Psicopedagogia

Psicopedagogia Mãe atípica & Especialista em TEA/AHSD/TDAH 🧠 Ajudo você a entender o cérebro do seu filho. Da crise à conexão. Espaço acolhedor e atendimento dinâmico e lúdico.

Sou professora, alfabetizadora, psicopedagoga e trabalho na educação desde 1991. Coordenadora do projeto bilingue de alfabetização. Atuei como profissional na grande Florianópolis e agora transferindo-me para Bombinhas - Onde atendo em meu domicílio à Rua Cachalote 234 - fundos, bairro José Amandio. Agende sua visita - primeiro atendimento gratuito.

23/09/2026

Já aconteceu com você? E o que você observou???

23/09/2026

O que você pensa? Isso faz diferença de como intervir. Quer saber mais ? Comenta comportamento e nos segue

22/09/2026
17/09/2026

Menos palavras, mais presença. Isso não quer dizer não impor limites. Mas a presença pode fazer diferença para ter impacto quando for retomar e construir na vida da criança. Salva para lembrar na crise.

16/09/2026

“Ela não quer.”

“Ela está fazendo de propósito.”

“Ela sabe fazer, só não quer.”

Essas frases aparecem com muita facilidade quando uma criança recusa uma atividade.

Mas antes de chegar a uma conclusão sobre a intenção da criança, existe algo que podemos investigar.

O que aconteceu antes?

Ela entendeu a orientação?

A demanda estava clara?

A atividade era possível naquele momento?

Houve alguma mudança?

O ambiente estava favorecendo a participação?

Isso não significa retirar limites ou aceitar qualquer comportamento.

Significa não tomar uma decisão importante com informação insuficiente.

**Comportamento precisa ser observado dentro do contexto.**

E é esse olhar que eu quero te ajudar a desenvolver por aqui.

Se você trabalha com crianças, salva esse vídeo para lembrar dessas perguntas quando uma situação difícil aparecer.

E me acompanha para os próximos conteúdos.

15/09/2026

Quando a criança está muito ativada, nossa primeira reação muitas vezes é falar mais.

Explicar.
Perguntar.
Justificar.
Repetir.
Ameaçar.
Tentar convencer.

Mas mais palavras não significam necessariamente mais compreensão.

Em determinados momentos, uma comunicação mais curta e objetiva pode ser mais adequada:

➡️ “Eu estou aqui.”

➡️ “Agora vamos sair daqui.”

➡️ “Eu não vou deixar você bater.”

➡️ “Você está segura.”

Isso não significa abandonar limites.

Significa considerar o estado daquela criança antes de escolher a forma de se comunicar com ela.

Uma pergunta para guardar:

“Ela consegue receber essa informação agora?”

Porque não basta falar.

Precisamos pensar em como a mensagem chega.

Salve esse vídeo para rever quando precisar.

E me conta: você percebe que fala mais justamente quando a situação começa a sair do controle?

13/09/2026

Nem sempre o comportamento começa “dentro” da criança.
Às vezes, existe algo no ambiente aumentando a dificuldade.
🔊 excesso de barulho
👥 muitas pessoas
📋 instruções demais
🔄 mudanças sem previsibilidade
📚 estímulos acontecendo ao mesmo tempo
Isso não significa que devemos eliminar todas as demandas ou criar um ambiente perfeito.
Significa aprender a perguntar:
“O que posso ajustar aqui para tornar essa situação mais possível?”
Essa pergunta muda muito a nossa forma de intervir.
Porque comportamento também acontece em relação ao ambiente.
Antes de aumentar a cobrança, experimente olhar ao redor.
O ambiente está ajudando ou dificultando?
Salve para lembrar disso na próxima situação.

12/09/2026

Às vezes, o que parece uma reação exagerada a uma situação pequena tem uma parte da história que não estamos enxergando.
A mudança.
Sair de uma atividade, interromper uma brincadeira, trocar de ambiente, mudar a rotina ou começar uma nova demanda pode exigir bastante da criança.
E uma das formas de ajudar é tornar essa mudança mais previsível.
Não significa deixar de colocar limites.
Não significa negociar tudo.
Significa preparar a criança para aquilo que vai acontecer.
Experimente antecipar:
⏰ “Daqui a 5 minutos vamos guardar.”
⏰ “Falta 1 minuto.”
➡️ “Agora vamos guardar e começar a próxima atividade.”
Pequenos avisos podem fazer diferença.
Você costuma avisar antes das transições ou a mudança acontece de repente?

11/09/2026

A crise pode parecer repentina.
Mas, muitas vezes, ela não começou naquele momento.
Antes do choro, do grito, da fuga ou da explosão, podem existir pequenos sinais que passam despercebidos.
E quando aprendemos a observar o que acontece antes do comportamento, nossa intervenção muda.
Em vez de perguntar apenas:
❌ “Como faço isso parar?”
começamos a perguntar:
✅ “O que estava acontecendo antes?”
Essa mudança de olhar é um dos primeiros passos para uma intervenção mais segura e consciente.
Salve para consultar quando uma próxima crise parecer surgir “do nada”.
E me conta: você costuma perceber os sinais antes da crise ou só percebe quando ela já começou?

01/09/2026

“Não quero ir para a escola.”
Uma frase curta pode carregar muitas possibilidades.
Em vez de partir imediatamente para uma conclusão, podemos começar investigando:
O que aconteceu? Quando começou? Em quais situações aparece? O que mudou?
Não precisamos adivinhar. Precisamos investigar.
Você já passou por essa situação?

Endereço

Rua Alvaro Medeiros Santiago, 3227 (Sala 07)/Areias
São José, SC
88113200

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