11/12/2025
Caros leitores,
A Dilemas - Revista de Estudos de Conflito e Controle Social acaba de publicar sua nova edição: v. 18 n. 3 (2025): SET/OUT/NOV/DEZ.
Convidamos todos a navegar no sumário da revista para acessar os artigos e outros itens de seu interesse.
https://revistas.ufrj.br/index.php/dilemas/issue/view/2995
Agradecemos seu interesse e apoio contínuo em nosso trabalho.
DILEMAS - Revista de Estudos de Conflito e Controle Social
17/11/2025
‘É preciso falar o óbvio: o Brasil não tem pena capital’ - ENTREVISTA I ALEXANDRE WERNECK, COORDENADOR DO NÚCLEO DE ESTUDOS DE CIDADANIA, CONFLITO E VIOLÊNCIA URBANA DA UFRJ
https://www.adufrj.org.br/noticias/6036-e-preciso-falar-o-obvio-o-brasil-nao-tem-pena-capital
11/11/2025
O Núcleo de Estudos da Cidadania, Conflito e Violência Urbana (NECVU/UFRJ) e o Programa de Pós-Graduação em Sociologia e Antropologia (PPGSA/UFRJ) convidam para o debate:
PENSAR O MASSACRE
Como a academia pode responder à barbárie
Mesa 2: SEGURANÇA PÚBLICA E CIDADANIA
Com:
Alexandre Werneck (DS/NECVU/UFRJ)
Juliana Vinuto (DSM/UFF)
Lenin Pires (INEAC/UFF)
Márcia Leite (DA/UERJ)
🗓 Quarta-feira, 12 de novembro, às 9:30h
📍 Sala Evaristo de Moraes Filho, Corredor 109, IFCS/UFRJ
Largo de São Francisco de Paula, 1 – Centro, Rio de Janeiro
Realização:
NECVU | IFCS | UFRJ
PPGSA | IFCS | UFRJ
05/11/2025
Convite
O Núcleo de Estudos da Cidadania, Conflito e Violência Urbana (NECVU/UFRJ) e o Programa de Pos-Graduação em Sociologia e Antropologia (PPGSA/UFRJ) convidam para o debate:
PENSAR O MASSACRE
Como a academia pode responder à barbárie
Mesa 1: Vítimas e Direitos Humanos
Com:
Lucas Pedretti (DS/NECVU/UFRJ)
Liliana Sanjurjo (DA/UERJ)
Alice de Marchi (DP/UERJ/RAAVE)
Fábio Araújo (IFRJ)
🗓 Segunda-feira, 10 de novembro, às 14h
📍 Sala Evaristo de Moraes Filho, Corredor 109, IFCS/UFRJ
Largo de São Francisco de Paula, 1 – Centro, Rio de Janeiro
Realização:
NECVU | IFCS | UFRJ
PPGSA | IFCS | UFRJ
29/10/2025
NOTA DE REPÚDIO - NECVU/UFRJ:
O Núcleo de Estudos da Cidadania, Conflito e Violência Urbana (Necvu) da UFRJ manifesta seu absoluto repúdio à irresponsável operação militar empreendida em 28 de outubro de 2025 pelo governo do estado do Rio de Janeiro em várias localidades de sua capital sob pretexto de enfrentar a facção Comando Vermelho. Os pesquisadores de crime, violência e segurança do país há décadas demonstram, com números e pesquisas de proximidade, como a opção pelas incursões militarizadas em favelas são ao mesmo tempo ineficientes como solução para a criminalidade de fato ameaçadora para a população trabalhadora e prejudiciais para parcelas gigantescas dessa população – especialmente as moradoras em áreas periféricas, cujas vidas cotidianas são constantemente atravessadas por intervenções mal planejadas e agressivas como essa. Até a publicação desta nota, a ação era responsável pelas mortes de mais de 60 pessoas – inocentes ou responsabilizáveis por crimes, envolvidas na operação ou não, mas nenhuma delas passível de punição capital, não prevista em nosso ordenamento jurídico. Isso sem contar os transtornos causados em vários pontos da cidade em termos de deslocamento e de alteração ruidosa do cotidiano de estudantes, trabalhadores e demais cidadãos. E isso se torna ainda mais grave no contexto de reaquecimento oportunista da chamada “guerra às drogas” em âmbito internacional (algo que nunca trouxe soluções de fato para a insegurança em nosso país). É fundamental que a sociedade brasileira recuse medidas performáticas e espetaculosas como essa e que exija a busca por soluções de inteligência, recusando usos eleitoreiros de ações extremas e estando atenta ao risco de aparelhamento do Estado por personagens oriundos do próprio mundo criminal, fortalecidos que são pelo punitivismo (que hoje elege bancadas com pautas abertamente voltadas para a eliminação).
O Necvu, integrante da rede nacional de pesquisas Instituto Nacional de Ciência e Tecnologia Violência, Poder e Segurança Pública – assim como, temos certeza, seus vários grupos coirmãos dedicadas aos estudos na área – mantém sua convicção de que apenas com humanidade e inteligência é possível garantir a segurança da população.
23/10/2025
Dilemas - Revista de Estudos de Conflito e Controle Social: novo artigo.
Cosa Nostra e a sociedade siciliana: a lição de Giovanni Falcone na luta contra a máfia.
Francesco Guerra e Cristian de Paula Sales Moreira Junior.
Giovanni Falcone, magistrado italiano nascido em 1939, dedicou sua vida ao combate à máfia, especialmente a Cosa Nostra. Nesta entrevista, Falcone rejeita teorias que vinculavam a máfia diretamente à política, destacando que os laços eram indiretos, refletindo a influência social da Cosa Nostra. Sua análise aborda a máfia como um fenômeno sociocultural específico da Sicília, inseparável do contexto social que a legitimava.
Acesse o artigo na íntegra:
https://revistas.ufrj.br/index.php/dilemas/article/view/67537
FRANCESCO GUERRA ([email protected]) é doutor em Discipline filosofiche pela Università degli Studi di Pisa (UniPi, Itália) com pós-doutorado em História pela Universidade Federal de Goiás (UFG, Goiânia, Brasil), mestre em Filosofia pela Facoltà di Lettere e Filosofia na UniPi e graduado em Filosofia pela mesma instituição.
CRISTIAN DE PAULA SALES MOREIRA JUNIOR ([email protected]) é doutorando em História pelo Programa de Pós-Graduação em História (PPGH) da Universidade Federal de Goiás (UFG, Goiânia, Brasil), mestre em História pelo PPGH/UFG e graduado em História pela Faculdade de História da UFG.