28/12/2025
vejamais EDIÇÃO DA SEMANA | Enquanto integrantes das jovens gerações vivem imersos em telas e refestelados no sofá, os mais velhos estão indo à luta para aproveitar os avanços da medicina e viver mais e melhor. Hábitos como cultivar dieta equilibrada e uma atividade física em dia sabidamente ajudam a esticar a corda do tempo, mas agora é o cérebro que mais tem atiçado a curiosidade dos cientistas.
Eles tentam desvendar ali caminhos para que a multidão prateada mantenha a mente afiada e longe de males hoje comuns, como demência e Alzheimer. E é aí que uma nova pesquisa entra em cena, voltando os olhos para estímulos aos neurônios que funcionam como malhação pesada para a cabeça: o aprendizado de línguas estrangeiras, que se descobriu uma potente barreira ao declínio cognitivo.
O estudo, capitaneado por um consórcio de universidades da Europa, dos Estados Unidos e da América Latina e agora publicado na prestigiada revista ‘Nature Aging, observou mais de 86 000 pessoas de 51 a 90 anos em 27 países, colocando lado a lado os que só sabiam o idioma materno com o grupo dos pelo menos bilíngues.
O resultado veio junto a uma boa notícia: os falantes de outras línguas (uma a mais que seja) apresentavam até metade dos sinais de queda cognitiva, tendo todos uma cabeça mais jovem.
Leia a reportagem completa em de 12 de dezembro de 2025, edição n° 2974.
Escrito por Paula Freitas
Foto: Divulgação
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