Gepear - UFRJ

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Grupo de Estudos e Pesquisas em Educação Antirracista (GEPEAR/UFRJ)

02/06/2023

‼️Atenção‼️
Estão abertas as inscrições para a 3ª edição do

*Curso de Extensão em Educação Antirracista*

Oferecido pelo Gepear-UFRJ em parceria com a GERER- SME/RJ e o MUHCAB, este será um espaço de construção coletiva de reflexões e de estratégias pedagógicas para a consolidação de uma educação antirracista e democrática em nosso país. Em consonância com a Lei Federal 10.639/03 , que completa 20 anos neste 2023.

Serão 12 aulas presenciais, divididas em 7 encontros, sempre aos sábados, abordando variados temas.

*Inscrições abertas até o dia 13 de junho*

Local: MUHCAB - Museu da História e Cultura Afro-Brasileira

🔸Mais informações e inscrições em:
https://forms.gle/GwhKh7y7CkDcgums8

Photos 21/11/2020

Segunda-feira, às 18h. Podem chegar

17/10/2020

A colonialidade é o lado obscuro sem o qual a Modernidade não existe!

A relação entre modernidade e colonialidade, vista a partir da perspectiva de nossa aluna, professora de História em formação Jhulye dos Santos Passarelo

17/10/2020

A COLONIZAÇÃO AINDA NÃO ACABOU.

Inciada com a invasão - e não conquista - portuguesa às praias cariocas em 1500, o massacre indígena e, também, africano segue até hoje.

As ladeiras do Rio de Janeiro ecoam muito mais sons tupis e quicongo do que português. A flecha de São Sebastião, padroeiro da cidade, é Oxóssi encantado. Protetor dos tupinambás, Orixá nagô. O Rio de Janeiro é de "índios, negros e pobres".

"O vento carioca, que traz em suas asas o brado lancinante dos tamoios, sopra também os zumbidos dos chicotes nas costas lanhadas do povo do Congo e a melancolia de muitos fados (...) No chão de aldeia Tupinambá virada em Cais do Valongo, a morte, convidada de honra que deveria campear soberana na nossa história, insiste, mas morre". (SIMAS, Luiz Antônio, 2019, p. 12-14).

O processo decolonial visto a partir da perspectiva de nossa aluna, professora de História em formação, Layla Silva Ferreira

12/10/2020

Dando sequência às nossas reflexões sobre "Modernidade e Colonialidade nas Américas", segue a síntese de COLONIALISMO, a partir da perspectiva de nossa aluna, professora de História em formação, Camilla Andrade ( ).

Pra ficar por dentro da discussão completa, dá uma olhada nos posts anteriores!

09/10/2020

"...ou sonhamos ou morremos!" (Mignolo)

A partir da próxima publicação vocês acompanharão as intervenções dos professores de História em formação, na , baseados nas reflexões propostas na disciplina RELAÇÕES ÉTNICO-RACIAIS E DIREITOS HUMANOS.

Os objetivos desse modelo de atividade, que compõe nosso processo de ensino aprendizagem coletivo influenciado pela ideia de "Comunidade de Aprendizagem", trazido a nós por - são:

1) incentivar o debate qualificado de intelectuais na esfera pública;
2) proporcionar uma experiência, aos professores em formação, que dialogue com a centralidade que as mídias digitais tem ganhado na circulação do conhecimento.

A 1ª reflexão, sobre a modernidade e a colonialidade nas Américas, foi proposta com base em uma série de materiais:

GONZALEZ, Lélia. A categoria político-cultural de amefricanidade. In: Tempo Brasileiro. Rio de Janeiro, n°.92/93 (jan./jun.). 1988, p. 69-82.

MIGNOLO, Walter D. e PINTO, Júlio Roberto de Souza. A modernidade é de fato universal? Reemergência, desocidentalização e opção decolonial. Civitas, v. 15, n° 3, jul. set. 2015.

Matérias de Jornal

1-https://g1.globo.com/mundo/noticia/2020/07/05/mais -uma-estatua-de-cristovao-colombo-e-derrubada-nos-eua .ghtml

2-https://brasil.elpais.com/internacional/2020-06-12/estatua s-de-colombo-sao-o-novo-alvo-do-movimento-revisionista -nos-eua.html 3 -

3-"Novas vozes e versões: depredação de estátuas acende debate sobre memoria histórica"

doc
Episódio 1: As guerras da conquista - , Carlos Fausto, Pedro Puntoni, e João Pacheco de Oliveira

03/10/2020

Pela primeira vez, na História da UFRJ, o curso de Relações Raciais e Direitos Humanos está sendo oferecido como uma disciplina obrigatória.

ISSO É UMA GRANDE CONQUISTA
✊🏽✊🏾✊🏿

Ainda mais inédita é a situação de pandemia mundial, que serve de contexto para a realização desse curso.

Nesse cenário, a elaboração e realização de uma disciplina que impacto os futuros professores de História e que faça jus a luta histórica por sua existência, é uma verdadeira aventura.

Num contexto em que as mídias digitais ganham centralidade na circulação do conhecimento, nosso intuito é incentivar o debate qualificado e tornar pública a comunidade de aprendizagem vivida durante as aulas.

Ao longo das próximas semanas vocês vão conhecer as intervenções desses futuros professores de História e poderão contribuir, aqui, para que esse conhecimento produzido extrapole, cada vez mais, os "muros" da universidade.

"A liberdade requer visibilidade" e "um corajoso engajamento com a realidade" (Frantz Fanon - Pele Negra, Máscaras Brancas)

18/03/2020
17/03/2020

Infelizmente, em função da pandemia COVID19, o curso de extensão em Educação Antirracista está suspenso.
Em breve divulgaremos por aqui novas informações.

10/03/2020

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