- A Liga de Anatomia Aplicada (LAA), da Universidade do Estado do do Rio de Janeiro (UERJ), como toda Liga Acadêmica, atua em três campos: ensino, pesquisa e extensão. Essas três áreas são os pilares de um modelo que possui o objetivo de complementar o curso de graduação em Medicina. Além de trazer aos acadêmicos a responsabilidade de promover ações que tragam mudanças, tanto no âmbito da universidade como da comunidade local, o projeto tem como função tirar os acadêmicos da sua zona de conforto, buscando oferecer experiências que não estão presentes na grade curricular.
- O objetivo da liga como curso é levar informações relevantes sobre a Anatomia humana para os graduandos, desde os mais novos estudantes de Medicina, vulgo calouros, até os mais antigos, sejam eles veteranos ou pós-graduandos. A LAA procura ampliar o conhecimento teórica e prática de seus ligantes, de modo que eles construam uma base sólida em Anatomia. Assim, será possível que eles utilizem esse conhecimento em diversas áreas da Medicina, seja na graduação ou na vida profissional.
- Além disso, a LAA também tem a missão de dirigir algumas de suas atividades ao público leigo. Assim, ela atua de modo a transformar o complexo conhecimento anatomoclínico em algo de fácil entendimento, para que qualquer um, independente da idade, do contexto econômico ou do social, possa absorver de uma forma clara e compacta. Com isso, ela possibilita que este indivíduo leigo seja um propagador desse conhecimento, atuando direta ou indiretamente na prevenção de doenças, estas causadas em sua grande maioria por vícios e maus hábitos. Desta forma, a LAA atua na promoção da Saúde, sendo este seu objetivo como extensão.
- Outra área de atuação da liga é a pesquisa, porém, esta requer mais investimentos e cautela, pois tem grande valor no meio acadêmico e também grande impacto, pois pequenas observações podem mudar teorias e procedimentos que antes eram aceitos como excelência.
- Dentre todas as obrigações da Liga Acadêmica, a única que não está explícita é a que consiste no trabalho em grupo, na ação coletiva e na formação de líderes. Essas são qualidades imprescindíveis, não só para médicos, mas também para outros profissionais da área da Saúde. Para isso é necessário o amadurecimento, processo que requer bastante experiência, algo que não se aprende em livros ou em aulas, apenas vivenciando e "colocando a mão na massa"..