AEE NA PRÁTICA-Jana Massagardi

AEE NA PRÁTICA-Jana Massagardi

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�Ajudo professores de alunos com deficiências se tornarem especialistas na prática pedagógica
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Photos from AEE NA PRÁTICA-Jana Massagardi's post 17/06/2026

Antes de planejar a próxima atividade do AEE, pergunte-se:

"Estou criando possibilidades?"

Ou estou mantendo meu aluno dentro de um s**o plástico de expectativas baixas?

Porque um pequeno erro pode acabar com tudo.

Mas uma intervenção qualificada pode mudar uma vida.

👇 Comente:Aee, que eu te mostro.

15/06/2026

Planejar no AEE não é adivinhar o futuro. É construir possibilidades reais de autonomia para cada aluno.

Quando olhamos apenas para o que o aluno faz hoje, limitamos seu potencial. Mas quando planejamos considerando futuros plausíveis e preferíveis, criamos caminhos para o desenvolvimento das habilidades adaptativas que realmente fazem diferença na vida.

O foco do AEE não é prever resultados, mas organizar intervenções intencionais que ampliem oportunidades.

Quer transformar esse conceito em um plano pronto para aplicar no AEE?

Comente **PLANO** que eu vou te mostrar uma ferramenta prática para planejar habilidades adaptativas com mais clareza e intencionalidade.

15/06/2026

O AEE não é reforço escolar!

Quantas vezes você já ouviu essa frase?

Apesar de ser muito comum, ainda existe bastante confusão sobre o verdadeiro papel do Atendimento Educacional Especializado (AEE).

🔹 O AEE é um serviço voltado aos estudantes com deficiência, oferecendo recursos, estratégias e apoios que promovem acessibilidade, participação e autonomia no contexto escolar.

🔹 Já os transtornos de aprendizagem, como dislexia e TDAH, não fazem parte do público-alvo do AEE. Nesses casos, o encaminhamento adequado é para profissionais e serviços especializados, como a equipe psicopedagógica.

Compreender essa diferença é fundamental para construir um trabalho realmente adaptado às necessidades de cada estudante e garantir que cada um receba o suporte de que precisa.

📩 Envie a palavra "REFORÇO" e eu vou te mostrar o Manual do Especialista, onde explico todos os passos do AEE de forma prática e objetiva.

Photos from AEE NA PRÁTICA-Jana Massagardi's post 13/06/2026

Gostou?
Envie: Amor, que te mostro mais!

10/06/2026

Sim, você leu corretamente.
O Atendimento Educacional Especializado não foi criado para deixar a letra bonita, melhorar a caligrafia ou treinar cópias intermináveis.
Na verdade, quando um professor especialista de AEE observa uma escrita pouco funcional, sua análise não deveria começar pela letra.

Ela deveria começar pelas habilidades que antecedem a escrita.
Antes de escrever, o estudante precisa desenvolver uma série de repertórios motores, perceptivos e adaptativos.
Por isso, a pergunta não é:
"Como está a letra desse aluno?"

Mas, sim:
"Quais habilidades estão sustentando essa escrita?" ou " Quais hablidades não existem". Se essas habilidades não estiverem consolidadas, a escrita será afetada independentemente da quantidade de treino caligráfico oferecido.

É por isso que o AEE atua sobre barreiras de acesso.
Quando propõe atividades com pinças, encaixes, rosqueamento, alinhavos, modelagem, pranchas motoras, recursos de tecnologia assistiva ou adaptações de materiais, o objetivo não é "brincar".

O objetivo é desenvolver habilidades precursoras que favoreçam a participação do estudante nas atividades acadêmicas.
Mais importante ainda:
A escrita é apenas uma das formas de expressão.

Em alguns casos, o AEE também trabalha para ampliar formas alternativas de registro, comunicação e participação, respeitando as características e necessidades do estudante.

O foco não é produzir uma letra bonita.
O foco é promover funcionalidade, autonomia e acesso ao currículo.
Porque o AEE não avalia a estética da letra.
O AEE identifica barreiras e desenvolve habilidades que permitem ao estudante participar da vida escolar com maior independência.

Essa é a diferença entre treinar uma tarefa e desenvolver competências para realizá-la. Quer saber mais sobre habilidades adaptativas? Me envia: SIM, que te chamo

09/06/2026

O AEE NÃO É UMA EXTENSÃO DA SALA DE AULA.

Essa talvez seja uma das maiores confusões dentro da Educação Especial.
Quando um aluno apresenta de apoio, muitos acreditam que o papel do AEE é repetir conteúdos, refazer atividades ou dar "mais do mesmo".

Mas, pense por um instante professor,se o um aluno usa óculos,vai até o oftalmologista,o mesmo não repete a aula de matemática que ele não conseguiu aprender por não exergar.
Ele identifica a barreira visual e fornece recursos para que o estudante consiga acessar aquilo que está sendo ensinado na escola.

Na SRM onde acontece o AEE, funciona da mesma forma.

- Complementar não é repetir a aula.
- Suplementar não é oferecer mais atividades.

✅ Complementar é desenvolver habilidades, recursos e estratégias que eliminem barreiras para a participação e aprendizagem.

✅ Suplementar é ampliar oportunidades de desenvolvimento quando o estudante necessita de enriquecimento ou aprofundamento.

Enquanto o professor da sala comum ensina o currículo, o professor do AEE atua para que o estudante consiga acessá-lo.

Quando o AEE se torna uma extensão da sala de aula, perde sua essência.

Quando atua sobre as barreiras, promove autonomia, participação e inclusão de verdade.

❤️ A inclusão não acontece quando fazemos mais do mesmo.

Ela acontece quando fazemos o que é adequado para que o aluno possa chegar lá.

📌 E se você é professor(a) de AEE, escreva "AEE" nos comentários para receber mais conteúdos técnicos como este.

08/06/2026

Você não precisa ser melhor que os outros professores de AEE.

Precisa apenas continuar quando a maioria desiste. 💙

Quem atua no Atendimento Educacional Especializado sabe que nem sempre os resultados aparecem rapidamente. Planejamento, avaliação pedagógica, adaptação de atividades, elaboração de recursos acessíveis e acompanhamento dos alunos exigem estudo, persistência e compromisso diário.

Na Educação Especial, o diferencial não está em ser perfeito. Está em continuar aprendendo, ajustando os objetivos e acreditando no potencial de cada estudante, mesmo quando os desafios parecem maiores que os avanços.

Cada plano de AEE construído com interesse individual, cada adaptação realizada e cada pequena conquista do aluno fazem parte de um processo que transforma vidas.

Não desista do seu propósito. Os resultados que hoje parecem invisíveis podem ser exatamente o que fará a diferença no futuro de um estudante.

Você já pensou em desistir de atuar no AEE? O que fez você continuar? 👇

InclusãoEscolar ProfessorDeAEE EducaçãoInclusiva Deficiência TEA Autismo AdaptaçãoCurricular PlanoDeAEE PráticasInclusivas ProfessorInclusivo EspecialistaEmAEE RecursosPedagógicos Educação

07/06/2026

Ações para finalizar o primeiro semestre de 2026.

Envie: Eu quero, que te ajudo.

05/06/2026

❓ "Você tem atividade para TEA nível 2 de suporte?"

🙄 Não inventa!

Essa pergunta parece simples, mas revela um dos maiores equívocos sobre educação inclusiva.

Não existem atividades para TEA.
Não existem recursos para deficiência.
Não existem estratégias pedagógicas definidas apenas por um diagnóstico.

Existem estudantes.

Dois alunos com o mesmo diagnóstico, a mesma idade e até o mesmo nível de suporte podem apresentar habilidades, interesses, barreiras, formas de comunicação, repertórios acadêmicos e necessidades completamente diferentes.

O papel do AEE não é escolher atividades porque o laudo diz "TEA nível 3".

O papel do AEE é realizar uma avaliação pedagógica especializada para identificar:

✔️ Quais são as potencialidades do estudante;
✔️ Quais barreiras estão limitando sua participação e aprendizagem;
✔️ Quais habilidades precisam ser desenvolvidas;
✔️ Quais recursos de acessibilidade são necessários;
✔️ Quais estratégias favorecem sua autonomia e funcionalidade.

A mesma atividade pode ser adequada para um estudante e totalmente inadequada para outro que possui exatamente o mesmo diagnóstico.

Por isso, quando alguém pergunta "qual atividade usar para TEA?", a resposta técnica é:

👉 Depende do aluno.

No AEE, o diagnóstico não determina o planejamento.

O planejamento nasce da avaliação pedagógica, da observação, da análise da funcionalidade do estudante e dos objetivos educacionais que precisam ser alcançados.

Quem trabalha com inclusão não planeja para a deficiência.

Planeja para a pessoa.

E essa diferença muda tudo.

💬 Quantas vezes você já ouviu alguém pedir uma atividade "para TEA", "para TDAH" ou "para deficiência intelectual"? Comente AEE e vamos aprofundar essa discussão.

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