🎙️ O idioma é um obstáculo para quem vem de outro país estudar na pós-graduação do INPE? E os desafios da adaptação à cultura brasileira?
Este vídeo é um trecho do sétimo episódio do Ciência em Órbita, o podcast da Pós-Graduação do INPE, produzido pelo Laboratório de Divulgação Científica (LabDiv), uma parceria entre o Serviço de Comunicação Social (SECOM/INPE) e a Coordenação de Ensino, Pesquisa e Extensão (COEPE/INPE).
Com o tema “Estudar no INPE sendo estrangeiro: desafios, oportunidades e experiências na pós-graduação”, o episódio recebe Johan Sebastian Duque Buitrago, Doutor pela Pós-Graduação em Computação Aplicada (CAP) do INPE e professor da Universidade Tecnológica em Durazno, no Uruguai.
No episódio, Johan compartilha sua experiência de adaptação ao português e ao ambiente acadêmico brasileiro, destacando como a ciência cria pontes entre diferentes culturas e idiomas. Ele também fala sobre a acolhida recebida no Brasil e a proximidade entre professores e estudantes, aspectos que marcaram sua trajetória no INPE.
🎧 Quer ouvir o episódio completo?
Assista no YouTube do INPE ou escute no Spotify (links na bio)
Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais
Página oficial do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais
INPE/MCTI Saiba mais!
O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (INPE) foi criado em 1961, com o objetivo de capacitar o país nas pesquisas científicas e nas tecnologias espaciais. Ao longo dos anos, suas atividades se ampliaram e a importância dos estudos vão desde assuntos complexos sobre a origem do Universo a aplicações de ciências como nas questões de desflorestamento das nossas matas. O Instituto é centro de ex
📣 INPE Responde: Qual é o potencial do Brasil para substituir energia suja por energia limpa?
No vídeo de hoje, o Dr. André Gonçalves, pesquisador do Laboratório de Modelagem e Estudos em Recursos Renováveis de Energia (LABREN) do INPE, responde à pergunta do Carlos Alexandre.
O Brasil já possui uma das matrizes energéticas mais limpas do mundo, resultado de décadas de investimentos em hidrelétricas, biocombustíveis e, mais recentemente, em energia solar e eólica.
Mas o potencial para ampliar ainda mais o uso de fontes renováveis é enorme! O potencial da energia eólica no país é cerca de 4 vezes maior do que toda a demanda atual de eletricidade. Já o potencial da energia solar é ainda maior, graças à extensa área territorial brasileira e à ampla disponibilidade de radiação solar em praticamente todo o país.
O grande desafio não está apenas em gerar mais energia limpa, mas em integrar essas diferentes fontes de forma segura e eficiente ao sistema elétrico, garantindo estabilidade no fornecimento e evitando impactos técnicos e econômicos.
É nesse contexto que o INPE contribui. Por meio do LABREN, o Instituto desenvolve estudos e fornece informações climáticas que auxiliam o planejamento da geração solar, eólica e hidrelétrica no Brasil.
Um dos principais produtos desse trabalho é o Atlas Brasileiro de Energia Solar, uma base pública de dados desenvolvida pelo INPE que reúne informações científicas sobre o potencial solar do território brasileiro. O Atlas apoia o planejamento energético, a expansão da geração solar e a tomada de decisões por gestores públicos, empresas, pesquisadores e investidores.
▶️ Assista ao vídeo completo e descubra por que o Brasil tem condições privilegiadas para ampliar o uso de energias renováveis!
📌 Acompanhe o quadro "INPE Responde"! Toda terça-feira uma nova pergunta será respondida por alguém da equipe de cientistas do Instituto. Quer mandar sua pergunta? Envie por direct ou comentário nos posts dos vídeos. Esperamos você!
15/06/2026
🔭 Seminários da Divisão de Astrofísica do INPE
O INPE convida para o seminário presencial:
“Para as relações de Skumanich e além: A evolução conjunta da convecção com a atividade magnética, rotação e idade em estrelas semelhantes ao Sol”
A palestra será ministrada por Diego Lorenzo de Oliveira (Laboratório Nacional de Astrofísica – LNA) e abordará estudos recentes sobre a evolução magneto-rotacional de estrelas semelhantes ao Sol e sua relação com processos de convecção, atividade magnética, rotação e idade estelar. Serão apresentados resultados baseados em um amplo catálogo de gêmeas solares e análogas, com aplicações na compreensão da evolução do Sol, na caracterização de estrelas hospedeiras de exoplanetas e no desenvolvimento de novas instrumentações astronômicas.
Anote aí
📅 16 de junho de 2026
⏰ 14h00
📍 Auditório do prédio CEA II – INPE (São José dos Campos)
👥 Evento presencial (sem transmissão online)
🔗 Participantes de fora do INPE devem se inscrever gratuitamente pelo formulário: https://forms.gle/P8ZVpocHorquPp1fA
Participe e acompanhe as discussões atuais da astrofísica!
É AMANHÃ! INPE no Parque - Quando o desastre acontece: como o INPE usa imagens de satélite para ajudar o mundo?
Neste domingo, 14 de junho, acontece mais uma edição do INPE no Parque, a iniciativa que leva o conhecimento do Instituto para mais perto da população, em parceria com o projeto Ciência no Parque, no Parque Vicentina Ar**ha, em São José dos Campos (SP).
Nesta edição, os visitantes descobrirão como o INPE atua no âmbito da Carta Internacional Espaço e Grandes Desastres, uma cooperação global que aciona satélites para fornecer dados cruciais em casos de enchentes, queimadas e outros desastres. A atividade será conduzida pelos especialistas da equipe do Disasters Charter e Alexandre Junqueira Homem de Mello, Karine Bastos Leal e Édipo Cremon, da Divisão de Observação da Terra (DIOTG).
O público poderá conhecer como processamos e disponibilizamos essas imagens e como a tecnologia espacial ajuda a enxergar transformações no território em tempo real. Por meio de exemplos reais de mapas gerados pelo Instituto, mostraremos, na prática, o que acontece nos bastidores da ciência quando o planeta pede socorro.
Será uma manhã de descobertas sobre como os satélites ajudam a proteger a sociedade!
Anote aí:
🔹INPE no Parque - parceria com o Ciência no Parque
🔸Nesta edição: Quando o desastre acontece: como o INPE usa imagens de satélite para ajudar o mundo
📍 Parque Vicentina Ar**ha, São José dos Campos (SP)
🗓️ Domingo, 14 de junho
🕙 Das 10h às 12h
🎟️ Evento gratuito e aberto ao público
**ha
09/06/2026
O INPE promove, no dia 12 de junho, uma edição especial do BIG TechTalks em celebração ao Love Data Day Brasil 2026!
O evento será online, gratuito e aberto ao público, das 8h45 às 12h, mediante inscrição.
A programação reunirá palestras sobre acesso, compartilhamento e uso de dados geoespaciais, com foco em iniciativas e ferramentas desenvolvidas pelo Programa Base de Informações Georreferenciadas (BIG) e pelo Brazil Data Cube (BDC).
O Love Data Day Brasil, promovido pela Sociedade Brasileira de Computação (SBC), busca conscientizar sobre a importância dos dados para a pesquisa científica e para a sociedade, incentivando boas práticas de gestão e uso da informação.
Anote aí:
📅 12 de junho de 2026
⏰ 8h45 às 12h
🌐 Evento online e aberto ao público
🔗 Link para inscrição: https://forms.gle/atPdmWYbPoTf5Pzc6
📣 INPE Responde: O INPE atua na área de energia renovável?
No vídeo de hoje, o Dr. Rodrigo Costa, tecnologista da Divisão de Impacto, Adaptação e Vulnerabilidades do INPE, responde à pergunta da Mariane Domingos.
Quando pensamos no INPE, muitas vezes lembramos de satélites, previsão do tempo e monitoramento ambiental. Mas você sabia que o Instituto também desenvolve pesquisas na área de energias renováveis?
Essa atuação começou no início dos anos 2000 e hoje é conduzida principalmente pelo Laboratório de Modelagem e Estudos em Recursos Renováveis de Energia (LABREN), que realiza pesquisas voltadas especialmente para os recursos solar e eólico.
Um dos pilares desse trabalho é a Rede SONDA, a mais longeva rede de monitoramento de recursos renováveis do Brasil. Por meio dela, são coletados dados essenciais para compreender o potencial energético do país e aprimorar estudos sobre fontes renováveis.
Entre os principais resultados dessas pesquisas está o Atlas Brasileiro de Energia Solar, desenvolvido pelo INPE. O Atlas disponibiliza informações científicas sobre o potencial de geração de energia solar em todo o território nacional, auxiliando o planejamento do setor elétrico, a expansão da energia solar e a tomada de decisões por gestores públicos, empresas, pesquisadores e investidores.
Além da área de energia, seus dados também são utilizados em áreas como meteorologia, climatologia, agricultura, hidrologia e arquitetura, demonstrando a importância dessas informações para diferentes setores da sociedade.
O LABREN também desenvolve estudos sobre a relação entre energia, clima e meteorologia, contribuindo para entender como as mudanças climáticas podem impactar a disponibilidade dos recursos renováveis no futuro.
▶️ Assista ao vídeo completo e conheça mais sobre as pesquisas do INPE em energias renováveis!
📌 Acompanhe o quadro "INPE Responde"! Toda terça-feira uma nova pergunta será respondida por alguém da equipe de cientistas do Instituto. Quer mandar sua pergunta? Envie por direct ou comentário nos posts dos vídeos. Esperamos você!
08/06/2026
Hoje, 8 de junho, é o Dia Mundial dos Oceanos. Uma data para lembrar o quanto esses imensos corpos d'água, que cobrem mais de 70% do planeta, são essenciais para a vida na Terra. Eles regulam o clima, abrigam uma biodiversidade imensa e nos conectam de formas que muitas vezes nem percebemos.
No INPE, a ciência voltada para os oceanos ocupa um lugar central. Por meio de diferentes áreas de pesquisa e de atuação, buscamos compreender as complexas interações entre o oceano e a atmosfera, fundamentais para a previsão de tempo e clima no Brasil e no mundo.
O Laboratório de Estudos do Oceano e da Atmosfera (LOA) do INPE é uma das áreas dedicadas a essa missão. Por meio do projeto ATMOS 2, pesquisadores realizam expedições ao mar e utilizam modelos climáticos avançados para investigar como as conexões entre o Atlântico Sudoeste, a Antártica e o Brasil influenciam o clima e os eventos extremos em nosso país.
Projetos como o PIRATA, uma cooperação internacional que utiliza boias ancoradas no Oceano Atlântico, coletam dados essenciais sobre a temperatura, salinidade e ventos. Essas informações alimentam modelos de previsão de tempo e clima, permitindo antecipar fenômenos como secas, chuvas intensas e eventos extremos que afetam diretamente a sociedade brasileira.
Além disso, os satélites do INPE monitoram continuamente os oceanos e as águas continentais. Imagens obtidas do espaço revelam a cor do oceano, a temperatura da superfície, a altura das ondas e os padrões de vento. Esses dados são indispensáveis para a pesquisa científica, a gestão costeira, a conservação marinha e o acompanhamento da qualidade dos ecossistemas aquáticos.
O cuidado com os oceanos é, portanto, parte essencial da missão do INPE de gerar ciência para o desenvolvimento sustentável e a proteção do planeta.
Neste Dia Mundial dos Oceanos, reafirmamos o compromisso do INPE com o avanço do conhecimento sobre os mares e sua relação com o clima, e reconhecemos o papel fundamental da ciência espacial e climática na preservação do "Planeta Água".
08/06/2026
🔭 Seminários da Divisão de Astrofísica do INPE
O INPE convida para o seminário presencial:
“Busca por Ondas Gravitacionais pelo Grupo de Guadalajara”
A palestra será ministrada por Claudia Moreno (Universidade de Guadalajara) e abordará as pesquisas desenvolvidas pelo Grupo de Guadalajara na busca por ondas gravitacionais geradas pelo colapso de núcleos de supernovas. Serão discutidas técnicas de análise de dados aplicadas a observações do LIGO, modelos numéricos em relatividade e estudos voltados à detecção de sinais produzidos por objetos astrofísicos, como estrelas de bósons e jatos de supernovas.
Anote aí:
📅 09 de junho de 2026
⏰ 14h00
📍 Auditório do prédio CEA II – INPE (São José dos Campos)
👥 Evento presencial (sem transmissão online)
🔗 Participantes de fora do INPE devem se inscrever gratuitamente pelo formulário: https://forms.gle/Vc5TUYJL6BNNps3H7
Participe e acompanhe as discussões atuais da astrofísica!
🎙️ Você sabia que adaptação às mudanças climáticas não é uma ação de emergência, mas um processo de planejamento para reduzir impactos futuros?
Este vídeo é um trecho do sexto episódio do Ciência em Órbita, o podcast da Pós-Graduação do INPE, produzido pelo Laboratório de Divulgação Científica (LabDiv), uma parceria entre o Serviço de Comunicação Social (SECOM/INPE) e a Coordenação de Ensino, Pesquisa e Extensão (COEPE/INPE).
Com o tema “Adaptação às mudanças climáticas: como a ciência brasileira está se preparando para o futuro”, o episódio recebe o pesquisador Jean Ometto, do INPE, especialista em Ciência do Sistema Terrestre e coordenador da Plataforma AdaptaBrasil.
No episódio, o pesquisador explica a diferença entre resposta emergencial e adaptação, destacando que a adaptação envolve planejamento para que eventos climáticos extremos causem menos danos às pessoas, à infraestrutura e às atividades econômicas no futuro.
A conversa também apresenta a Plataforma AdaptaBrasil, coordenada pelo INPE para apoiar gestores e tomadores de decisão na identificação de riscos climáticos, vulnerabilidades e prioridades de ação, utilizando dados científicos para planejar estratégias de adaptação em diferentes regiões do país.
🎧 Quer ouvir o episódio completo?
Assista no YouTube do INPE ou escute no Spotify (links na bio)
05/06/2026
🌎 No Dia Mundial do Meio Ambiente, celebramos a importância da ciência para compreender, monitorar e proteger o planeta.
Há mais de seis décadas, o INPE desenvolve pesquisas, tecnologias e sistemas que ajudam o Brasil a acompanhar as transformações do meio ambiente e a enfrentar desafios cada vez mais urgentes, como o desmatamento, as queimadas, os eventos extremos e as mudanças climáticas.
Por meio de programas e iniciativas reconhecidos nacional e internacionalmente, o Instituto produz informações essenciais para a conservação dos recursos naturais e para a formulação de políticas públicas baseadas em evidências científicas.
🛰️ Com o Programa BiomasBR, o INPE monitora o desmatamento, a degradação e o uso da terra nos biomas brasileiros.
🔥 Com o Programa Queimadas, acompanha a ocorrência e a dinâmica do fogo em todo o território nacional.
🌳 Pesquisas desenvolvidas pelo Instituto ampliam o conhecimento sobre a Amazônia e seu papel para o equilíbrio climático.
🌦️ Estudos sobre impactos, vulnerabilidades e adaptação ajudam o país a se preparar para os desafios impostos pelas mudanças climáticas.
Além de produzir conhecimento científico, o INPE transforma dados em informações transparentes que apoiam a gestão ambiental, a prevenção e resposta a desastres, a proteção dos ecossistemas e a tomada de decisões em diferentes setores da sociedade.
Neste 5 de junho, reforçamos nosso compromisso com uma ciência pública, aberta e de excelência, que contribui para a construção de um futuro mais sustentável para o Brasil e para o mundo.
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