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Cursos, material didático e consultoria voltados aos profissionais da área da saúde que trabalham com movimento.

Photos from Bioleex's post 15/09/2021

Os instrumentos usados para o registro das forças no movimento da corrida são: a Plataforma de Força de Reação do Solo (FRS), que mede o impacto a cada passo da corrida e, a Palmilha de Distribuição de Pressão Plantar que registra a distribuição da força na planta do pé em cada passo da corrida.
Uma revisão de literatura de 2020 dos autores Sun e colaboradores publicada na revista Journal of Sports Science and Medicine apresentou resultados de estudos com base nos instrumentos destacados acima. A influência da quantidade de ilhós e do tipo de amarração dos tênis de corredores nos valores de impacto e pressão plantar foram registrados com a plataforma de FRS e a palmilha de distribuição de pressão plantar, respectivamente.
Os ilhós do calçado de corrida são os furos localizados no cabedal (parte superior) do calçado para passar o cadarço e fazer a amarração adequada no tênis. Os sete pares de ilhós devem ser usados para amarração correta do calçado para a corrida e a amarração deve ser firme.
Caso o corredor não use todos os ilhós para amarrar o calçado esportivo com firmeza, o controle do impacto será prejudicado, bem como, a distribuição de pressão plantar. A amarração incompleta e frouxa compromete o controle da desaceleração do corpo a cada passo da corrida, favorecendo o aumento da sobrecarga no aparelho locomotor. Além disso, picos de pressão mais intensos nas regiões do calcanhar e borda lateral do pé são evidenciados quando a amarração está incompleta e frouxa, podendo acarretar no aumento da calosidade local ou em lesões tegumentares, como bolhas e feridas.
O resultado mais curioso discutido nesta pesquisa foi a evidência de que somente os corredores com nível técnico elevado e grande experiência na corrida foram capazes de perceber tais diferenças cinéticas no movimento. Corredores menos experientes não identif**aram tais diferenças, principalmente, com relação aos diferentes tipos de amarrações usados nos calçados de corrida. O uso de tal informação por instrutores de corrida pode ser relevante para reduzir as forças que o corpo recebe em cada sessão de treino de corrida.
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Photos from Bioleex's post 13/09/2021

Os ilhós do calçado de corrida são os furos localizados no cabedal (parte superior) do calçado para passar o cadarço e fazer a amarração adequada para uso deste acessório na corrida. Mas, como os ilhós podem afetar a estabilidade do passo na corrida? Quantos ilhós são necessários para garantir esta estabilidade? O tipo de amarração pode comprometer a estabilidade do calçado para corrida?
Uma revisão de literatura de 2020 dos autores Sun e colaboradores publicada na revista Journal of Sports Science and Medicine apresenta as respostas para estas perguntas. Segundo tal publicação, o calçado esportivo que garante melhor controle de estabilidade do pé no movimento da corrida é o que contém 7 pares de ilhós na região do cabedal. Todos eles devem ser usados para amarrar adequadamente o calçado esportivo para que este acessório não prejudique a estabilidade do pé a cada passo da corrida.
Desta forma, o tipo de amarração clássica, que usa todos os ilhós do calçado esportivo, sempre cruzando o transpasse do cadarço para ajustar o cabedal no dorso do pé, mostrou ser o mais indicado para o controle da estabilidade, particularmente, a do calcanhar no início da fase de apoio da corrida. Outra consideração importante do artigo é que a amarração deve ser forte para garantir o ajuste correto do pé dentro do calçado.
Um movimento que pode ser potencializado com uma amarração incompleta e frouxa, permitindo que o pé fique solto dentro do calçado, é a velocidade de pronação do retro pé. O aumento da velocidade de pronação do retro pé pode afetar o alinhamento dos membros inferiores a cada passo da corrida, provocando movimentos compensatórios, como o valgo dinâmico, devido à instabilidade da base de apoio, aumentando o risco de lesões como a síndrome da dor patelofemoral.
Será que a amarração do calçado esportivo pode também influenciar o controle do choque mecânico e da pressão plantar na corrida? Responda nos comentários deste post.
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11/09/2021

Você já deve ter ouvido falar de corredores com pisada neutra, corredores supinadores e corredores pronadores, mas você entende estas definições?
Os corredores com pisada neutra são aqueles que realizam a fase de apoio da corrida com o movimento do pé no plano frontal considerado o mais desejado, o melhor tecnicamente. No início do apoio o corredor coloca a porção lateral do calcanhar no solo, este movimento é conhecido por supinação. Na sequência, apoia toda a região da sola do pé no chão, enquanto transfere o peso do corpo para frente. Quando o peso corporal f**a mais concentrado na parte anterior do pé, o corredor realiza a pronação, empurrando o solo no final do apoio com o peso do corpo mais concentrado na borda medial do pé.
Percebam que, na descrição anterior, o pé desenrola no solo da lateral para medial na fase de apoio da corrida. Este movimento permite que o corpo crie uma importante estratégia de controle de carga, já que o pé, a cada passo, desenrola no solo e não realiza um passo duro, com o pé chapado no solo.
Quando o corredor faz principalmente a supinação, portanto é considerado um supinador típico, ele concentra o peso corporal durante toda fase de apoio da corrida na borda lateral do pé. Quando pronador típico, o peso corporal do corredor na fase de apoio da corrida f**a concentrado na borda medial do pé com o solo. Nestas duas condições, a estratégia de desenrolar o pé no solo é comprometida e, a cada passo, o controle do choque mecânico será menos ef**az do que na corrida com pisada neutra.
Você sabe como a amarração do calçado esportivo pode influenciar estes movimentos de tornozelo? Responda nos comentários deste post.
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10/09/2021

Pessoal. Passando aqui para divulgar este mini-curso gratuito que será ministrado pela Prof sobre calçados e corrida, atebdendo a pedidos de nossos alunos. Inscreva-se, participe e receba seu ebook gratuito sobre calçados esportivos e lesões no perfil . Com ele, você pode ir se preparando para o curso. Até lá. educaçãofísica























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Photos from Bioleex's post 09/09/2021

Como a está falando sobre calçados esportivos nestes últimos posts e continuaremos nesta temática por algum tempo, pensamos que seria bem interessante todos vocês conhecerem de fato todas as estruturas que compõem um calçado esportivo.
Cabedal
É a parte superior, o corpo do tênis. Ele tem a função de proteger seus pés e garantir o conforto necessário. Ele varia de formato (cano alto, cano baixo) e materiais (couro ou algodão) de acordo com as demandas do esporte para o qual foi feito.
Entressola
É a parte do tênis localizada entre o cabedal e o solado e normalmente se assemelha a uma espuma macia. A maior parte das entressolas é feita com poliuretano (PU) ou EVA.
Solado
Por estar em contato com o solo, é a parte do tênis que deve garantir a tração e a estabilidade ao mesmo tempo. Os tênis de corrida que devem ser leves e maleáveis geralmente têm solados flexíveis e de pouca espessura. Para os calçados desenvolvidos para atividades outdoors geralmente se encontram solas super-resistentes e que protegem os pés dos terrenos acidentados e/ou repletos de pedras e pedregulhos.
Talão
É a estrutura que sustenta o calcanhar e posiciona o tornozelo corretamente dentro do tênis.
Sistema de amarração
É a estrutura formada pelo cadarço e os passantes, fundamental para a firmeza dos pés dentro do tênis. Existem cadarços mais resistentes e que têm passantes em forma de alças. Já os calçados para corrida de velocidade devem permanecer firmes, mas sem apertar muito.
Não perca nosso próximo post que falará de vantagens e desvantagens de cada sistema de amarração. Escreva se você acha que a amarração tem influência nas lesõe e enquanto isso clique na bio da e recebe o ebook sobre calçados esportivos e lesões.























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05/09/2021
03/09/2021

Baixe gratuitamente o e-book clicando na bio do Instagram e assista a Live Mitos e verdades sobre os calçados esportivos na corrida no Youtube (https://youtu.be/e8s_kzrclce). Aproveite o conteúdo!
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03/09/2021

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08/08/2021

A Ginástica Rítmica é um esporte de grande tradição. Ela é praticada desde o final da Primeira Guerra Mundial, mas só foi batizada com o nome que conhecemos hoje, pelos Russos, em 1946, devido à utilização da música e de movimentos da dança nas rotinas das atletas.
As rotinas das atletas de Ginástica Rítmica incluem o uso de movimentos de dança bem complexos, como giros sobre um pé e saltos com grau de dificuldade elevado, que devem ser executados com grande elegância e plasticidade. Além disso, devem lançar e retomar com grande precisão os elementos característicos da modalidade (corda, arco, bola, maças e fita), sem deixá-los caírem ou saírem do tablado.
Nas Olimpíadas, a Ginástica Rítmica teve sua estreia em 1984, em Los Angeles. Com a exposição da modalidade esportiva para o mundo, novas regras foram criadas como: a idade mínima das atletas em competições oficiais, a obrigatoriedade de a atleta participar de quatro provas entre as cinco existentes (corda, arco, bola, maças e fita) no individual, e, no conjunto com cinco atletas, em uma das rotinas um elemento é trocado entre elas (cinco bolas, por exemplo) e na outra rotina dois elementos são trocados entre as atletas (três arcos e duas maças, por exemplo). Os elementos usados pelas atletas nas rotinas das Olimpíadas são definidos anteriormente e todos os países devem respeitar tal escolha.
O tempo de prova varia de 75 a 90 segundos. Considerando que, neste curto período de tempo as atletas devem fazer rotinas bem dinâmicas, com trocas de posição constantes, saltos, giros e lançamentos e retomadas de um ou dois elementos (dependendo da modalidade), o preparo físico das atletas deve ser bastante intenso. Sendo o treinamento de resistência para suportar as características desta modalidade esportiva um dos fatores para controlar lesões musculoesqueléticas. As articulações de tornozelo, joelho, quadril e coluna lombar são as mais expostas às lesões de tecidos moles, cápsulas, ligamentos e tendões musculares.

07/08/2021

A canoagem de velocidade é uma modalidade esportiva presente nos Jogos Olímpicos desde a Olimpíada de Berlim em 1936. Esta prova é dividida em função dos tipos de barco, que podem ser o caiaque, prova K, e a canoa, prova C. Para cada tipo de prova existem ainda diferentes categorias determinadas pelo número de atletas presentes na disputa e pela distância a ser percorrida. O número de atletas no barco pode ser 1 (K-1 ou C-1), 2 (K-2 ou C-2) ou 4 (K-4 ou C-4), e; as distâncias percorridas podem ser de 200m, 500m ou 1000m.
Os dois brasileiros de destaque na canoagem de velocidade com canoa são Erlon de Souza e Isaquias Queiroz dos Santos, medalhistas de prata na categoria C-2 1000m, nas Olimpíadas do Rio de Janeiro de 2016. Isaquias, nesta mesma olimpíada, conquistou também as medalhas de prata na categoria C-1 1000m e de bronze na C-1 200m; tornando-se o atleta brasileiro mais premiado neste esporte. 
E Isaquias Queiroz não parou por aí, nesta madrugada, nos Jogos Olímpicos de Tóquio, o atleta se destacou novamente na prova C-1 1000m, conquistando mais uma medalha de Ouro para o Brasil.
Devido ao tipo de movimento usado para propulsionar o barco em grande velocidade, a articulação do ombro torna-se aquele mais exposta à lesão por esforço repetitivo, combinando principalmente os movimentos de adbução com rotação de ombro. De acordo com Isorna-Folgar et al (2021), o ombro é a articulação que apresenta maior índice de lesão, sendo necessário trabalhar muito sua estabilidade com o fortalecimento dos músculos do manguito rotador e deltoide; além do importante trabalho de fortalecimento dos músculos estabilizadores da escápula, trapézio inferior, serrátil posterior superior e romboides maior e menor.

 

05/08/2021

O KARATÊ estreia amanhã em Tokyo e é um dos novos esportes que você pôde acompanhar nesta edição dos Jogos Olímpicos. Em Tóquio, a modalidade se dividirá em duas categorias (ou disciplinas): o kumite e o kata, que classif**arão os atletas de acordo com o peso dos mesmos, como já é feito nas outras lutas.
No kata é realizada uma simulação de luta na qual os atletas executam movimentos de ataque e defesa, dentre os 102 movimentos reconhecidos pela Federação Mundial de Karatê, e são julgados por fatores como força, velocidade, ritmo, equilíbrio, solidez, clareza e outros. O kumite é a luta real entre dois atletas, que se enfrentam em uma área de 8mx8m, e tem como objetivo acertar uma série de golpes na área alvo do corpo do oponente. O ganhador será aquele que acumular oito pontos a mais que o seu adversário durante a luta, ou que conseguir mais pontos no tempo designado de três minutos.
Apesar do Japão ser a nação natal desta antiga arte marcial, que é um dos esportes mais populares do mundo, é a Espanha que está no topo no topo do ranking mundial do kata tanto no masculino quanto no feminino: Sandra Sánchez e Damián Quintero vão estar entre os favoritos no evento.
Sanchez de 39 anos, que vocês assistem no vídeo do canal olímpico ( (olympics.com) fazendo um belo treinamento funcional em casa para as competições é Campeã Mundial de 2018, pentacampeã europeia e acaba de entrar para os livros de recordes como a karateca com o maior número de medalhas na história do circuito internacional.
Nosso canal deseja sucesso a todos os atletas estreantes!!!






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