Qualquer semelhança não é mera coincidência.
Solar - Escritório Modelo de Arquitetura e Urbanismo
O Solar é um Escritório Modelo de Arquitetura e Urbanismo.
+info: emausolar.blogspot.com.br/ Para mais informações:
http://www.fenea.org/projetos/EMAU
EMAU significa Escritório modelo de Arquitetura e Urbanismo, é um projeto de Extensão Universitária unida à pesquisa e ao processo de graduação. Esse escritório surge da discussão a respeito da vivência e das práticas dos estudantes de Arquitetura durante a graduação, com a finalidade não só de completar a educação universitária, mas também estabelecer uma relação transformadora com a sociedade, a
21/06/2017
* ABERTAS AS INCRIÇÕES PARA O 10º CNI - Concurso Nacional de Ideias para Reforma Urbana*
Esse ano vem com o tema ''Questionar o produto, protagonizar o processo''.
Edital: https://goo.gl/EToUJ1
Inscrições: de 20 de junho a 03 de setembro de 2017
Envio dos projetos: até 10 de setembro de 2017
Válido para todos os estudantes regularmente matriculados em instituições de ensino de Arquitetura e Urbanismo no Brasil, ou formados no ano de 2016.
Bora participar!
Estão abertas as inscrições para 10º Concurso Nacional de Ideias para Reforma Urbana, com o tema: “Questionar o produto, protagonizar o processo”.
Edital: https://goo.gl/EToUJ1
Inscrições: de 20 de junho a 03 de setembro de 2017
Envio dos projetos: até 10 de setembro de 2017
■ FeNEA – Federação Nacional das e dos Estudantes de Arquitetura e Urbanismo do Brasil e FNA – Federação Nacional dos Arquitetos e Urbanistas
''Nota escrita durante o I Conselho Nacional de Entidades Estudantis de Arquitetura e Urbanismo de 2017!
Leiam, entendam como isso nos atinge e compartilhem!
Todo o apoio a greve dos trabalhadores que ocorrerá amanhã em dezenas de cidades brasileiras!''
15/02/2016
01/12/2015
Olá galera,
é hoje, é hoje, é hoooje ... hoje tem reunião do EMAU, na sala do EMAU, com pessoas maravilhosas (INCLUSIVE VOCÊ). Vem somar nesses conosco. Todos são super bem vindos.
09/07/2014
Bom dia, pessoal! Hoje é dia de reunião! Quer saber como foi o Mutirão de domingo na Vila Zeni? Pode vir, que a gente conta! ;)
11/06/2014
Rolando agora reunião do EMAU!
06/06/2014
Tá rolando agora reunião do GT Centro! 😄
31/05/2014
Saiu a temática desse SeNEMAU que vai ser MARAVILHOSO!
VAMO?
Saiu a temática!
FAZER A CIDADE, REFAZER A NÓS MESMOS
As cidades são uma tentativa do ser humano de refazer o mundo de acordo com suas necessidades, seus desejos. Estamos, no entanto, condenados a viver neste mundo que criamos. Os centros urbanos são registros históricos em constante mudança, tornando-se o reflexo nítido das relações e desigualdades sociais com que convivemos. Além de ser um reflexo, o ambiente urbano reafirma e reproduz estas relações e conflitos. É essencial entender o ambiente construído e seu papel social ativo para avaliar a maneira como o refazemos.
Somos um país de contrastes culturais, sociais, políticos. A “exclusão” é protagonista no desenvolvimento da cidade: enquanto parte do solo urbano cresce sob as leis e planejamento, outra parte, de área significativa, é construída pelos próprios moradores através da ocupação irregular do solo, muitas vezes ambientalmente frágil, em áreas de risco ou pela aquisição de loteamentos ilegais. Ignorada pela cidade formal, o processo de construção da cidade ilegal não envolve profissionais técnicos e não observa a legislação nem as normas urbanísticas.
A cidade ilegal sustenta e é sustentada pela cidade formal, uma não existe sem a outra. A ação do poder público sobre a cidade ilegal, muitas vezes, não é baseada em princípios como o direito e a cidadania, mas em relações de favorecimento e assistencialismo. Se por um lado este contexto é funcional para fins políticos e para o mercado imobiliário, por outro ela é amplamente desfavorável para parte da população que necessita de relações mais democráticas e igualitárias.
O Brasil tem passado por grandes transformações. O êxodo para as cidades é motivado, entre outras coisas, pelo descaso com a questão da terra no país, que somado à falta de investimento em infra-estrutura tem gerado um cenário de crise urbana. No campo, os movimentos sociais apresentam pautas de luta contra a destruição dos seus meios de subsistência e modos de vida. No espaço urbano, reivindicam terras urbanizadas para garantir seu acesso à cidade. A disputa e o conflito de interesses aumentam com megaeventos, agravando problemas, como podemos notar com as remoções de milhares de pessoas em cidades-sede da Copa do Mundo de 2014.
Convivemos com os problemas urbanos gerados através de anos de desenvolvimento excludente (ou perversamente includente), que aumenta a desigualdade social, a degradação ambiental, a violência urbana, a informalidade, gerando serviços públicos de má qualidade e espaços urbanos desqualificados tanto na cidade formal quanto na cidade informal.
Nas palavras de Sérgio Ferro "a análise da arquitetura como produto da economia política pode revelar dimensões ocultas da sociedade. E que a transformação da arquitetura exige a transformação da sociedade". Poderíamos completar: a transformação da sociedade requer a nossa própria transformação.
Considerando a questão de que o tipo de cidade que é construída depende do tipo de pessoa que queremos ser, então ao deixarmos de discutir essa relação teremos abandonado a construção das cidades para os requisitos do sistema econômico vigente, a um elevado custo social.
A compreensão do contexto econômico, social, cultural e espacial no qual se inserem as relações de produção arquitetônica possibilita a formação de arquitetos e urbanistas cientes da necessidade de desenhar, projetar e construir em conjunto com as comunidades. Por isso o canteiro apresenta-se como um momento essencial de aprendizado, pesquisa e criação que deve envolver todos os produtores, um lugar onde teoria e prática se encontram, resultando em práticas transformadoras. O momento da produção assusta, seja pela diversidade de relações sociais e conflitos que contém, seja pelas possibilidades de transformação que ela potencializa. É através da aplicação do conhecimento, do saber-fazer, que nossas convenções formais podem se alterar com pertinência.
O SeNEMAU, para além de um espaço dos Escritórios Modelo de Arquitetura, pretende ser um espaço aberto de contínua descoberta da cidade como reflexo de nós mesmos, de experimentação e confluência entre teoria e prática transformadora. O desafio do fazer arquitetônico que construa uma sociedade mais igualitária e democrática é também o desafio de conduzir o processo produtivo de forma autônoma, ao valorizar e trabalhar em conjunto com a cultura arquitetônica da população, unindo pedagogia e produção.
Para isso é fundamental que os projetos de cidade sejam frutos da produção junto às comunidades e com tecnologias apropriadas ao processo coletivo. O canteiro deve se tornar um espaço de trocas e desenvolvimento de conhecimento e, o mais importante, da apropriação da produção pelos participantes. E como disse Robert Park: “E assim, indiretamente e sem nenhuma clara ideia da natureza de sua tarefa, ao fazer a cidade, o ser humano refaz a si mesmo.”
29/05/2014
O projeto Sonho Brasileiro da Política visa mapear e entender a relação do jovem brasileiro com a política, por meio de uma pesquisa qualitativa e quantitativa. A campanha, que vai até 04/06, é um pedido de engajamento e mobilização pela causa. Saiba mais e participe: http://ow.ly/xoKbp
21/05/2014
Hoje tem reunião!
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São Luís, MA