História da Morte

História da Morte

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A página dedica-se à divulgação de estudos relativos à história da morte e ao morrer em diferentes espaços e tempos. Falamos sobre todo o universo da morte.

Desde fotografias de cemitérios, divulgando eventos pelo Brasil todo, passando por algumas curiosidades e fontes para aqueles que pesquisam ou estão se iniciando neste caminho. Este espaço não é exclusivamente de História. Na verdade, a proposta é reunir o máximo de disciplinas e seus múltiplos olhares para este objeto de estudo. Aqui, a temática da morte é tratada e discutida sem o peso do tabu.

08/02/2024

Eu sou Iluminado !

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I am enlightened !

















💀🕯️🤍🕊️


24/01/2024

"Mas permanecerei em qualquer lugar
Eu sou livre para falar o que penso em qualquer lugar
E vou revistar qualquer lugar"

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"But I'll take my time anywhere
I'm free to speak my mind anywhere
And I'll redefine anywhere"

🎵 Metallica - Wherever I May Roam






💀✨🎵🌧️🕯️⚰️



02/01/2024

Hey, Happy New Year!!! / Feliz Ano Novo!!!





💀⏳🎉🥂✨







02/12/2023

Quando os felpudos também tem uma última morada...
Este é o mais antigo cemitério de animais do Ocidente ainda em funcionamento.

25/11/2023

Todos somos iguais perante a morte.









💀🦴👁️🇫🇷🕯️⚰️












22/11/2023

Os caminhos infinitos que te levam para o mesmo lugar..











💀🇫🇷🕯️🥀🌱⚰️

Photos from História da Morte's post 16/11/2023
15/01/2022

Orar/rezar/pedir/emanar energias positivas por todos aqueles que precisam!!



💀🤲🏻🥀🕯️

Photos from História da Morte's post 12/11/2020

‼️‼️

E finalizando a terceira e última temporada desse ano da Web-Dead-Série: "As Mulheres e a Morte" !!

Idealizada por Taís Souza (Professora Orientadora de Sala de Leitura da Prefeitura de São Paulo, Co-Fundadora da ONG Instituto Memórias do Brasil - que trabalha com patrimônio histórico e cultural, Guia de Turismo e participante do Projeto Caminhos do Triângulo - Viva o Centro/SP), com o apoio da nossa página.

A cada sexta-feira uma convidada apresentará um tema/estudo/sua(s) visões sobre a finitude.

A Sexta-feira 13 será em dose dupla!!

As convidadas da vez serão:

🔸Evanir de Oliveira - Cremadora

🔸Renata de Lima - Sepultadora

Ficou interessado(a), quer fazer saber mais? Está curioso(a) sobre o tema? Assista a live!

A live acontece na página no Instagram, sempre as sextas-feiras, às 19 horas.
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Perdeu algum episódio da primeira, da segunda ou da terceira temporada? Só dar uma passadinha aqui no canal do Youtube:

https://www.youtube.com/channel/UC51866yHzvz7hQ4Y6S5c41A
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Não percam! ☠️

05/11/2020

‼️‼️

Dando continuidade a terceira e última temporada desse ano da Web-Dead-Série: "As Mulheres e a Morte" !!

Idealizada por Taís Souza (Professora Orientadora de Sala de Leitura da Prefeitura de São Paulo, Co-Fundadora da ONG Instituto Memórias do Brasil - que trabalha com patrimônio histórico e cultural, Guia de Turismo e participante do Projeto Caminhos do Triângulo - Viva o Centro/SP), com o apoio da nossa página.

A cada sexta-feira uma convidada apresentará um tema/estudo/sua(s) visões sobre a finitude.

A convidada da vez do dia 06/11 será Viviane Comunale!

Viviane é Doutora e Mestre em Artes Visuais pela Universidade Estadual Paulista Júlio de Mesquita Filho (UNESP), na linha de pesquisa: Abordagens históricas, teóricas e culturais da arte, bolsista pela CAPES. Através de sua pesquisa redescobriu o artista Alfredo Oliani e sua arte tumular, participou do Projeto Memória & Vida - Serviço Funerário de São Paulo e PUC-SP. Além disso, revelou também os Cemitérios do Vale histórico do Paraíba, através do seu trabalho de pesquisa.

Ficou interessado(a), quer fazer saber mais? Está curiso(a) sobre o tema? Assista a live!

A live acontece na página no Instagram, sempre as sextas-feiras, às 19 horas.
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Perdeu algum episódio da primeira, da segunda ou da terceira temporada? Só dar uma passadinha aqui no canal do Youtube:

https://www.youtube.com/channel/UC51866yHzvz7hQ4Y6S5c41A

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Não percam! ☠️

Como ler notícias sobre pós-pandemia se mais um preto morre todo dia? - Mural 03/11/2020

"Em Barra do Choça, minha terra natal baiana, a 500 km de Salvador, minha avó Alice deixou em luto o povoado onde cresci e no qual ela viveu por quase todos os seus 76 anos.

A partida foi ainda mais dolorosa, já que a pandemia impediu a despedida por parte de familiares e amigos. Eles só puderam vê-la de dentro do carro da funerária, distante do veículo, por duas horas.

Vítima de uma complicação nos rins, aquele adeus foi ainda mais triste por tamanha brevidade, ao contrário dos velórios de 24 horas, símbolo da derradeira presença diante da partida definitiva.

Enquanto o povoado Cavada ainda seca as lágrimas pela perda de Alice, as preocupações com a Covid-19 parecem ter sido riscadas pelos candidatos à prefeitura de Barra do Choça.

Caminhadas e carreatas têm lotado as ruas da zona urbana e rural. Em vídeos nas redes sociais, candidatos e apoiadores sem máscaras posam em fotos e geram aglomerações com centenas, quiçá milhares de pessoas.

Assim que a campanha ganhou força, população e poucos veículos (blogs) de notícias tentaram problematizar os riscos da Covid-19. Na maior parte dos casos, aparentemente mais preocupados em atacar o adversário, sob a acusação de falta de distanciamento social. Nem isso mais. A sensação é que não existe mais pandemia em Barra do Choça.

Tento buscar o número de casos da doença na cidade. Nada em blogs, tampouco no site da prefeitura. Não há informações sobre cuidados. Espero que exista nas caixinhas de som espalhadas pela praça principal ou em cartazes pregados em pontos públicos.

A sensação, porém, é que não existe mais pandemia em Barra do Choça. Ao todo, foram pouco mais de 450 casos confirmados na cidade e seis mortes, segundo o portal Lagom Data.

Os números gerais não estampam, como antes, o topo dos portais. Desde o início da pandemia, 155.459 pessoas perderam suas vidas para a Covid-19.

A corrida eleitoral avança a todo v***r na cobertura da imprensa, da Bahia a São Paulo. Imagino que em outras cidades pequenas como Barra do Choça às grandes metrópoles.

Precisamos estar bem informados sobre o cenário político. Este é o papel da imprensa, ao veicular, por exemplo, supostos casos de corrupção de governantes com dinheiro na cueca destinado justamente ao combate à pandemia.

Boa informação nos leva à possibilidade de tentar eleger melhores candidatos, para que em situações como essas, diferentemente de agora, milhares de mortes sejam evitadas.

Embora seja importante saber quando e se haverá vacina ou não, sinto me deparar cada vez mais com reportagens sobre o “pós-pandemia”. Vi há pouco, algumas como: os cuidados da pele no pós-pandemia, as profissões badaladas no pós-pandemia, a recuperação de empresas pós-pandemia.

Minha vó Alice não morreu de Covid, mas, na última semana, duas irmãs de uma conhecida jornalista e o pai de um amigo, todos no extremo da zona sul de São Paulo, pretos e pobres como Alice, perderam suas vidas para a doença.

Pergunto: como ser capaz de ler uma notícia sobre cuidado com a pele no pós-pandemia, se, em 24 horas, mais de 500 pessoas, a maioria de cor preta, fecharam os olhos de vez, vítimas do coronavírus?" (Texto de Vagner de Alencar - jornalista, cofundador e diretor de jornalismo das Agência Mural de Jornalismo das Periferias).

Como ler notícias sobre pós-pandemia se mais um preto morre todo dia? - Mural Os bastidores do jornalismo nas periferias de SP

03/11/2020

💀📚 A Morte como assunto acadêmico:

Um olhar antropológico sobre o suicídio: devir, formas de vida e subjetividades

"O objetivo deste artigo é refletir sobre o fenômeno do suicídio, a partir de alguns referenciais teóricos antropológicos e de uma etnografia realizada em ambiente digital, entre 2014 e 2016, que resultou em uma tese de doutorado. Em um primeiro momento, explicita-se como é possível inscrever o suicídio em uma análise social, por meio de certos conceitos, como formas de vida, subjetividades e devir. A seguir são apresentados alguns sujeitos etnográficos e são analisados seus discursos de suicídio como uma forma de perda de um futuro imaginado, à luz de teorias recentes da antropologia fundamentadas nas subjetividades e nas experiências do sujeito. Assim, propõe-se uma mudança no entendimento do fenômeno do suicídio capaz de englobar também uma perspectiva multidisciplinar: mais do que um Mal a ser combatido a qualquer custo, o suicídio é, ao mesmo tempo, uma resposta e uma consequência, entranhadas na vida social e cultural, de violências e de sofrimentos sociais. Nesta intepretação, o suicídio pode ser entendido como ausência do devir ou como um devir extremo. Por fim, um olhar antropológico permite ampliar a compreensão do fenômeno, que deixa de ser somente um item nosográfico e passa a ser um elemento indissociável da experiência humana.”

Da autoria de: Thiago Nagafuchi

http://www.seer.unirio.br/index.php/revistam/article/view/8977?fbclid=IwAR1wfU3Fq0bHpiPvbcgjXJejAa0Ux0KZCfUAUgBnj7dSsSQuDqRyS2npnwI

Boa leitura!

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