NCC - Papo Ciência

NCC - Papo Ciência O Núcleo de Comunicação Científica-NCC é um projeto de extensão vinculado ao ICMC da USP-São Carlos.

Objetivos: aproximar a sociedade das universidades, promover a comunicação entre pessoas e incentivar a participação da população na academia O Núcleo de Comunicação Científica - NCC é um projeto de extensão vinculado ao Instituto de Ciências Matemáticas e de Computação, ICMC, da Universidade de São Paulo (USP) - São Carlos. Nosso objetivo é aproximar a sociedade das universidades, promovendo a co

municação entre pessoas, o incentivo à participação da comunidade nas atividades acadêmicas e a visibilidade das pesquisas desenvolvidas na cidade.

E aí, pessoal! Seguindo nosso papo sobre a produção científica, hoje vamos falar sobre a questão das publicações e a que...
15/03/2021

E aí, pessoal! Seguindo nosso papo sobre a produção científica, hoje vamos falar sobre a questão das publicações e a quem pertence o conhecimento produzido. Afinal, o conhecimento não deve ser de todos?

Se gostou do conteúdo, compartilhe, marque seus amigos e vamos divulgar ciência juntos! Sobre o que mais você quer conversar? Conta para a gente nos comentários

: capa com título "O conhecimento científico tem dono?", com imagem de uma pessoa com balão de fala com cientista e chave representando o conhecimento, e interrogação sobre a cabeça; e logo do NCC na canto inferior esquerdo. A seguir apresentace a citação da Declaração Universal de direitos humanos sobre a necessidade da universalidade do conhecimento científico, sem donos ou limitações, levantando o questionamento se isto é o que acontece. O logo dos direitos humanos aparece no canto esquerdo superior e imagens de uma lâmpada, livros e pessoas de mãos dadas representam o compartilhamento do conehcimento, enquanto uma imagem de mãos com dinheiro representa a limitação e compra de conhecimento. Os próximos quadros trazem a analogia do bolo para explicar a quesão da propriedade intelectual. Caso tenha-se que pagar por uma receita de bolo, somente as pessoas que tem dinheiro poderiam ter acesso a ela. E se nem mesmo o dono da receita pudesse acessa-la depois de publica-la? É desta forma que funciona o sistema de publicação de artigos científicos. Os quadros seguintes explicam que as editoras que publicam os trabalhos detêm os diereitos dos artigos não permitem que os cientistas tenham acesso liberado nem mesmo aos artigos que produziram. Preços altíssimos são cobrados pelo acesso, restringindo o acesso a pessoas e grupos de maior poder aquisitivo, excluindo grande parte da população, cientistas e instituições. FInaliza-se defendendo a democratização do acesso ao conhecimento científica para que todos possam usufruir do conhecimento. O útlimo quadro mostra o logo do NCC a esquerda, os links para nossas redes sociais no canto esquerdo inferior e convida aos leitores a discutir sobre o tema e propor novos assuntos.

Fala galera, esperamos que todos estão bem!Continuando nossa conversa sobre ciência, hoje queremos falar com vocês sobre...
01/03/2021

Fala galera, esperamos que todos estão bem!
Continuando nossa conversa sobre ciência, hoje queremos falar com vocês sobre a coleta de dados e análise dos resultados.
F**a com a gente aqui e para aprendermos um pouco mais juntos. Caso você tenha alguma dúvida, queira acrescentar alguma informação, é só escrever um comentário ou mandar uma mensagem.

O que você faria se estivesse com uma dúvida e as respostas que você encontrou não satisfizessem sua curiosidade? Hoje f...
06/02/2021

O que você faria se estivesse com uma dúvida e as respostas que você encontrou não satisfizessem sua curiosidade? Hoje falaremos sobre métodos, o que são e qual sua importância.

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: imagem inicial com o título "O que é metodologia?" e contendo balões com engrenagens, interrogação e lâmpada dentro e o logo do Papo Ciência. Na segunda imagem temos: "Se você tivesse uma dúvida, e as respostas que você encontrou não satisfizessem sua curiosidade, o que você faria?" "Iria começar a pensar em como descobrir a resposta?" "Se sim, você estará pensando no método para encontrar a resposta." Ao lado de cada frase há imagens que se relacionam com o conteúdo da frase: uma mulher de terninho, uma pessoa com várias interrogações perto da cabeça e um livro na mão, e um representação de caminho percorrido para encontrar o que você procura. Na imagem seguinte temos: "Fazemos isso o tempo todo, mas vamos a um exemplo:" "Imagine que sua dúvida é sobre como fazer um bolo de chocolate" (Ao lado temos uma imagem de bolo de chocolate). "Porém, você não sabe nada sobre bolos, então você procura na internet ou em livros (faz uma revisão) por uma receita, certo?" (ao lado temos uma mulher olhando um livro de receita). E continua: "Mas existem por aí muitas receitas diferentes de bolo, com diferentes ingredientes, diferentes formas, tamanhos e por aí vai" (ao lado representação de várias receitas). "Então você vai escolher as receitas que você consegue reproduzir com o que você tem na sua cozinha para chegar no seu objetivo, que é fazer um bolo de chocolate". (ao lado temos um rapaz com roupa de cozinheiro e um livro na mão). Na imagem seguinte temos: "Em uma pesquisa não é diferente." "O pesquisador pensa em um problema que ele quer responder, então ele estuda trabalhos passados que procuraram por coisas parecidas." (ao lado temos imagem da figura de uma pessoa com roupa formal com uma interrogação no balão de pensamento). "Esse estudo vai ajudá-lo a escolher um método, ou desenvolver o seu próprio, para poder resolver o problema e ele vai documentar tudo isso em seus artigos." (continua nos comentários)

Você sabe o que é Revisão Sistemática da Literatura? Já ouviu falar?Trouxemos uma pitadinha desse conceito e um exemplo,...
21/01/2021

Você sabe o que é Revisão Sistemática da Literatura? Já ouviu falar?
Trouxemos uma pitadinha desse conceito e um exemplo, além da referência que utilizamos claro, para ajudar a compreender melhor essa ferramenta (mágica) de pesquisa super importante a todos que desejam um dia serem pesquisadores, e também àqueles que querem entender como funciona o processo de estudo de um pesquisador!
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Os escritos de cada imagem são acompanhados por pequenas ilustrações de lupas, livros, artigos e cientistas.

Já parou para pensar como os cientistas buscam informações? Como é seu processo de estudo? Vamos conversar um pouco sobr...
07/01/2021

Já parou para pensar como os cientistas buscam informações? Como é seu processo de estudo? Vamos conversar um pouco sobre Revisão de Literatura, algo feito por toda e qualquer pesquisa, independente da área!

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Imagem inicial com título Revisão da Literatura. Segue então uma imagem de uma pessoa com dúvida e uma janela de fala: "Se você tivesse uma dúvida ou quisesse resolver um problema, por onde começaria? Aposto que por uma busca na Internet!" Imagem seguinte com os escritos: "E com os cientistas isso não é diferente. Apesar do mito do cientista ou do inventor genial que tem sozinho ideias mirabolantes do nada, o trabalho de pesquisa envolve muito estudo e trabalho em equipe antes de chegar a qualquer desenvolvimento concreto." Vetor de imagem do Isaac Newton com maçã caindo em sua cabeça e o escrito ao lado: "Como disse Isaac Newton: "Se eu vi mais longe, foi por estar sobre ombros de gigantes." Imagem seguinte com dois vetores de pessoas pesquisando e tendo ideias com o texto ao lado: "O trabalho dos cientistas é avançar as fronteiras do conhecimento em suas áreas de pesquisa. Para isso, é preciso conhecer o que outros cientistas já fizeram, para saber quais ideias representam uma boa oportunidade de pesquisa e para não repetir o que já foi feito, e o que já não deu certo, para que erros sejam evitados." Imagem com pessoa sentada sobre muitos textos mexendo no computador e vetor de lupa sobre textos com o texto de finalização: "Assim, toda pesquisa começa pela chamada revisão bibliográfica, que é que a busca, seleção, leitura e síntese de artigos científicos que sejam relevantes para o tema da pesquisa que vai ser desenvolvida." Imagem final com logo do NCC.

Fala, pessoal! Hoje vamos conversar um pouco como os investimentos em pesquisa chegam aos pesquisadores e projetos. Você...
10/12/2020

Fala, pessoal! Hoje vamos conversar um pouco como os investimentos em pesquisa chegam aos pesquisadores e projetos. Você sabia como os pós-graduandos conseguem boslas? E como as verbas para ciência são investidas?

Tem alguma pergunta ou comentário? Fala para a gente nos comentários e bora trocar ideias! E não esquece de curtir e compartilhar!

Quer saber mais sobre as verbas da ciência, da uma olhada no nosso post sobre financiamento científico:

https://bit.ly/2W3HGcU

: Na primeira imagem: "Trocando ideais #2, como o dinheiro da pesquisa é repassado?" com engrenagens, ponto de interrogação e lâmpada em balões de fala, representando diálogo; e o logo do Papo Ciência no canto inferior esquerdo, com representação de um cérebro e de uma lâmpada com balões de fala, como se conversassem, sobre o escrito "Papo Ciência". Imagem seguinte fala que o dinheiro usado para pesquisa é dividido em bolsas, o salário do pesquisador; administração, para o funcionamento da instituição de fomento; fomento, para compra de materiais e equipamentos para a pesquisa; cooperação internacional, para parcerias com outros países; e divulgação e popularização da ciência, para eventos e atividades sobre ciência (Alô, Papo Ciência!). A imagem seguinte tem título "Quem recebe essa grana" e explica que o dinheiro investido vai para os programas de pós-graduação nas universidades, que formam mestres e doutores que desenvolvem projetos de pesquisa e inovação; e instituições de pesquisa, especializadas em pesquisa, sendo públicas ou privadas (90% em universidades públicas). A seguir, imagem com título "Como pesquisadores e projetos conseguem o financiamento" fala sobre o financiamento vir da verba dos programas de pós-graduação, em processos seletivos definidos por cada programa; enviando propostas para instituições de fomento que avaliam e aprovam projetos; e parcerias com instituições públicas e privadas com um acordo para desenvolver uma pesquisa. Imagem final com o nome "Núcleo de Comunicação Científica", o logo do Papo Ciência no centro e o endereço "" do NCC nas redes sociais.

Fontes das informações: https://bit.ly/3n76xs8
https://bit.ly/3acng9Z

Quem financia a ciência no Brasil? Já parou para pensar nisso?Muito se fala em ciência, mas não se vê taaanta divulgação...
26/11/2020

Quem financia a ciência no Brasil? Já parou para pensar nisso?
Muito se fala em ciência, mas não se vê taaanta divulgação de fato sobre como a ciência, cientistas, pesquisas e pesquisadores são pagos. Então trouxemos um pouco aqui sobre o assunto! Vamos conhecer um pouco mais?

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: Título e subtítulo na primeira imagem: Trocando ideias. Financiamento científico. Os textos das imagens seguintes descorrem sobre o tema: os grupos de pesquisa no Brasil podem receber verbas de instituições de fomento, fundos das universidades e de iniciativa privada. As instituições de fomento federais são mantidas peloas recursos do governo e dos ministérios. Imagens dos logos dessas instituições exemplificando: BNDES, MCTI, CNPq, Finep, CAPES, MEC. Os estados financiam a ciência por meio das Fundações de Amparo à Pesquisa mantidas com verbas estaduais, exemplificando coloca-se um mapa do Brasil com os nomes respectivos de cada Fundação de Amparo, referente a cada estado. Ainda, parcerias com a iniciativa privada são permitidas e incentivadas: Lei do Bem (Lei nª 11.196/05): incentivos fiscais às empresas que investem em PDF&I e Marco Legal da Ciência, Tecnologia e Inovação (Lei nº 13.243/2016): desburocratizar as atividades de pesquisa e inovação no país. Finalização do post com logo do Núcleo de Comunicação Científica Papo Ciência.

Fonte das informações: https://www.dwih-saopaulo.org/pt/pesquisa-e-inovacao/cenario-de-pesquisa-e-inovacao-no-brasil/financiamento-de-pesquisa-e-inovacao/

E aí, pessoal! Como vocês estão? Vamos falar um pouco mais de algoritmos? Como eles podem funcionar na prática? Aqui tra...
12/11/2020

E aí, pessoal! Como vocês estão? Vamos falar um pouco mais de algoritmos? Como eles podem funcionar na prática? Aqui trazemos um exemplo de como algoritmos podem ser aplicados e encontrados no cotidiano!! Eles podem estar muito mais próximos do que imaginamos!

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Na primeira página, decorada com formas arredondadas na cor roxa espalhadas por um fundo branco, temos o título da postagem: "Algoritmos na prática!". Abaixo temos escrito: "Entendendo um pouco mais sobre algoritmos na análise de dados a partir de um exemplo cotidiano. Suponha que você trabalha num setor de marketing de uma rede de pizzaria e agora precisa customizar as pizzas entregues para que as pessoas sintam mais carinho por elas". Na página dois, continuamos com o título "Passo 1: a ideia geral! Personalizar a venda". Logo abaixo, continuamos o texto: "Você lembra que quando pediu um café e anotaram seu nome nele, você se sentiu tratada com mais carinho pela cafeteria e chegou à seguinte conclusão: Quando um produto tem a sua cara, você se sente mais feliz usando ele. Além disso, você gosta de ouvir música enquanto come pizza, então sua ideia é: Sugerir músicas na embalagem da pizza entregue!". Na próxima página, de número três, seguindo a mesma estrutura com fundo branco e bolhas roxas espalhadas, apresentamos o título: "Passo 2: Como fazer? Usar dados!". Logo abaixo, temos: "Muitas pessoas que pedem pizza onde você foi contratada segue a página da empresa no Facebook. Quando o pedido é feito por algum aplicativo, você consegue acessar a página pessoal do Facebook da pessoa e descobrir quais músicas ela gosta. Uma das suas hipóteses é que a idade está muito ligada com o gosto musical de uma pessoa e por isso pensa em usar esse contexto na sua tarefa". Na próxima página, temos o título: "Como são os dados?", onde continuamos com o texto: "Na página do Facebook, por exemplo, você também pode encontrar a idade da pessoa. Com isso, você tem a idade como variável independente e preferência musical como variável dependente. Você então passa a cruzar esses dados". Apresentamos então uma tabela com as colunas "Cliente, idade e preferência musical" e a completamos com os dados: "Ana Paula Ambrósio, 23, Reggae, Eletrônica", "Ricardo Azevedo, 48, MPB, Samba, Disco", "Maria de Cássia, 19, Pop, K-pop, Hip Hop", "Bárbara Lima, 21, Eletrônica, Pop, Gospel", "Gabriela Ribeiro, 37, Disco, Gospel, Hip Hop". Em sequência, na página cinco, apresentamos o título: "Passo 3: Criar um modelo. Hora do Algoritmo". Abaixo temos: "Seu modelo busca separar gêneros de acordo com a Emoção e Forma. No gráfico, cada ponto representa uma pessoa e sua posição, o gosto musical". Apresentamos assim um gráfico separado em quatro quadrantes com pontos dispersos em três cores representando os intervalos de idade de 18 a 25 anos, 25 a 35 anos e 35 a 50 anos. Por sua vez o primeiro quadrante representa músicas mais instrumentais e agitadas, o segundo representa músicas mais cantadas e agitadas, o terceiro representa músicas mais cantadas e calmas e o quarto, representa músicas mais instrumentais e calmas. Em sequência, na página seis, começamos com o título "Passo quatro: análise do modelo. O que os dados dizem?", seguindo com o texto: "Com este conjunto de dados, agora você consegue inferir que: Pessoas entre 18 e 25 anos preferem músicas mais agitadas e cantadas; Pessoas entre 25 e 35 anos preferem músicas mais agitadas em geral; Pessoas entre 35 e 50 anos preferem músicas mais instrumentais e calmas". É importante mencionar que estes dados não representam de fato os gostos musicais. Eles foram construídos apenas como ilustração do problema. E continuamos o texto: "Passo 5: automatização. Depois de ter escolhido mais de 10 músicas de acordo com as preferências da clientela, como toda pessoa você já se cansou da tarefa.... e pensou: E se o computador me respondesse qual o estilo musical de uma pessoa? Então no fim, você só iria ter o trabalho de escolher uma música que pertença a esse estilo! Para isso você precisa de um Algoritmo de classificação". A página sete possui fundo roxo, formas arredondadas e texto em cor branca com o título "Aprendizado de máquina". Abaixo, temos o texto: "Os algoritmos de sugestão do Facebook, ou de qualquer outra plataforma geralmente usa de machine learning para sugerir conteúdo personalizado. Os modelos costumam ser bastante complicados, mas o conceito base para todos eles é a classificação. A classificação busca determinar a característica de alguma coisa baseado em um conhecimento existente (uma base de dados)... e quanto mais parecidas, maiores as chances de pertencerem à mesma classe!". Na página oito, retornamos ao fundo branco com formas roxas com o título "Passo seis: Conclusão: Sucesso" seguido do texto: "A cada pedido novo, o algoritmo automatiza aquilo que você ficou com preguiça de fazer (e que o computador faz bem mais rápido, o que é um ótimo argumento para não fazer manualmente!). E assim o algoritmo funciona: 1, o pedido é feito. 2, Qual a idade da pessoa que o fez? 3, Qual o intervalo de idade que ela se encontra? 4, Qual categoria musical ela possivelmente mais gosta?" e conclui: "Você então simplesmente escolhe uma música aleatória que se encaixe nessa categoria e escreve na embalagem para entregas com um rostinho feliz." Próximo à conclusão, nossas páginas finais apresentam o texto: "Apesar das coisas negativas associadas, os algoritmos são ferramentas importantes e muito divertidas. O que é importante sempre mencionar é que, se não tomar cuidado, eles acabam reproduzindo vieses humanos. Usando o nosso exemplo, caso o nosso modelo esteja errado, as músicas sugeridas não serão do agrado da clientela, mas em outros cenários, a situação é mais complicada!". E continuamos: "Quão complicada? Imagine as seguintes situações: Uma empresa quer anunciar vagas de emprego personalizadas, mas tabelas que usam para decidir quem é alvo dos anúncios contém apenas homens. Quais as chances de o anúncio ser feito para mulheres? Ou então, uma empresa de segurança quer utilizar reconhecimento facial, mas o banco de dados de imagem contém predominantemente fotos de pessoas negras. Quais as chances de reconhecer criminosos de pele branca?". Por fim, finalizamos com os dizeres: "Entender todos esses mecanismos e levantar estes temas é fundamental para que a gente possa viver em um ambiente justo e agradável à todas as pessoas". Na nossa página final, apresentamos o logo do Núcleo de Comunicação Científica, junto com nossas redes sociais no Instagram e Facebook "papocienciaicmc"

Fala galera, como vocês estão?Estamos na 17ª Semana Nacional da Ciência e Tecnologia, e para celebrar, o ICMC USP de São...
21/10/2020

Fala galera, como vocês estão?

Estamos na 17ª Semana Nacional da Ciência e Tecnologia, e para celebrar, o ICMC USP de São Carlos realizará dois bate-papos online, nos dias 21 e 22 de outubro às 19H, sobre o tema Inteligência Artificial.

Ficou curioso para saber e se inteirar sobre esse tema?

Ativa o sininho do canal do ICMC TV no Youtube (tv.icmc.usp.br), curta, compartilhe com os amigos e não fique de fora dessa!

Fala galera!Hoje queremos fazer uma pergunta: vocês sabem o que são algoritmos?Algoritmos são sequências de instruções l...
15/10/2020

Fala galera!
Hoje queremos fazer uma pergunta: vocês sabem o que são algoritmos?
Algoritmos são sequências de instruções lógicas para realizar uma tarefa.
Eles estão presentes no nosso dia-a-dia, e seu uso ainda não é bem regulamentado.
Ficou curioso em conhecer um pouco mais sobre esse tema?
Confere nosso post aí!


: Nesta página inicial, começamos com o título "O que são os algoritmos?" em fundo marrom claro. Ao fundo, como marca d'água, temos cinco equações com derivadas parciais e somatórios. Também nesta página temos um fluxograma representando um algoritmo simples para fazer café. Na próxima página, temos o texto: "Ouvimos que os algoritmos das redes sociais ajudam a promover a polarização política e a desinformação, ou que eles exploram nossas vulnerabilidades e nos fazem passar mais tempo online e fazer mais compras. Mas afinal, o que são esses tais algoritmos?". Algumas imagens representando redes sociais, fake news e polarização circulam o texto. Na terceira página, apresentamos o texto: "Um algoritmo é uma sequência de instruções lógicas que devem ser executadas para realizar uma tarefa. Pode ser: Simples, como uma receita de bolo; Complexo, como programas de reconhecimento de fala." e concluímos com "Nem todo algoritmo é um programa de computador, mas todo programa de computador usa de algoritmos... ...para fazer aquilo que foram programados para fazer.". A próxima apresentação, de número quatro, mostra figuras de desenho de uma mulher e de papéis, representando capacidade de processamento de computadores. Ao lado, temos o questionamento: "Mas se os algoritmos são apenas isso, por que eles entraram no debate público recentemente?". Abaixo, prosseguimos: "O aumento recente da capacidade de processamento dos computadores e da quantidade de dados disponíveis, desde que tudo passou a ser informatizado; principalmente após o surgimento dos smartphones e das redes sociais"... Continuando na quinta página: "... permitiram o surgimento de alguns algoritmos especiais que aprendem sozinhos (usando muita matemática) a fazer previsões quase certeiras. Estes são os que despertaram debates recentes sobre quais podem ser suas consequências!". Temos então mais um questionamento: "Por exemplo, você gosta de gatos?". Em seguida, ao lado de uma ilustração de gatinho, continuamos: "Um algoritmo de rede social pode contar quantas curtidas ou quanto tempo você passa olhando fotos de gatos.". Na página seguinte, exibimos várias imagens de gatinhos e o texto (que ilustra um algoritmo de programação): "Curte gatos? Algoritmo diz: Grande chance!". Neste caso, temos que "ele vai te mostrar cada vez mais fotos de gatos e publicidades de produtos para gatos." Em oposição, caso você "Curte gatos?" e "Algoritmo diz: Não muito!", então "ele pode tentar te mostrar coisas diferentes até encontrar algo que você goste, e te faça passar mais tempo conectado. Assim, as chances de você comprar produtos é mais alta". Aproximando da nossa conclusão, na sétima página, ao lado de uma balança com um anjinho e um diabinho, apresentamos o seguinte texto: "Mas apesar dos problemas que os algoritmos podem nos trazer, eles por si só são apenas uma tecnologia neutra, que pode ser usada tanto para o bem quanto para o mal (intencionalmente ou não). Os algoritmos estão presentes em nosso dia a dia não só nas redes sociais, mas em muitas outras aplicações. Por exemplo, em filtros de spam de e-mails, na detecção automática de fraudes em bancos e na detecção precoce de câncer baseado em exames de imagem". Concluímos então na oitava página, onde escrevemos que "o primeiro passo para tomarmos melhores decisões no mundo conectado em que vivemos é estarmos conscientes do que os algoritmos são! Esse conhecimento é também essencial para que possamos cobrar de nossos governantes leis que nos protejam dos seus possíveis usos nocivos, e investimentos em pesquisa e desenvolvimento na área que tragam benefícios para a sociedade!". Ao lado, temos algumas figuras como um martelo, representando a justiça, e um grupo de pessoas representando união. Finalizamos com nosso logo do Núcleo de Comunicação Científica, Papo Ciência, junto com nosso facebook e instagram, ambos com o nome papo ciencia icmc.

  desse evento de divulgação científica incrível que foi a 5ª edição do Pint of Science!Especificamente falamos aqui das...
08/10/2020

desse evento de divulgação científica incrível que foi a 5ª edição do Pint of Science!
Especificamente falamos aqui das palestras realizadas pelo ICMC USP, em que ajudamos no backstage com questões técnicas das transmissões ao vivo. Geralmente o Pint acontece de forma presencial, em um ambiente super descontraído, com comida, bebida e uma troca de ideias bem informal, fora daquele local de trabalho tradicional dos cientistas. Este ano o formato do Pint foi readequado para o modo virtual, para que não ficássemos sem o evento apesar do advento da pandemia.
Foi de grande aprendizado esse novo formato e nos mostrou que temos muitas possibilidades para divulgar ciência! Mas a verdade é que mal podemos esperar para o próximo Pint ao vivo para podermos debater ciência aglomerando com todos os amigos e colegas que gostamos!

Se você perdeu as palestras, não se aflija! Elas estão disponíveis no YouTube no canal do

: Imagem com fundo cinza e destaque para o logo do Pint of Science (uma figura de um cérebro com óculos dentro de um copo). Abaixo, temos três momentos distintos do evento: o primeiro mostra um slide em referência aos incêndios na Amazônia; o segundo, uma ilustração do jogo "Onde está o Wally?" e o terceiro, uma imagem do jogo desenvolvido para o ensino. Nele temos a figura de uma mulher, com roupa vermelha em uma taberna. A próxima imagem contém o título "Do pãozinho à Amazônia: Como pequenas ações geram grandes impactos?", ao lado de uma formiga carregando um galho, apresentada no dia 08/09 por Caroline Xavier e Hingryd Lima Rauen. Esta imagem traz quatro pessoas que apresentaram o tema em videoconferência ao lado do texto: "Nesse bate-papo a Caroline e a Hingryd apresentaram uma cadeia de relações que conectam uma fatia de pão à destruição da Amazônia. Essa conversa nos fez compreender e entender que o consumo não consciente pode provocar a desertificação em uma das regiões mais ricas em biodiversidade em nosso planeta. Venha aprender com a gente". A próxima imagem contém o título "E agora, Wally, onde está o cientista?", junto à imagem do Wally, apresentada no dia 09/09 por Carolina Sotério, Giovana Ferreira Bigotto Gonçalves e Matheus Steingenberg Populim. Temos também as três pessoas em vídeo conferência ao lado do seguinte texto: "Nessa conversa, Carolina, Giovana e Matheus, baseando-se na fama de Wally, um personagem criado em 1987, nos questionaram se algum dia os cientistas brasileiros seriam tão famosos quanto Wally. F**a a pergunta: você conhece algum cientista brasileiro? Se liga nesse bate-papo para saber quem são os cientistas, onde vivem e o que comem...". Por fim, na última palestra, temos a imagem de um controle de videogame ao lado do título "Como aprender jogando? Aperte o play!", apresentada no dia 10/09 por Daniel Henrique Silva e Leonardo Tórtoro Pereira. Similar às anteriores, abaixo do título temos uma imagem de quatro pessoas em vídeo conferência ao lado do texto que segue: "Nessa conversa virtual, dois guerreiros nos mostraram como as armas da ciência podem auxiliar o ensino de jovens e adultos através do uso de jogos educativos, levando a experiências personalizadas e focadas nas dificuldades e necessidades de cada um. Ficou curioso? Aperte o play e venha aprender jogando!". A sequência de imagens termina com o título "Núcleo de Comunicação Científica" juntamente com o logo do grupo e links para as redes sociais Facebook e Instragram:

29/09/2020

Alo, gente! ✊✊
É importante que a gente conheça bem os impactos do Projeto de Lei 529 proposto para o estado de São Paulo. Aqui vai um recado de diretores da USP - São Carlos!!

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São Carlos Do Pinhal, SP

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