01/11/2020
Linguagem sem Medo é um grupo de reforço voltado para as Linguagens (Gramática, Literatura e Redação) tanto de Língua Portuguesa quanto de Língua Inglesa. Montamos um material baseando-se nas suas dificuldades para você vencer na vida.
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30/09/2020
A Base Nacional Comum Curricular é o documento que determina os direitos de aprendizagem de todo aluno cursando a Educação Básica no Brasil. A Base possui 10 Competências Gerais que operam como um “fio condutor”.
Essas competências devem ser desenvolvidas pelos estudantes ao longo de todos os anos da Educação Básica e, por isso, permeiam cada um dos componentes curriculares, das habilidades e das aprendizagens essenciais especificados no documento da BNCC, além daqueles que serão inseridos nos currículos locais.
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As Competências Gerais não devem ser interpretadas como um componente curricular, mas tratadas de forma transdisciplinar, presentes em todas as áreas de conhecimento e etapas da educação. Elas “foram definidas a partir dos direitos éticos, estéticos e políticos assegurados pelas Diretrizes Curriculares Nacionais e de conhecimentos, habilidades, atitudes e valores essenciais para a vida no século 21”.
Elas indicam o norte para a compreensão das escolhas curriculares, que conta com a participação das escolas. Mas o que pode ser considerado uma competência? Quais são as 10 Competências Gerais da Base Nacional Comum Curricular? Como funciona, na prática, a orientação por competências? Ao longo do texto, respondemos a essas e outras questões. Quer saber tudo sobre o assunto? Vamos adiante!
30/09/2020
O modelo mais conhecido e praticado nas instituições de ensino é aquele em que o aluno acompanha a matéria lecionada pelo professor por meio de aulas expositivas, com aplicação de avaliações e trabalhos. Esse método é conhecido como passivo, pois nele o docente é o protagonista da educação.
Já na metodologia ativa, o aluno é personagem principal e o maior responsável pelo processo de aprendizado. Sendo assim, o objetivo desse modelo de ensino é incentivar que a comunidade acadêmica desenvolva a capacidade de absorção de conteúdos de maneira autônoma e participativa.
Por meio de vários estudos feitos na área, chegou-se à conclusão de que, entre os meios utilizados para adquirir conhecimento, há alguns cujo processo de assimilação ocorre mais facilmente. Desse modo, temos como referência uma teoria do psiquiatra americano William Glasser para explicar como as pessoas geralmente aprendem e qual a eficiência dos métodos nesse processo.
De acordo com essa teoria, os alunos aprendem cerca de:
10% lendo;
20% escrevendo;
50% observando e escutando;
70% discutindo com outras pessoas;
80% praticando;
95% ensinando.
Sendo possível observar, então, que os métodos mais eficientes estão inseridos na metodologia ativa.
Pode-se destacar a “sala de aula invertida” – em inglês, flipped classroom – como um método ativo bastante atual e que, inclusive, pode ser o que dominará em um futuro próximo. Sendo assim, esse método tem por objetivo substituir a maioria das aulas expositivas por conteúdos virtuais.
Ademais, nesse modelo o aluno tem acesso aos conteúdos on-line, para que o tempo em sala seja otimizado. Isso faz com que ele chegue com um conhecimento prévio e apenas tire dúvidas com os professores e interaja com os colegas para fazer projetos, resolver problemas ou analisar estudos de caso. Tal fato incentiva o interesse das turmas nas aulas, fazendo com que a classe se torne mais participativa.
Já os discentes se beneficiam com um melhor planejamento de aula e com a utilização de recursos variados, como vídeos, imagens e textos nos mais diversos formatos. Afinal, cada um tem um jeito de aprender. Dessa forma, é possível melhorar a concentração e dedicação dos alunos também nos encontros presenciais, sem que os professores se desgastem.
30/09/2020
Uma nova proposta de epistemologia da docência dada pela prática de bons profissionais é a perspectiva do professor reflexivo. “A prática reflexiva tem sido amplamente divulgada no campo das discussões sobre formação de professores, e incorporada a textos e documentos de forma quase integral e totalizadora” (CAMPOS, DINIZ, 2004, p.2).
Segundo Nunes (2010, p.1), “apoiado nos pressupostos do pensamento de Dewey, em particular a conceitualização de experiência, Schön formula a sua perspectiva em torno de três aspectos: reflexão da prática, reflexão sobre a prática e sobre a reflexão sobre a prática.” Para ele, o professor possui um conhecimento adquirido na prática, e o utiliza para a solução de diferentes questões.
A reflexão na ação se dá quando o professor reflete, colocando para si as questões do cotidiano como situações problemáticas e faz isso ao mesmo tempo em que está vivenciando esta situação. No entanto, quando se faz esta reflexão após a ação, é a chamada reflexão sobre a ação; esta tem caráter retrospectivo. Por fim, no momento em que o profissional, em um processo mais elaborado, procura compreender a ação, interpretando-a e tem condições de criar outra alternativa para aquela situação, na realidade ele está realizando o processo de reflexão sobre a reflexão na ação.
30/09/2020
A escola deve ser um lugar de concepção, realização e avaliação. Concepção, pois, assim como no nascimento, o estudante passa por um novo processo em uma nova caminhada na sua vida, desta forma, os conceitos educacionais devem sempre estar se renovando, melhorando e refletindo. Realização, pois, devemos sempre fazer o nosso melhor para que as coisas ocorram. Desta forma, acontece a avaliação, mas não somente a externa, onde pessoas dão suas opiniões, mas uma avaliação interna, introspectiva: “tudo que fiz, foi o meu máximo?”, “eu dei o meu melhor?” ou até mesmo “eu fui bem, mas consigo melhorar?”
Partindo desses pressupostos montamos um Núcleo de Estágio onde não validamos somente o fazer, mas o ouvir, o sentir, o falar, mas também o calar, os momentos corretos de cada situação. Aprender com o outro que também está num eterno aprendizado. Dar empoderamento para aquele que nunca iria para a sala de aula poder sair da zona de conforto e descobrir-se em novas áreas.