20/10/2021
Por ter feito Psicologia e escolhido a clínica, o autoconhecimento faz parte da minha jornada há um bom tempo... mas há cinco anos, passei por um terremoto e, assim como uma cidade afligida, eu tive que me reconstruir...
Foi então que a busca de quem eu sou para ser mais parecida com o grande Eu sou se intensificou!
Foi então que, por causa de uma necessida, tive acesso às Constelações Familiares.
O conteúdo trouxe tanta luz ao que estava passando que, típico de mim, mergulhei em busca de saber mais, até chegar ao momento da minha formação como Consteladora, pois o que funciona em mim, quero levar a outras pessoas!
Foi por meio dessa abordagem criada por Bert Helling, um senhor alemão lindo, que tomei consciência do quanto eu ainda não tinha me apropriado da força do meu pai, mas principalmente, da minha mãe. Não era por menos que a vida foi apresentando obstáculos na minha vida profissional, financeira e sobretudo amorosa.
Apesar de toda a minha busca, foi nas Constelações que pude enfrentar dores da minha criança ferida, assumir meu lugar de filha, me apropriar dos meus pais do jeitinho que eles são, incluir familiares que, por julgamentos e críticas, eu havia excluídos e me reconciliar e liberar pessoas do meu passado.
Quando nos posicionamos apenas no nosso lugar, ganhamos força e poder para ser quem nascemos para ser e realizar aquilo que fomos chamados para realizar.
Hoje, não sou uma cidade acabada e totalmente reconstruída, pois assim como os grande centros, estamos em constante transformação e expansão. Mas me sinto preparada para um novo tempo e ciclo de vida, com muita vontade e garra de cumprir minha missão: resgatar outras cidades assoladas, para fazer dos escombros da alma, obras de arte, para que as feridas cicatrizadas também sirvam de remédio para outras pessoas. Assim como foi comigo!
E você, já conhece as Constelações? Conte-me aqui embaixo como a conheceu...