30/04/2026
Pesquisadores de diversos países do mundo, incluindo Japão e Brasil (, e ), mapearam a história evolutiva dos cupins.
O trabalho sequenciou exaustivamente o DNA de quase todas as espécies de cupins nas Américas, sendo 206 novas para a ciência.
E mostrou como novas características que surgiram em grupos de cupins e extinções globais abriram o caminho para o sucesso evolutivo destes insetos.
Agora, podemos dizer que temos uma ideia melhor de como esses engenheiros de ecossistemas atingiram sua dominância nos ambientes tropicais de todo o mundo.
Saiba mais em nosso site (link na bio e no qr-code na última imagem):
https://cupim.proec.ufabc.edu.br/inovacoes-e-extincoes-em-massa-deram-origem-aos-decompositores-mais-importantes-dos-tropicos/
28/04/2026
A Caatinga é um dos biomas mais subestimados do Brasil – e também um dos mais ameaçados 🌵
Mesmo com condições extremas, ela abriga uma alta biodiversidade adaptada e resistente. Apesar de ter menos espécies de cupins que outros biomas, esses insetos têm um papel gigantesco no ecossistema. 🌱
Eles atuam na decomposição, reciclam nutrientes e ajudam a manter o solo funcional – importante durante os períodos de seca em que muitos outros animais reduzem sua atividade.
Porém, o constante desmatamento assim como o uso intensivo do solo afeta diretamente essas comunidades e, consequentemente, todo o ecossistema.
Preservar a Caatinga não é apenas proteger espécies, é garantir o funcionamento de um ambiente inteiro e das comunidades que dependem dele, incluindo a população humana local.
Já tinha pensado no papel dos cupins nesse bioma? 🌵😁
Referência:
Vasconcellos et al. 2025. Térmitas da Caatinga: ecologia, biogeografia e conservação. Livro - Cupins da América do Sul
Imagens:
Slide 1 - Paisagem do Bioma Caatinga (Embrapa, 2015); Syntermes cearensis -Alex, UFPB
24/04/2026
Um grupo de pesquisadores brasileiros mostrou que indivíduos que realizam diferentes tarefas dentro de um cupinzeiro também possuem cérebros diferentes!
O artigo explora como o cérebro de cupins operários atuam na divisão de tarefas baseada no s**o.
Na espécie _Syntermes dirus_, por exemplo, o forrageamento é feito por machos, que ficam perambulando na superfície, enquanto a construção de estruturas ao redor das entradas do ninho é feita pelas fêmeas.
Com isso, uma região do cérebro relacionada com navegação e orientação é mais desenvolvido em operários machos.
Considerando que os machos navegam pela superfície em busca de alimento, uma maior capacidade de orientação e localização é bem-vinda!
Além disso, a expressão de um gene chamado "foraging" no cérebro, que regula o comportamento de forrageio, é maior em machos e condiz com a divisão de tarefas observada.
Para saber mais sobre esse trabalho, e como os cérebros dos insetos sociais modulam o comportamento dos diferentes indivíduos em uma colônia, leia nosso texto!
https://cupim.proec.ufabc.edu.br/o-que-passa-na-cabeca-de-um-cupim/
19/02/2026
Um estudo recente publicado na revista Nature Communications explorou o genoma de 45 espécies para entender como esses insetos deixaram de comer apenas madeira para explorar folhas, fungos e até solo!
A pesquisa revelou que a família Termitidae possui genomas maiores e mais dinâmicos, que permitiram uma plasticidade evolutiva incrível.
Entenda mais sobre o trabalho em nosso site:
https://cupim.proec.ufabc.edu.br/a-historia-da-alimentacao-dos-cupins-escrita-em-seus-genomas/
14/02/2026
*Noirotitermes* já está pronto pro Carnaval!!
em dia errado 😅
11/02/2026
Dia Internacional das Mulheres e Meninas na Ciência!
Neste dia, relembramos o legado de Margaret Collins.
Saiba mais sobre a "Mina dos Cupins" em nosso site!
https://cupim.proec.ufabc.edu.br/margaret-collins-a-mina-dos-cupins-e-primeira-entomologa-afroamericana/