08/09/2017
Pode parecer óbvio, mas a falta de crescimento econômico é a grande ameaça para as contas públicas. Claro que adiciona-se como demais problemas a corrupção, a má administração e os privilégios de inúmeros setores.
A atual equipe econômica tem falhado em obter crescimento e apesar da agenda austera, o rombo fiscal não para de crescer. A ANFIP que contestava o rombo na previdência, conforme link abaixo, publicou um gráfico no qual 2016 foi o primeiro ano de déficit. Razão: alta taxa de desemprego e economia estagnada.
https://www.anfip.org.br/noticia.php?id_noticia=21174
18/09/2016
https://youtu.be/f-IKgUhGbnM a corrupção vista como um mal social
Não existe governo corrupto em uma nação ética
"A corrupção como mal social, um mal coletivo e não apenas do Governo". Vídeo produzido pelo canal Brasil
16/04/2016
A noite de Domingo, dia 20/04/16 talvez traga mais certezas no campo político (talvez, repetindo). Agora começarão as dúvidas sob o ponto de vista econômica de um eventual governo Temer. Qual será sua política econômica? Existe pouca literatura para poder basear-se. Mas tudo indica que Temer tentará agradar o mercado com uma agenda mais liberal. Em entrevista elogiou as privatizações de FHC, porém ressaltou que não deveriam ter caráter ideológico. Em seu discurso de posse no Whatsapp, sinaliza sobre a necessidade da reforma trabalhista e previdenciária. A pergunta: qual será seu limite político para realizar reformas nesse campo tão sensível em um ano eleitoral e qual será a amplitude dessas reformas? Até sobre seu ministro da Fazenda, será certa a indicação de Serra? Será que retornará com a CPMF? Ficaremos no aguardo para saber o que pensa o político e jurista constitucionalista Michel Temer sobre esses assuntos e como o mesmo se comportará antes de acontecer, o que indica a fotografia do momento, o impeachment de Dilma.
09/02/2016
Gestão de carreira
http://rebecaslima.jusbrasil.com.br/noticias/302496622/5-comportamentos-nas-redes-sociais-que-queimam-sua-imagem?utm_campaign=newsletter-daily_20160204_2761&utm_medium=email&utm_source=newsletter
5 comportamentos nas redes sociais que queimam sua imagem | Notícias JusBrasil
Imagem "queimada": você pode até não dar importância, mas a sua reputação tem grande influência no destino da sua carreira. Pesquisar sobre um candidato em redes sociais faz parte do trabalho de um recrutador. Geralmente, perfis no Linkedln são os mais acessados na hora de buscar mais informações so…
20/12/2015
Já é quase consenso sobre problemas na transmissão da política monetária via taxa de juros, apesar de ser ainda o melhor instrumento apontado pela maioria dos economistas. Grande parte que causa prejuízos são os créditos direcionados e subsidiados e o famigerado spread bancário. No início Guido Mantega quis mergulhar em um combate Quixotesco contra o sistema bancário. A única batalha foi o aumento do crédito dos bancos públicos em 2008/2009. De qualquer forma com a selic em 14,25% iniciará o coro de ativistas políticos, entre eles Aecio Neves com discurso demagogo de que devemos baixar o juros e retomar o crescimento. Simples assim. O problema são as meias verdades. O Brasil possui a terceira maior taxa nominal de juros, aparentemente absurda no século XXI. Porém não podemos esquecer da escalada da inflação, que gera juros reais quase em torno de 3% a.a. E isso é assustar, pois chegamos em 2016 com inflação de 2 dígitos. Motivos? Ressalto uma política de renda não acompanhada por uma política de produção (inflação de demanda) , associado à perda de credibilidade do país com a desvalorização do real (inflação de custo). O desafio da área econômica em tempos de crise é não deixar o câmbio chegar aos R$ 5,00. Mas seremos capaz?
18/12/2015
Uma aula de economia com o humor dos trapalhões
Os trapalhões Aula de Economia
Efeito multiplicativo da moeda na economia , de recurso oriundos da Indústria, comércio, serviços entre outros que entram nas cidades.
18/12/2015
Ainda existe espaço entre a dicotomia entre Desenvolvimentista X Monetarista ? De qualquer forma o novo ministro da Fazenda publicamente é alinhado a primeira corrente. Apesar de saber que Nelson Barbosa já comandava a economia há tempos, a saída de Levy em um momento delicado gerou ainda mais desconfiança no mercado. Este sim foi um ministro da fazenda decorativo. Apenas relembramos o que Keynes pregava: em momentos de crise o governo deve aumentar o investimento (e não gastos de custeio) e em momentos de melhora, providenciar o pagamento da dívida. Infelizmente nada disso foi feito. Agora resta a dúvida : como retornar o crescimento, sem o orçamento e com inflação alcançando dois dígitos? Talvez a resposta não esteja na economia apenas....
http://economia.ig.com.br/2015-12-18/quem-e-nelson-barbosa-o-novo-ministro-da-fazenda.html
Quem é Nelson Barbosa, o novo ministro da Fazenda - Home - iG
Escolha de Dilma aproxima novo titular à linha econômica que norteia a presidente; ambos são desenvolvimentistas
16/12/2015
Começa a ganhar corpo a mensagem "que em 2016, sentiremos falta de 2015". Os motivos são muitos: Vivemos um melancólico processo de impeachment que provavelmente se arrastara até meados de 2016 com desfechos imprevisíveis paralisando o ambiente político. Um ambiente econômico extremamente desfavorável com o PIB fechando em - 3,5%, após um crescimento de apenas 0,1% em 2014. A inflação acumulada está em 10,48%. Perda do famoso grau de investimento. E por fim um ministro da fazenda indo embora....
http://br.blastingnews.com/politica/2015/12/photo/photogallery-urgente-ministro-da-fazenda-acerta-saida-do-cargo-com-dilma-rousseff-531819.html
Photogallery - Urgente: Ministro da Fazenda acerta saída do cargo com Dilma Rousseff
Levy já acertou a sua saída com Dilma
02/12/2015
Uma crise anunciada por conta das política de renda não associadas com reformas que tornassem a economia brasileira mais competitiva. E devemos ressaltar a queda livre na formação bruta de capital fixo. Ou seja, não teremos "terra à vista" pelos próximos anos em nosso barco à deriva.
http://mobile.valor.com.br/brasil/4337012/pib-brasileiro-cai-17-no-terceiro-trimestre-de-2015
PIB brasileiro cai 1,7% no terceiro trimestre de 2015
Resultado foi pior do que aquele previsto pelos consultados pelo Valor Data, de recuo de 1,3%. Ante julho a setembro de 2014, queda foi de 4,5%
07/06/2015
O Comitê de Política Monetária subiu a taxa de juros em 0,5 ponto percentual, em decisão unânime, de 13,25% para 13,75% ao ano.
Tendo em vista as espectativas da inflação oficial estarem acima dos 8% a.a, a situação da economia brasileira entra em uma trajetória difícil. A previsões econômicas convergem para a pior recessão desde o plano Collor, com queda de 2% do PIB. A taxa de desemprego provavelmente ultrapassará os 9%.
Provavelmente é o fim do modelo econômico pró consumo Lula-Dilma. Cabe discutir porque o aumento da demanda não gerou o provável aumento da oferta... Aos cidadãos cabe prudência neste cenário com investimentos conservadores e manutenção do atual posto de trabalho.
10/05/2015
Com a alta do dólar, perda do poder de compra e economia estagnada, em 2015 muitas mães vão ganhar a presença do filho como presente. Feliz dias das mães
http://economia.terra.com.br/dias-das-maes-flor-encare-roupa-f**a-mais-barata-em-2015,e2c3dd2c5e7e3ee8d5041262e3862c77drtqRCRD.html
Dias das Mães: flor encarece; roupa f**a mais barata em 2015
Preços foram impactados, principalmente, pela alta do dólar e pela baixa atividade econômica do País