PEJA GONÇALVES DIAS

PEJA GONÇALVES DIAS

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Espaço virtual criado para divulgação das perspectivas, sonhos e projetos desenvolvidos por alunos e equipe do PEJA da Escola Municipal Gonçalves Dias

01/04/2025

O dia que São Cristóvão perdeu a sua mais famosa tamarineira. Plantada há mais cem anos na Avenida do Exército, era um marco no bairro que cresceu ao seu redor. A árvore era tombada e caiu após um temporal. Dom Pedro I se encontrava com Marquesa de Santos na sua sombra.

Jornal O Globo, 18 de novembro de 1995.

Photos from PEJA GONÇALVES DIAS's post 30/03/2025

NOTA DE PESAR

A direção da Escola Municipal Gonçalves Dias e do PEJA Gonçalves Dias informa, com muita tristeza, o falecimento do professor e amigo Alex von Sydow que trabalhou em nossa escola com esmerado profissionalismo e dedicação afetiva ao ofício educativo.

Professor de Ciências, Alex foi um dos pioneiros do PEJA e grande entusiasta da causa da Educação de Jovens e Adultos. No PEJA Gonçalves Dias tornou-se "um querido dos alunos, um articulador habilidoso de projetos educacionais que sempre os movimentavam para a prática".

Lamentamos essa perda irreparável e nos solidarizamos com familiares e amigos neste momento de dor e saudade.

Todo o nosso reconhecimento e gratidão.

Photos from Renan Ferreirinha's post 06/02/2025
Photos from Foco in História's post 14/08/2024
14/08/2024

Um pouco da história de São Cristóvão, o eterno Bairro Imperial.

O acesso à Fazenda de São Cristóvão era difícil em virtude de sua topografia “semi-anfíbia”, já caracterizada por grandes alagados, pântanos, morros, praias, rios, além de uma grande floresta. Muito embora os jesuítas tenham sido os pioneiros na ocupação da várzea e da penetração no sertão carioca, somente por volta de 1627, quando começaram a ocupação efetiva da fazenda edificando, inicialmente, uma igrejinha à beira da praia dedicada à São Cristóvão, padroeiro dos viajantes, nas proximidades do caminho que servia de ligação entre a cidade e o interior fluminense. Logo chamado de São Cristóvão, nele circulavam os tropeiros, comboios e viajantes que se dirigiam para as capitanias de São Paulo e Minas Gerais. Em virtude desta movimentação apareceu nas imediações uma povoação em torno de um rossio, passando a ser conhecido como Campo de São Cristóvão, que, na verdade, era um terreno utilizado para pastagem de rebanhos.

Na pintura, temos a Ponta do Caju com o litoral da Praia de São Cristóvão, ao fundo, percebam, à esquerda, o antigo Lazareto. (Hospital dos Lázaros).

Fonte: São Cristóvão Cultural.

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Campo De São Cristovão, Nº 115
Rio De Janeiro, RJ
20921-440