Historia do Playcenter
para todos amantes do playcenter um pouco da historia deste parque tematico!!!!
17/01/2014
/07/2013 - 20h00 Prefeitura de SP libera construção de torres comerciais na área do Playcenter
DE SÃO PAULO
A CTLU (Câmara Técnica de Legislação Urbanística), órgão da Prefeitura de São Paulo, deu aval para que um empreendimento empresarial com duas torres de 34 andares seja construído na área do antigo Playcenter, na Barra Funda, zona oeste paulistana.
Por 15 votos a 1, ficou definido que a empresa responsável pela construção do Brasília Offices Square terá de pagar R$ 40,8 milhões em contrapartida à prefeitura, que entrarão no fundo destinado à Operação Urbana Água Branca. O valor será o mais alto já depositado na conta da operação --o shopping Bourbon, por exemplo, pagou R$ 6 milhões, em 2009.
A aprovação da CTLU é o primeiro passo para a construção do imóvel, que agora passará por um longo processo para obter os alvarás necessários para construir. Agora, o projeto será analisado pela Secretaria de Licenciamento e do Verde e do Meio Ambiente e CET (Companhia de Engenharia de Tráfego).
O empreendimento em nome de Brasília Square Empreendimentos Imobiliários terá 97.719 metros quadrados de área construída, 216 salas e 1638 vagas de carro na garagem. A Folha não conseguiu localizar os responsáveis pelo projeto.
Na área ao lado, onde ficava o estacionamento do parque de diversões, será construído um condomínio residencial da construtora PDG. O imóvel já está em fase de vendas.
O aval para o empreendimento comercial acontece antes da aprovação na Câmara Municipal do projeto que revê a Operação Urbana Água Branca, que é de 1995. O novo modelo prevê construções de uso misto (comercial e residencial num mesmo prédio) para ocupar áreas ainda vazias da região da Barra Funda.
Parte dos investimentos com a contrapartida terá que custear obras para melhorar o trânsito carregado da região e de drenagem, já que trata-se de uma área de muitos alagamentos. (GIBA BERGAMIM JR)
Nos os adms no boomerang
11/04/2013
Playcenter não vai reabrir as portas em Julho
O Playcenter não vai reabrir as portas em julho, conforme chegou a anunciar em julho do ano passado, quando encerrou 39 anos de atividades. No antigo terreno, que permaneceu vazio desde o desmonte dos brinquedos, está hoje o Circo Tihany, cuja temporada em São Paulo irá até o dia 14 de abril — podendo ser estendida.
Conforme nota divulgada pelo Grupo Playcenter, em julho de 2012, a previsão de investimento para a reabertura era de R$ 40 milhões, incluídos no valor os custos de projeto, as obras de infraestrutura, a aquisição de equipamentos inéditos e o lançamento do novo parque. “A capacidade máxima será de 4,5 mil visitantes por dia”, chegou a prever a nota.
Sem previsão / Questionado nesta quinta-feira sobre o início das obras do futuro parque a tempo de reabrir nos próximos meses, dada a presença do circo, o Grupo Playcenter afirmou por meio de nota que ainda não tem prazo para a reabertura.
“No momento, o projeto de implantação do novo Playcenter aguarda as aprovações dos órgãos públicos competentes, relativas às suas novas instalações e à importação de equipamentos. O novo parque trará a São Paulo um conceito de diversão inédito no Brasil, projetado sob medida para que os pais possam brincar e interagir com seus filhos, seguindo uma tendência mundial, com atrações inéditas, muito verde, conteúdo temático e educacional e interatividade”, diz a nota.
amanha colocaremos videos de nos os ADMS nos brinquedos ate amanhã pessual 1 otima noite!!!!!
09/02/2013
Esse lugar é inesquecivel
09/02/2013
É difícil encontrar, entre os 200 milhões de brasileiros, quem nunca tenha ouvido falar no PLAYCENTER. Afinal, o parque oferece ao público muita diversão em mais de 30 atrações e uma galeria de jogos, recheadas de emoção e adrenalina. Brinquedos como carrossel, carrinho de batida e montanhas-russas emocionantes são algumas das opções que o PLAYCENTER, parque de diversão mais tradicional do Brasil, possui para toda a família.
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A história
A história do PLAYCENTER começou a ser escrita quando um grupo de jovens empresários, entre eles o boliviano Marcelo Gutglas, constatou que em toda grande cidade da Europa e dos Estados Unidos havia um parque de diversões e decidiu trazer para São Paulo um pouco dessa magia, inaugurando na Marginal Tietê, em 27 de julho de 1973, um parque inovador com 20 atrações, entre brinquedos giratórios, teleférico, splash, o famoso Labirinto de Espelhos e a Super Jet, a primeira montanha-russa do país, instalados numa área de 50 mil metros quadrados. O empreendimento pioneiro logo se tornou cartão postal da cidade. No ano de sua inauguração, o PLAYCENTER realizou a primeira edição do Dia Especial (dia em que o parque abre exclusivamente para cerca de 5 mil visitantes portadores de deficiência física, mental ou sensorial). Em 1975 foi criado o ingresso Passaporte da Alegria, que dava direito a usufruir dos brinquedos (exceto os pagos à parte).Nos anos seguintes, o parque paulistano se tornou famoso ao lançar novos brinquedos cada vez mais modernos, como a montanha-russa Tornado em 1982, e promover grandes eventos. A área do parque foi ampliada para abrigar novas atrações e oferecer mais conforto e serviços aos visitantes como o Orca Show, um espetáculo de acrobacias de golfinhos (inclusive Flipper, o famoso golfinho do seriado de TV) e baleias em um tanque (1983 a 1989), e o Show dos Ursos, em que atores vestidos de ursos cantavam e dançavam. No final da década de 80, foi realizada a primeira edição das Noites do Terror, que se transformaria no evento mais rentável do PLAYCENTER a partir da próxima década.A década de 90 foi marcada por algumas inovações, entre elas o PLAYCIÊNCIA, criado em 1997 como um programa pioneiro na aplicação do conceito de “edutainment” (união dos termos educação e entretenimento em inglês) na América Latina. Nesta época, a GP Participações, que detinha 50% das ações do empreendimento, assumiu o controle da empresa. Apesar da aposta, o setor de parques de diversões como um todo decepcionou investidores nos anos seguintes, principalmente por conta da forte desvalorização do Real em 1999. E o PLAYCENTER estava no meio da crise. A controladora decidiu, em 2002, vender o empreendimento, e Gutglas, que estava afastado desde 1997, retomou a direção com o objetivo de revitalizar o parque, que não recebia investimentos desde 1998.Sua estratégia envolveu corte de custos, ampliação de eventos e mudança de foco do público dos adolescentes para a família, além da compra de novos brinquedos. No segundo semestre, o PLAYCENTER iniciou um projeto de revitalização para oferecer ainda mais conforto, segurança e atratividade. Foram investidos R$ 5 milhões na implantação de mais uma atração para toda a família, na recuperação da área física, na renovação das instalações elétricas e hidráulicas. O início de 2003 foi marcado pela inauguração do Waimea, o brinquedo de maior sucesso nos parques da Europa e dos Estados Unidos, no qual toda a família pode se refrescar com um splash de água que atinge cerca de 5 metros de altura depois que o barco faz um calmo percurso na água.Além disso, o PLAYCENTER diversificou suas atrações, oferecendo mais opções para pais que vêm para o parque brincar com seus filhos. Em 2005, o parque enfrentou uma nova perda: parte de sua área teve de ser cedida à prefeitura como pagamento de dívidas. O espaço, que chegou a ser de 110 mil m² nos tempos áureos, hoje é de 85 mil m². Mas a estratégia de reestruturação, beneficiada com o bom momento da economia em 2007, seguiu em frente. Uma das novidades foi a revitalização de atrações antigas, como a Monga (teatro em que mulher vira macaco), grande sucesso dos anos 90, para atrair saudosistas. Atualmente o parque continua investindo em shows de bandas populares entre os jovens e nas Noites do Terror, evento mais esperado por visitantes e administração.
09/02/2013
O parque
Anualmente, cerca de 1.5 milhões de pessoas visitam o PLAYCENTER, que tem capacidade de receber 8 mil visitantes por dia em suas 35 atrações, distribuídas em uma área de 85 mil m². Os meses de pico de freqüência são agosto e setembro, quando são realizadas as tradicionais Noites do Terror. Para receber bem todo esse público, além dos brinquedos, o parque conta com praça de alimentação com quatro lanchonetes (Doce Tentação; Gigantona, que vende pizzas por pedaços; West Burger que serve sanduíches de hambúrguer bovino, de filé de frango e de carne de peru; e Splash Hot & Light, com deliciosos crepes salgados e doces, lasanha à bolonhesa, salada de frango, refrigerantes, chás e sucos), sete quiosques de lanches e doces (como churros e algodão doce) espalhados pelo parque, cinco sanitários (quatro são adaptados para deficientes físicos), 20 bebedouros, dois balcões de informações, uma loja de suvenires, quatro telefones públicos, um ambulatório e um fraldário. Como o parque recebe muitas excursões escolares, existe uma sala especial dedicada aos professores com três computadores, sofás, mesas, televisão e DVD. O estacionamento do parque, que custa em torno de R$ 17,00, tem 480 vagas para carros ou ônibus, e perto da bilheteria, existem dois caixas eletrônicos.
09/02/2013
Categoria: Adrenalina
LOOPING STAR: montanha-russa com um looping (curva de 360º) de mais de 20 metros de altura e 750 metros de extensão. Os vagões levam até 56 pessoas por vez e chegam a uma velocidade de 90 km/h. A brincadeira dura cerca de 2 minutos.
WINDSTORM: montanha-russa alemã de 15 metros de altura, com um percurso cheio de curvas fechadas e descidas vertiginosas. Para quem gosta de alta velocidade, a queda pode chegar a mais de 55 km/h.
BARCA VIKING: Brinquedo em forma de barco que balança de um lado para o outro como um pêndulo, ganhando altitude e velocidade. Comporta 54 pessoas por vez e dura 3 minutos e meio.
BOOMERANG: é a montanha-russa amarela e vermelha que pode ser vista de fora do parque. O próprio nome já indica: depois de passar por todo o circuito de curvas, subidas e descidas vertiginosas, parafusos e loopings (dois deles imitam o formato de um bumerangue), os carrinhos voltam pelo mesmo caminho, só que de costas. A brincadeira começa com os vagões sendo içados por uma rampa, de costas, a uma de altura de 35.5m, e de lá, lançados para baixo. A velocidade desta montanha russa é de 75 Km/h. Comporta 28 pessoas por vez, e a alucinante viagem dura quase dois minutos.
CASTELOS DOS HORRORES: labirinto escuro com instalações que exploram medo e terror, com monstros e personagens assustadores (como uma garota possuída por demônios, um assassino “açougueiro” e um anão sanguinário). Os efeitos de som e luz e as aparições oportunas dos atores tornam o passeio mais emocionante e surpreendente.CATACLISMA: Duas gôndolas com capacidade de 20 pessoas cada uma giram em torno de um eixo central durante 2 minutos como ponteiros de um relógio. À medida que ganha velocidade, chega a completar 360º de rotação deixando os visitantes de cabeça para baixo.
DOUBLE SHOCK: Duas gôndolas presas a um eixo central como ponteiros de relógio que giram para cima e para baixo. As cadeiras ficam sempre paralelas ao chão. A emoção está nas quedas. Comporta 32 pessoas por vez, e tem duração de 3 minutos.
EVOLUTION: uma verdadeira centrífuga humana que mistura altura e velocidade. Os visitantes ficam em gôndolas, devidamente presos aos seus assentos, e são girados durante 2 minutos e meio em torno do eixo do brinquedo e para cima e para baixo. As gôndolas giram em torno do próprio eixo a 10 km/h e em torno do eixo central, a 2.5 km/h. O brinquedo tem capacidade para 40 pessoas por vez.
SKY COASTER: o campeão no medidor de adrenalina. Até três visitantes por vez são envoltos em um colete que cobre dos pés ao pescoço, presos a cabos de aço (capacidade para agüentar até 2 toneladas) e içados a uma altura de 60 metros (equivalente a um prédio de 18 andares) na extremidade de uma das torres.
TURBO DROP: se a queda livre de uma altura de 60 metros já parece bastante emocionante, imagine se ela superar a força da gravidade. Nesta atração as cadeiras dos visitantes despencam lá to topo (altura equivalente a um prédio de 18 andares) a 60,4 km/h, causando o efeito chamado de gravidade negativa. A queda chega a ser 2 vezes maior do que a força da gravidade. O brinquedo é uma das estrelas do parque e também um dos campeões de filas. A subida e a queda duram, juntas, pouco mais de 1 minuto.
09/02/2013
Categoria Emoção
ARVORISMO: versão infantil do esporte, que consiste em atravessar pontes no topo de árvores altas e descer por meio de uma tirolesa.
AUTO-PISTA: Colisões, ultrapassagens arriscadas e alta velocidade. Aqui a única regra é pisar fundo.
CRAZY PARTY: através das pequenas telas em óculos especiais os visitantes vêem o ambiente do game eletrônico em que devem andar pelo PLAYCENTER abandonado matando monstros pelo caminho. Os tiros de revólver e socos são acionados pelo controle. Os jogadores ficam em poltronas com sensores de som e movimento. Em determinado momento, os jogadores têm de gritar e bater os pés no chão. Em seguida, aparece na tela um placar indicando o mais animado e mais quieto. Os aparelhos e controles são gastos e alguns apresentam falhas de comandos, som, visualização e fixação na cabeça. O jogo dura 11 minutos e podem brincar até 20 pessoas por vez.
SPLASH: com seus 10 barcos em forma de troncos de árvore, a tradicional atração aquática faz sucesso em dias quentes. O percurso “acidentado” lembra um rafting e culmina em uma queda. Cada barco tem 5 lugares e o percurso leva cinco minutos.
SWING DANCE: brinquedo que consiste em uma plataforma que gira rapidamente, lembrando um disco na vitrola. Os visitantes ficam sentados em cadeiras ao redor da plataforma, devidamente protegidos por travas de segurança.
WAIMEA: um barco com 20 lugares percorre um pequeno trecho de canal e desce por uma rampa de 15 metros espirrando um grande volume de água em todos os passageiros. Visitantes podem ficar em uma ponte estrategicamente localizada perto do ponto de queda, sendo também atingidos pela onda. O nome do brinquedo remete à palavra que designa a maior onda do Havaí. O percurso tem 2 minutos de duração. A atração custou R$ 5 milhões e foi adquirida pelo parque em 2003
WAVE SW***ER: brinquedo giratório em forma de chapéu mexicano com 32 cadeiras, cada uma suspensa por cabos laterais. Quando o chapéu gira rápido, as cadeiras “voam” em volta do eixo durante 2 minutos e meio. Os movimentos do topo do chapéu fazem com que os visitantes sejam lançados para cima e para baixo durante as voltas. Cuidado para não bater os pés em caixas de som e degraus na hora em que o brinquedo perde velocidade.
MAGIC MOTION: simulador em formato de cinema (com poltronas e telão) localizado dentro de um enorme globo de metal. Os visitantes experimentam a sensação de passar por aventuras como uma montanha-russa quebrada e outras situações emocionantes. Os movimentos das cadeiras completam o filme. Comporta 48 pessoas por vez e tem duração de 7 minutos.
O MISTÉRIO DA MONGA: apresentação de cerca de 10 minutos em que os visitantes presenciam a transformação de uma bióloga chamada Júlia em gorila graças a um criativo jogo de espelhos e luz. O ambiente é um barraco escuro decorado com temas africanos. Sucesso nos anos 80, a atração voltou ao parque em novembro de 2007, atendendo à vontade dos saudosistas. São feitas 36 apresentações por dia para até 40 pessoas por vez.RODA GIGANTE: como qualquer parque de diversões que se preze, o PLAYCENTER tem uma roda gigante. Perto dos outros brinquedos, não é muito emocionante. Mas a vista panorâmica que o brinquedo proporciona faz a volta valer. O brinquedo comporta até 100 pessoas de uma vez, nas suas 20 gôndolas. Cada ciclo dura 3 minutos.
09/02/2013
Categoria Infantil
BARCA PIRATA: versão infantil do Barco Viking que comporta 24 pessoas por vez e tem 2 minutos de duração.
HAPPY MOUNTAIN: montanha-russa cor-de-rosa para crianças, com apenas 4 metros de altura. É um dos brinquedos com selo Carbono Neutro, o que significa que todo carbono emitido por ele é neutralizado por mudas plantadas pelo parque em uma horta.
CARROSSEL CAVALINHOS: parte do circuito para crianças, o tradicional carrossel tem cavalinhos que sobem e descem sobre uma plataforma circular que gira em torno de si mesma durante 2 minutos. Há 38 lugares.
CONVOY RACE: comboio de 6 mini-caminhões coloridos sobre trilhos. As crianças não podem controlar os carrinhos, mas podem acender e apagar os faróis. Podem brincar até 24 crianças por vez. Cada volta dura 3 minutos e meio.
DRAGON: montanha-russa em forma de dragão para crianças. Podem brincar 20 visitantes por vez.
DUMBINHO: em carrinhos em forma de elefantinho, as crianças sobem e descem ao redor de uma torre. São 6 carrinhos de dois lugares cada e 2 minutos de diversão.
FIRE CHIEF: carro de bombeiro que gira, sobe e desce preso a um eixo central, com velocidades diferentes, ideal para crianças. Podem brincar até 24 pessoas por vez, durante 2 minutos por grupo.
FROG HOPPER: gôndola que se movimenta para cima e para baixo durante dois minutos, imitando um elevador. Versão infantil do Turbo Drop, que comporta 6 crianças por vez.
JUMBO: carrinhos em forma de elefantinhos que giram em torno de um eixo. Parecido com o Dumbinho, porém maior. Brincam 20 crianças por vez durante 2 minutos.
MINI PISTA: versão infantil dos carrinhos de bate-bate. São 8 carros de 2 lugares, e a brincadeira dura 2 minutos.
RIO GRANDE: mini-locomotiva para as crianças com ambientação que lembra o velho oeste norte-americano. O trem tem 4 vagões e comporta 14 pessoas por vez.
SAMBA BALOON: brinquedo com balões infláveis, uma versão dos brinquedos tipo xícara giratória. O ciclo dura 2 minutos, e cada gôndola tem 4 lugares (a capacidade é de 32 pessoas por vez).
TRENZINHO: pequena locomotiva com trenzinho de 4 vagões para as crianças em um ambiente ajardinado. Uma máquina de bolinhas de sabão dá o clima lúdico e atrai às crianças. Podem brincar até 14 pessoas por vez.Além disso, o PLAYCENTER oferece atrações que tem como objetivo a conscientização ambiental como o ESPAÇO AMBIENTAL, labirinto sensorial que explora temas relacionados aos problemas ambientais, onde cada trecho foi desenvolvido para que os visitantes “sintam na pele” as preocupações ambientais, como uma sala que parece uma sauna, que trata do aquecimento global; e o ESPAÇO FLORESTAS DO FUTURO E CORREDORES AMBIENTAIS, onde ocorre uma visita monitorada a um espaço com mudas de árvores nativas da Mata Atlântica, mantido em parceria com a organização SOS Mata Atlântica. Os problemas ambientais (e as soluções) são abordados também em três muros pintados. Um deles, dedicado aos números do PLAYCENTER, com informações sobre o que o parque faz pelo planeta (como triagem de lixo). Alguns brinquedos têm o selo ”Carbono Neutro”, que significa que o carbono que emitem é absorvido pelas plantas deste espaço.
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São Paulo, SP