Circula nas redes um vídeo de uma reportagem nos EUA, com Donald Trump ao fundo, falando sobre uma “vitamina” que poderia ajudar no autismo, o que gerou muita repercussão por simplificar um tema complexo.
O ácido folínico (vitamina B9 ativa) pode ajudar em alguns casos específicos, melhorando funções cerebrais, mas não é cura. O desenvolvimento continua sendo essencial, e é no dia a dia que a criança aprende, evolui e se regula.
Na Brain2Be, desenvolvemos um método focado no desenvolvimento do cérebro autista, trabalhando habilidades socioemocionais, função executiva e regulação no dia a dia. Porque mais do que buscar soluções isoladas, é a construção contínua de habilidades que realmente gera evolução.
Brain2Be
Mentes e emoções saudáveis.
12/03/2026
Hoje a .reginasuguihara realizou uma palestra para as servidoras públicas da cidade de São Paulo, em um encontro promovido pela Secretaria de Planejamento. Parabéns à secretária pela iniciativa e pelo trabalho dedicado às mulheres na gestão pública.
Durante a conversa, a Dra. Regina trouxe uma reflexão sobre a realidade de muitas mulheres que, mesmo com conquistas, responsabilidades e liderança, seguem vivendo em constante cansaço. O convite foi olhar para a própria “casa interior” e fortalecer pilares como autoconsciência, inteligência emocional e propósito.
Quando mulheres governam a si mesmas, elas transformam o mundo.
09/03/2026
A tristeza costuma ser vista como algo que precisamos eliminar rapidamente.
Mas a verdade é que algumas tristezas fazem parte do processo de reorganizar a vida.
Quando algo que tem valor profundo se perde, surge o luto.
E o luto, apesar da dor, também pode transformar nossa forma de ver o mundo, nossas prioridades e o valor dos vínculos que construímos.
A tristeza não é a emoção dos fracos.
Ela é a emoção daqueles que tiveram coragem de amar.
Neurociência
Brain2Be
23/02/2026
Saúde mental não é fragilidade.
E insegurança psicológica não é detalhe.
Ambientes precisam mudar.
E pessoas precisam de proteção.
Transformar cultura e desenvolver competências não são caminhos opostos — são complementares.
A pergunta é:
o que você pode mudar hoje?
02/02/2026
Insônia não é apenas um problema do sono.
É um sinal de um cérebro que aprendeu a viver em alerta.
Quando ensinamos o cérebro a se sentir seguro novamente,
o sono deixa de ser uma luta — e volta a ser um processo natural.
30/01/2026
O que vimos em Florianópolis não é apenas um crime.
É um sinal de que estamos falhando na formação emocional dos nossos adolescentes.
Empatia, autocontrole e responsabilidade não surgem do nada.
Elas são construídas — ou negligenciadas.
Educação socioemocional não é discurso.
É prevenção baseada em neurociência.
Se quisermos uma sociedade mais humana,
precisamos começar antes da tragédia.
28/01/2026
Foi daí que nasceu NOLT.
NOLT vem de New Older Trending Life.
Uma nova forma de viver a maturidade — não como fim, mas como tendência.
Não é sobre parecer jovem.
Não é sobre negar a idade.
É sobre atualizar a forma de viver o tempo que temos.
NOLT é a escolha consciente de não deixar que a idade dite o limite da mente, da curiosidade e do aprendizado.
Durante anos, fomos ensinados que envelhecer é perder:
foco, memória, relevância, energia.
Mas hoje, a ciência e a experiência mostram outra coisa:
* o cérebro continua aprendendo;
* a maturidade amplia a consciência;
* o propósito se aprofunda.
Aprendi que envelhecer sem consciência é repetir padrões.
E que envelhecer com consciência é refinar escolhas.
NOLT é isso.
Não é fazer mais.
É fazer melhor.
Com mais presença.
Mais intenção.
Mais sentido.
Se isso é envelhecer, eu fico.
E você?
Como imagina a sua própria New Older Trending Life?
06/01/2026
A palavra escolhida para o ano não descreve apenas uma tendência digital.
Ela revela um estado neuroemocional coletivo.
O chamado rage bait funciona porque explora um mecanismo primitivo do cérebro:
a ativação do sistema de ameaça.
Quando a amígdala assume o comando, o pensamento crítico diminui, a impulsividade aumenta e a reação vem antes da escolha.
Isso não é fraqueza individual.
É sobrecarga emocional contínua, alimentada por estímulos que não informam — apenas provocam.
O problema não é sentir raiva.
O problema é viver em um ambiente que treina o cérebro para reagir o tempo todo, sem pausa, sem filtro, sem consciência.
Cada clique movido pela indignação reforça esse circuito.
Cada pausa consciente fortalece a função executiva.
Na Brain2Be, falamos de algo essencial para este tempo:
aprender a reconhecer gatilhos, recuperar o leme interno e escolher respostas — em vez de operar no piloto automático.
Cuidar do cérebro hoje é também aprender a não ser manipulado por ele.
02/01/2026
Mudança real no cérebro não acontece em picos emocionais.
Ela acontece quando um mesmo circuito é ativado, repetidas vezes, em condições possíveis de sustentar.
A neurociência chama isso de neuroplasticidade.
Desde os estudos clássicos de Donald Hebb, sabemos que conexões neurais se fortalecem quando são repetidamente ativadas — não quando são apenas intensas.
Motivação é estado instável.
Ela depende de contexto, emoção e energia.
A repetição consciente cria familiaridade, reduz esforço cognitivo e permite que o cérebro aprenda um novo padrão.
Por isso, o início do ano não precisa ser marcado por grandes resoluções.
Pode ser marcado por pequenos retornos ao que importa.
O cérebro não precisa de promessas.
Precisa de continuidade.
Em 2026, talvez o gesto mais inteligente não seja exigir mudança,
mas repetir, com gentileza, aquilo que você quer fortalecer.
Isso é ciência.
E também é cuidado.
Chegamos ao fim de mais um ciclo.
E, para muitos cérebros, o que aparece não é descanso — é exaustão.
Do ponto de vista da neurociência, o cansaço extremo não está ligado à falta de força de vontade.
Ele surge quando o sistema nervoso passa tempo demais em estado de alerta, lidando com demandas constantes, decisões repetidas e pouco espaço real de recuperação.
Quando isso acontece, o cérebro entra em modo de economia:
a energia cai, a concentração diminui, a emoção oscila e até pequenas tarefas passam a exigir muito esforço.
Recuperar equilíbrio não acontece por uma virada emocional de fim de ano.
Acontece quando as bases biológicas e emocionais voltam a se organizar.
✨ Corpo
Sono, alimentação e movimento regulam diretamente o sistema nervoso.
Dormir mal, comer de forma desorganizada e ficar sedentário mantêm o cérebro em estresse fisiológico, mesmo quando “nada grave está acontecendo”.
✨ Mente
O cérebro precisa de pausas para integrar experiências.
Sem descanso mental, pensamentos ficam circulares, a ruminação aumenta e o cansaço se acumula, mesmo sem excesso de atividade.
✨ Emoção
Vínculos seguros, presença e gratidão ajudam a regular o sistema emocional.
Não eliminam dificuldades, mas reduzem a intensidade e permitem recuperação mais rápida após o estresse.
✨ Propósito
Quando existe sentido, o cérebro encontra direção.
Isso reduz conflito interno e ajuda o córtex pré-frontal a sustentar escolhas com menos desgaste.
Cuidar dessas dimensões no fim do ano não é indulgência.
É neuroproteção.
Talvez este encerramento não peça mais esforço, nem novas promessas.
Talvez peça condições reais para o cérebro se reorganizar.
29/12/2025
Todo começo de ano traz a mesma pergunta:
por que é tão difícil sustentar mudanças?
A neurociência mostra que agir sem sentido consome muita energia cognitiva.
Quando não há significado, o cérebro depende quase só de força de vontade — que é limitada e se esgota rápido.
Quando existe sentido, algo muda no cérebro.
O córtex pré-frontal integra emoção e decisão, reduz o esforço mental e sustenta escolhas com mais coerência.
Metas sem sentido costumam gerar cobrança.
E cobrança ativa o sistema de estresse, prejudicando foco, memória e constância.
Já o sentido cria outro caminho neural:
menos ruído emocional, mais organização interna, mais continuidade.
Em 2026, talvez a pergunta não seja “quais metas vou cumprir”,
mas “que sentido vai sustentar minhas escolhas”.
O cérebro não responde bem à pressão.
Ele responde a significado.
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