André Santos-Bispo, o coletivo Ebó de Palavras articula ações educativas nutridas por saberes de matrizes africanas e afro-brasileiras, com o intuito de difundir suas epistemologias.
Sesc Bom Retiro
📌 Dia 20/01, sábado das 11h30 às 13h00 e das 16h00 às 17h30
Grátis
19/10/2023
📣 INSCRIÇÕES ABERTAS | CURSO EAD “População Preta: uma fronteira entre liberdade e loucura”
O curso pretende abordar a saúde mental da população preta a partir da intersecção entre arquitetura, urbanismo, saúde mental e memória. O complexo Psiquiátrico do Juquery (Franco da Rocha - SP), criado 10 anos após a abolição formal da escravatura, será o objeto central da mediação educativa desta série de encontros, a fim de tratar sobre a institucionalização da loucura a serviço da ordem social.
Participe!
🔵 Curso EAD - População Preta: uma fronteira entre liberdade e loucura
📆 Quartas, de 1 a 29/11.
⏰ Das 19h às 22h.
🎫 Investimento: R$100,00
Nosso Centro faz parte de uma estratégia institucional de estímulo à pesquisa e experimentações de novas possibilidades formativas no campo de direitos humanos. O oferece bolsas em seus cursos, a solicitação é feita direto pelo site de inscrição.
📝 Faça sua inscrição pelo site: www.centrodeformacao.acaoeducativa.org.br
02/07/2023
No Curso "População Preta: uma Fronteira entre liberdade e loucura", o Coletivo Ebó de Palavras propõe uma investigação a respeito das sérias e violentas inclusões sociais carcerárias e manicomiais que a população preta foi submetida e, que até os dias de hoje, tais inclusões ainda reverberam na estrutura social como um todo.
📌 Dia 5/8, sábado, das 13h às 16h
Sala 3. 16 anos. Grátis
Inscrições em centralrelacionamento.sescsp.org.br e no app Credencial Sesc SP
13/05/2023
“Pergunte ao criador, quem pintou essa aquarela. Livre do açoite das senzalas, preso na miséria da favela” *
O 13 de maio de 1888 configurou o início de uma nova forma de organização social onde a população negra foi novamente subjugada e oprimida, sob o silêncio do Estado Brasileiro fomos lançados às margens tendo que sobreviver à própria sorte, sem direito à moradia, ao voto, ao trabalho e ao ensino público. A desigualdade social que a população negra vive está atrelada diretamente ao regime de escravização, e fomos a população que acumulou o capital primitivo do Brasil e a que não teve direito a nenhuma política de reparação social.
Após 135 anos da abolição formal da escravatura no Brasil, a população negra em nosso país é a que ainda ocupa os postos de trabalhos mais precarizados, é a que possui os níveis de escolaridade mais baixos e que tem sua juventude exterminada nas periferias* ou encarceradas pelo sistema prisional**.
Se por um lado a abolição da escravatura possibilitou pela primeira vez o reconhecimento a igualdade civil de todos os brasileiros, a hierarquização racial pouco se modificou até o surgimento dos Movimentos Negros no século XX.
Passados 135 anos, ainda lutamos por políticas de reparação e inclusão social, lutamos pelo direito à vida, lutamos contra o racismo e por uma sociedade mais justa. São 135 anos de resistências, batalhas, vitórias e conquistas e ainda temos muito a conquistar.
“Por uma autêntica democracia racial”!
Pixação contra o 13 de maio no Bairro do Comércio - Ano, 2015.
Foto: Lázaro Roberto.
*Samba enredo da Estação Primeira de Mangueira de 1988.
**https://www.ipea.gov.br/atlasviolencia/
**https://edisciplinas.usp.br/pluginfile.php/6920154/mod_resource/content/1/Mapa_do_Encarceramento_-_Os_jovens_do_brasil.pdf
21/06/2022
Nos dias 18 e 19 de junho, nós realizamos, em grupo, a nossa primeira ação presencial, desde que o período pandêmico foi decretado por causa da Covid-19.
O curso “Loucart & Modernismos: a quem serve a Arte dos pacientes-artistas do Juquery?” foi realizado no Sesc 24 de Maio e integrou o projeto “Por uma vida mais louca: democracia e luta antimanicomial'', idealizado via parceria entre Sesc-SP e Desinstitute.
No sábado, o curso tratou sobre a institucionalização da loucura a partir da criação do Complexo Psiquiátrico Juquery (Franco da Rocha-SP), bem como de algumas das obras artísticas produzidas por pessoas que foram asiladas nesta instituição manicomial.
A finalização contou com visita mediada à exposição “Raio-que-o-parta: Ficções do Moderno no Brasil” -, pela qual os diálogos foram expandidos diante das obras de Aurora Cursino, Caraiba, Arthur Amora, Madalena Reinbolt, Ioitiro Akaba, Adelina Gomes, Haruo Ohara, Tomie Ohtake e, entre outras e outros artistas que nos revelaram um modernismo mais plural e representativo.
No domingo, o roteiro compreendeu duas visitas mediadas. A primeira foi realizada no conjunto arquitetônico do antigo Complexo Psiquiátrico do Juquery (tombado pelo Condephaat), pela qual foi possível conhecer parte das dependências e do território local.
A segunda foi à exposição “Há Luz atrás dos muros” - curadoria Hélio Menezes .menezes e Pedro Quintanilha - do Museu de Arte Osório Cesar no propósito de observar as produções das pacientes-artistas expostas na mostra - ampliando, desse modo, os diálogos para um educar crítico, afetivo e interseccional.
Para além desse registro que compartilhamos aqui, comunicamos que em breve realizaremos outras proposições semelhantes a essa, visto que as nossas forças estão voltadas para promover proposições educativas plurais e representativas.
25/05/2022
O curso busca estabelecer o diálogo em torno de três temas que se interrelacionam: o manicômio do Juquery, criado em 1898 no município de Franco da Rocha, as sofisticadas produções artísticas de pacientes dessa instituição e a sua influência nas obras de alguns artistas do Movimento Modernista de São Paulo nas primeiras décadas do século XX.
A atividade é composta pelas seguintes ações:
18/06, sábado
10h às 13h – aula teórica na Sala 1 Oficinas (6° andar)
14h30 às 16h30 – visita mediada à exposição Raio-que-o-Parta: Ficções do Moderno no Brasil (5ºandar)
19/06, domingo
10h às 15h – caminhada nas imediações da extinta Colônia Psiquiátrica e visita mediada à exposição “Há luz atrás dos Muros” do Museu de Arte Osório Cesar (MAOC), Franco da Rocha. Sairá ônibus fretado às pessoas participantes do Sesc 24 de Maio às 09h, com previsão de chegada às 16h. Pessoas menores de 18 anos devem estar acompanhadas por responsáveis – que também devem estar inscritas na atividade.
ebó de palavras é um coletivo de mediação educativa composto por andré santos bispo e Luciane Tobias, que desenvolve proposições nutridas por saberes de matrizes africanas e afro-brasileiras – tendo como luz a pedagogia plural baseadas nas leis 10.639-03 e 11.645-08. A intenção é difundir, bem como democratizar as epistemologias e memórias afro-brasileiras e indígenas ainda presentes nas margens do campo do saber tais como da língua, saúde, arquitetura, ecologia, história, ciência, entre outros.
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Atividade integra o projeto “Por uma vida mais louca – democracia e luta antimanicomial”, que ocorre de 18 de maio (Dia Nacional da Luta Antimanicomial) a 10 de outubro (Dia Mundial da Saúde Mental), desenvolvido na intersecção das áreas de Educação para Acessibilidade e Direitos Humanos do Sesc-SP, em parceria com o Desinstitute.
Foto: Cristiane Barbosa
Inscrições a partir de 02/06
Link na Bio.
24/05/2022
Inscrições a partir de 02/06 !
Loucart & Modernismos: a quem serve a arte dos pacientes-artistas do Juquery? - Sesc São Paulo
O curso busca estabelecer o diálogo em torno de três temas que se interrelacionam: o manicômio do Juquery, criado em 1898 no município de Franco da Rocha, as sofisticadas produções artísticas de pacientes dessa instituição e a sua influência nas obras de alguns artistas do Movimento Modern...
18/05/2022
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Luta é uma palavra de muito fundamento, especialmente quando tratamos sobre Luta Antimanicomial - expandida, não só a partir do “Manifesto de Bauru” (1987), no qual teve como premissa - "Por uma sociedade sem manicômios" - mas, sobretudo, por significativas contribuições de Franz Fanon (1883-1924), Juliano Moreira (1873-1933), Virgínia Bicudo (1910-2003), Dona Ivone Lara (1921-2018), Neusa Santos Souza (1948-2008), Diva Moreira (1946), Osório Cesar (1835-1979), Nise da Silveira (1905-1999) e, entre diversas pessoas que tanto fizeram para romper com a lógica manicomial que encarcerou e violentou corpos e subjetividades negras e dissidentes.
Diante disso, neste importante dia 18 de Maio, não somente comemoramos as conquistas e avanços nas políticas e práticas na assistência à saúde mental brasileira, mas, reiteramos a importância de lembrar que essa luta, tão fundamental, ainda não acabou, pelo único fato de que ainda segue em curso, sérios retrocessos políticos e estruturais.
Foto: Isabel Baldoni/PBH
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21/03/2022
21 de março é o Dia Internacional da Luta pela Eliminação da Discriminação Racial, a data foi instituída pela ONU em memória do conhecido “Massacre de Sharpeville” ocorrido em 1960.
“Discriminação Racial significa qualquer distinção, exclusão, restrição ou preferência baseada na raça, cor, ascendência, origem étnica ou nacional com a finalidade ou o efeito de impedir ou dificultar o reconhecimento e exercício, em bases de igualdade, aos direitos humanos e liberdades fundamentais nos campos político, econômico, social, cultural ou qualquer outra área da vida pública” (Artigo I da Declaração das Nações Unidas sobre a Eliminação de Todas as Formas de Discriminação Racial).
No Brasil, mais de 50% da população é negra, é inaceitável que nos dias atuais ainda tenhamos que lutar por direitos básicos.
O Coletivo ebó de palavras tem como lema uma Educação Antirracista comprometida com a transformação social, nossas ações são pautadas no letramento racial e educação plural como ferramenta de combate à discriminação.
Deixamos o convite à refletirem sobre seus compromissos nesse dia.
Foto: