11/09/2025
Aprender sempre para melhor entender e atender às dificuldades no processo de aprendizado . Quanto conhecimento e gentileza em compartilhar com maestria e .tatianamecca
Trago para esse novo espaço uma bagagem de 20 anos de atuação como psicopedagoga em escolas.
11/09/2025
Aprender sempre para melhor entender e atender às dificuldades no processo de aprendizado . Quanto conhecimento e gentileza em compartilhar com maestria e .tatianamecca
20/11/2024
Que honra ouvir de pertinho o grande mestre e doutor , professor Fernando Capovilla. Com todo o seu imenso conhecimento, nos fala com tanta simplicidade e ainda com toques de humor , que uma hora de palestra passou em um minuto.
Poderia escrever aqui um "textão" sobre esse grande pesquisador e o quanto de conhecimento seus livros já contribuíram com a minha jornada profissional, mas o intuito maior dessa postagem é divulgar um recorte de sua fala de extrema importância:
_ O PERÍODO DE MAIOR PLASTICIDADE NEURAL ACONTECE ANTES DOS 9 ANOS ! Assim , emerge a necessidade do estímulo ou da intervenção, antes mesmo que seja possível confirmar o diagnóstico da Dislexia . E isso não cabe apenas ao contexto clínico, mas também, às escolas e às famílias. Como ? Vamos brincar mais com nossas crianças, desenvolver a consciência fonológica por meio de brincadeiras, jogos, ler com prazer e frequência para elas . Atitudes simples , mas que podem fazer muita diferença!!!
13/11/2024
Da série grandes encontros no Simpósio Teoria e Prática em Dislexia e Transtornos Específicos de Aprendizagem...
Prazer enorme em reencontrar um mestre que tive a oportunidade de conhecer logo no início do meu percurso na psicopedagogia , duas décadas atrás . Dr. Jaime Zorzi, abriu meu olhar e me ensinou a analisar as dificuldades na escrita : " Nem sempre a presença de dificuldades significa a presença de um distúrbio.E mais: mesmo um distúrbio de aprendizagem não significa uma incapacidade para aprender ..." (Zorzi , 1998)
07/11/2024
10/07/2023
Vocês já pararam para pensar que o aprendizado não é simplesmente um mecanismo de acúmulo e reprodução de informações? Aprender envolve processos cognitivos bem mais complexos e as funções executivas estão diretamente relacionadas. Há evidências (Blair e Diamond, 2008), de que “crianças com funções executivas pobres apresentam dificuldades para prestar atenção à aula, para completar trabalhos e inibir comportamentos impulsivos”.
Por isso, é fundamental estimular o desenvolvimento das funções executivas por meio do ensino de estratégias, principalmente pelo fato do mundo moderno ser bem diferente daquele em que nosso cérebro evoluiu , onde nem sempre há um ambiente que favoreça o desenvolvimento das funções executivas. Segundo Consenza e Guerra, 2011, devemos ensinar os estudantes a planejar metas, dentro de um determinado tempo, ensiná-los não só a buscar a informação nas diversas fontes disponíveis, mas que aprendam também, a selecionar as relevantes, fazer inferências e generalizações. Além disso, é fundamental que os estudantes sejam capazes de identificar erros, a ausência de lógica e reformular suas hipóteses.
A boa notícia é que pesquisas das neurociências dizem que há três janelas de desenvolvimento das funções executivas , a primeira até 2 anos de idade, a segunda entre os 7 e 9 anos, e a última a partir dos 12 até o início da idade adulta, por volta dos 20 anos. Então, ainda há tempo de intervir, caso o estudante dos Anos Finais do Ensino Fundamental ou até do Ensino Médio, ainda apresente dificuldades nesses processos de controle inibitório, memória de trabalho, flexibilidade cognitiva, planejamento, raciocínio e resolução de problemas.
A intervenção psicopedagógica pode contribuir muito para impulsionar o aprimoramento das funções executivas. Se interessou? Me chame pelo direct que conversamos mais sobre as possibilidades de intervenção.
Analú Amaral Psicopedagogia - Oficina de Aprendizado❤️