09/02/2013
É difícil encontrar, entre os 200 milhões de brasileiros, quem nunca tenha ouvido falar no PLAYCENTER. Afinal, o parque oferece ao público muita diversão em mais de 30 atrações e uma galeria de jogos, recheadas de emoção e adrenalina. Brinquedos como carrossel, carrinho de batida e montanhas-russas emocionantes são algumas das opções que o PLAYCENTER, parque de diversão mais tradicional do Brasil, possui para toda a família.
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A história
A história do PLAYCENTER começou a ser escrita quando um grupo de jovens empresários, entre eles o boliviano Marcelo Gutglas, constatou que em toda grande cidade da Europa e dos Estados Unidos havia um parque de diversões e decidiu trazer para São Paulo um pouco dessa magia, inaugurando na Marginal Tietê, em 27 de julho de 1973, um parque inovador com 20 atrações, entre brinquedos giratórios, teleférico, splash, o famoso Labirinto de Espelhos e a Super Jet, a primeira montanha-russa do país, instalados numa área de 50 mil metros quadrados. O empreendimento pioneiro logo se tornou cartão postal da cidade. No ano de sua inauguração, o PLAYCENTER realizou a primeira edição do Dia Especial (dia em que o parque abre exclusivamente para cerca de 5 mil visitantes portadores de deficiência física, mental ou sensorial). Em 1975 foi criado o ingresso Passaporte da Alegria, que dava direito a usufruir dos brinquedos (exceto os pagos à parte).Nos anos seguintes, o parque paulistano se tornou famoso ao lançar novos brinquedos cada vez mais modernos, como a montanha-russa Tornado em 1982, e promover grandes eventos. A área do parque foi ampliada para abrigar novas atrações e oferecer mais conforto e serviços aos visitantes como o Orca Show, um espetáculo de acrobacias de golfinhos (inclusive Flipper, o famoso golfinho do seriado de TV) e baleias em um tanque (1983 a 1989), e o Show dos Ursos, em que atores vestidos de ursos cantavam e dançavam. No final da década de 80, foi realizada a primeira edição das Noites do Terror, que se transformaria no evento mais rentável do PLAYCENTER a partir da próxima década.A década de 90 foi marcada por algumas inovações, entre elas o PLAYCIÊNCIA, criado em 1997 como um programa pioneiro na aplicação do conceito de “edutainment” (união dos termos educação e entretenimento em inglês) na América Latina. Nesta época, a GP Participações, que detinha 50% das ações do empreendimento, assumiu o controle da empresa. Apesar da aposta, o setor de parques de diversões como um todo decepcionou investidores nos anos seguintes, principalmente por conta da forte desvalorização do Real em 1999. E o PLAYCENTER estava no meio da crise. A controladora decidiu, em 2002, vender o empreendimento, e Gutglas, que estava afastado desde 1997, retomou a direção com o objetivo de revitalizar o parque, que não recebia investimentos desde 1998.Sua estratégia envolveu corte de custos, ampliação de eventos e mudança de foco do público dos adolescentes para a família, além da compra de novos brinquedos. No segundo semestre, o PLAYCENTER iniciou um projeto de revitalização para oferecer ainda mais conforto, segurança e atratividade. Foram investidos R$ 5 milhões na implantação de mais uma atração para toda a família, na recuperação da área física, na renovação das instalações elétricas e hidráulicas. O início de 2003 foi marcado pela inauguração do Waimea, o brinquedo de maior sucesso nos parques da Europa e dos Estados Unidos, no qual toda a família pode se refrescar com um splash de água que atinge cerca de 5 metros de altura depois que o barco faz um calmo percurso na água.Além disso, o PLAYCENTER diversificou suas atrações, oferecendo mais opções para pais que vêm para o parque brincar com seus filhos. Em 2005, o parque enfrentou uma nova perda: parte de sua área teve de ser cedida à prefeitura como pagamento de dívidas. O espaço, que chegou a ser de 110 mil m² nos tempos áureos, hoje é de 85 mil m². Mas a estratégia de reestruturação, beneficiada com o bom momento da economia em 2007, seguiu em frente. Uma das novidades foi a revitalização de atrações antigas, como a Monga (teatro em que mulher vira macaco), grande sucesso dos anos 90, para atrair saudosistas. Atualmente o parque continua investindo em shows de bandas populares entre os jovens e nas Noites do Terror, evento mais esperado por visitantes e administração.