29/09/2026
Sua célula a combustível apresentou uma queda de desempenho, mas você sabe exatamente por quê?
Uma curva de polarização mostra o que está acontecendo com o desempenho, mas ela não responde, sozinha, às perguntas que realmente importam:
*A perda é ôhmica, cinética ou causada pelo transporte de massa?
*O problema está no eletrocatalisador, no suporte de carbono ou na membrana?
*Como acompanhar a degradação da célula sem desmontá-la a cada análise?
É justamente aí que entra o Sistema de Teste de Célula de combustível 850, da Scribner. Uma estação turnkey para PEM, AEM e DMFC que reúne, em um único sistema, recursos que normalmente exigiriam diferentes equipamentos na bancada:
✅Carga eletrônica: 50, 100 ou 125 A, 100 W e 20 V;
✅FRA integrado: EIS de 1 mHz a 10 kHz e HFR in situ;
✅Potenciostato integrado: CV e LSV para área eletroquimicamente ativa e crossover de hidrogênio;
✅Seleção automática de multi-gás e controle automático de contrapressão;
✅Controle de temperatura: ambiente a 99 °C, com opção até 120 °C;
✅Software FuelCell com ZView para tratamento de impedância.
E para estudos de durabilidade, o 850 permite executar automaticamente protocolos AST do DOE/USCAR, incluindo degradação de eletrocatalisador, suporte de eletrocatalisador e degradação mecânica da membrana, conduzindo os ciclos sem operador de plantão.
>O resultado?
Você deixa de olhar apenas para a curva e passa a investigar o que está por trás dela.
E quando a aplicação cresce, a plataforma acompanha: o Scribner 890 mantém a mesma eletrônica até 2 kW e 1000 A, enquanto o Scribner 855 atende aplicações em SOFC e SOEC.
No Brasil, a Scribner é representada exclusivamente pela SCQ, com importação, instalação e suporte técnico em português, acompanhando o projeto do início ao fim.
Sua pesquisa precisa ir além da curva IV?
Fale com a SCQ e descubra como o Scribner 850 pode fazer parte da sua aplicação.