Manga Rosa UERJ

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O Grupo de Agroecologia da UERJ é uma organização estudantil, independente e horizontal,que busca desenvolver a agroecologia dentro e fora da universidade.

Photos from Manga Rosa UERJ's post 12/10/2021

Mutirão em parceria com a Esdi Uerj campus UERJ Lapa. A convite de Vitória Meirelles e Espaços Verdes Esdi.

25/11/2020
04/11/2020

Rede de afetos




01/10/2020


GT Agroecologia

14/08/2020

❤️ catando novamente os caramujos que algum espírito de porco jogou com bandeja e tudo no canteiro.

13/04/2020

Compartilhamos aqui o 1° episódio do PODCAST DA AGROECOLOGIA
Por ANA - Articulação Nacional de Agroecologia 🎙🔅 | Diversas têm sido as estratégias de comercialização e abastecimento alimentar adotadas por organizações da agricultura familiar. Algumas delas em diálogo com órgãos de saúde dos estados e municípios. O objetivo é garantir circuitos curtos de comercialização, cuidando da saúde de todas e todos nós e, também, mantendo a renda de quem produz a comida que chega na cidade.

Neste primeiro podcast _"Proseando: um programa sobre saúde e comida de verdade em tempo de coronavirus"_, produzido pela Articulação Nacional de Agroecologia (ANA), trazemos alguns caminhos encontrados por mulheres de Belterra, no Pará, e por famílias agricultoras de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul.

🎧 👇🏾 Escute o programa pelo áudio abaixo ou clique em https://bit.ly/ProseandoSobreComercializacao






10/04/2020

Estou produzindo mudas de Beldroegão (Talinum triangulare) para levar pra feira pois as pessoas estão perdendo o contato com essa planta maravilhosa, entao fui me aprofundar nas pesquisas cientificas sobre as propriedades nutraceuticas (nutricionais e farmacêuticas) da planta, seguem trechos do estudo que li: A triagem fitoquímica detectou a presença de alcaloides, flavonoides, cumarinas, terpenos e esteroides. O principal nutriente encontrado foi o nitrogênio, seguido do potássio e do magnésio, sendo as folhas ricas em ferro. O extrato etanólico não se mostrou tóxico para larvas de A. salina, apresentando DL50 > 1000 ppm, o que comprova a segurança do uso dessa espécie na terapêutica popular. Na medicina tradicional, toda a planta é usada para tratar várias doenças, incluindo doenças hepáticas (LIANG et al., 2011 ), sarampo e diabetes (FONTEM & SCHIPPERS, 2004), distúrbios diuréticos e gastrointestinais (MENSAH et al., 2008), cicatrização (MORS et al., 2000; AGRA et al., 2008) e como imunoestimulante (AGBONON et al., 2009). Ainda, o extrato aquoso de T. triangulare possui destacada atividade antioxidante (ANDARWULAN et al., 2010). . Segundo Nesamvuniet al. (2001), pessoas jovens ignoram as plantas nutricionalmente ricas, resultando em dietas pobres e aumento da incidência de deficiência nutricional e doenças em muitas partes da África.A composição mineral das folhas de T. triangulare encontra-se na Tabela 2, sendo que o principal nutriente encontrado foi o nitrogênio (N) com concentração de 3663 mg/100g, seguido do potássio (K) (3546 mg/100g) e do magnésio (Mg) (1983 mg/100g). Estudo realizado por outros autores também mostrou que o caule e folhas de T. triangulare são ricos em compostos nitrogenados e que estes são certamente responsáveis pelas propriedades biológicas desta planta (AMORIM et al., 2014). Também foi verificado que as folhas de T. triangulare são ricas em ferro, cujo conteúdo encontrado foi 14,33 mg/100g de biomassa seca. Pelos resultados das determinações de minerais a ingestão de 100g de T. triangulare atende as necessidades diárias de ferro (Fe), zinco (Zn), manganês (Mn) e magnésio (Mg) segundo a Ingestão Diária Recomendada (IDR) aos adultos, de acordo com a RDC 269 (BRASIL, 2005) (Tabela 2). No entanto, deve ser considerada a biodisponibilidade destes nutrientes, ou seja, a fração do mineral que é aproveitada pelo organismo por meio da absorção em relação ao teor total consumido. Essa absorção está relacionada com a forma química que estes elementos se encontram nos alimentos (FRANCO, 2007). A biodisponibilidade de um elemento pode ser afetada negativamente pela presença de fitatos, compostos fenólicos, fibras e alguns minerais entre outros (QUEIROZ & TORRES, 1995). Segundo Aletor e Adeogum (1995), o alto conteúdo de fibras e a presença de alguns fatores antinutricionais, como por exemplo, oxalato e
ácido fítico, podem afetar o valor nutricional de T. triangulare. O ácido fítico pode ligar-se com proteínas e formar um complexo que afeta a digestibilidade proteica por meio da inibição de enzimas digestivas do trato gastrointestinal (REDDY et al., 1982). Entretanto, a secagem das folhas (FASUYI, 2006) e o aquecimento (SEENA et al., 2006) parece reduzir e/ou eliminar alguns destes fatores, como o acido fítico e taninos, melhorando o valor nutricional do alimento. A composição mineral de T. triangulare é comparável e, em alguns casos, maior que outros vegetais de uso convencional na alimentação humana, já que apresenta superioridade em relação ao conteúdo de boro (Bo), cobre (Cu) e magnésio (Mg), quando comparada a outras folhosas de uso convencional como agrião, couve e espinafre (BRASIL, 2011). O conteúdo de ferro também chama atenção, por ser maior que o conteúdo encontrado em folhas de espinafre, repolho e salsa, vegetais considerados ricos neste nutriente (FURLANI et al., 1978). Pesquisas desenvolvidas no continente africano também mostraram que T. triangulare possui altos níveis de cálcio (Ca), sódio (Na), potássio (K), magnésio (Mg) e fósforo (P) (FASUYI, 2007). O conteúdo de zinco (Zn) obtido nas folhas confere com os dados de Aremu e Udoessien (1990), que também verificaram alto teor de Zn em plantas de T. triangulare obtidas em mercados da Nigéria.Deve-se atentar também à concentração de manganês, pois de acordo com os dadosobtidos, o consumo diário de 100g de T. triangulare já ultrapassa a necessidade diária de pessoas adultas. A riqueza desse mineral deve ser nutricionalmente considerada, embora seja absorvido no intestino delgado da mesma forma que o ferro, e compete com esse mineral pelo mesmo sítio de absorção (FINLEY, 1999), dificultando o seu aproveitamento pelo organismo. Outro fato relevante sobre a ingestão excessiva de manganês é o seu possível acúmulo no fígado e no sistema nervoso central, produzindo sintomas semelhantes aos da doença de Parkinson (FINLEY, 1994), por isso, o consumo deve ser moderado até que estudos toxicológicos estabeleçam limite de ingestão tolerável. De acordo com Fasuyi (2007), T. triangulare tem potencial alimentar principalmente como fonte de proteína e minerais, já que, além dos minerais, também apresenta alto teor de proteína (19%) e vitaminas, revelando grande valor nutricional (AREMU & UDOESSIEN, 1990; FASUYI, 2006;
TCHIÉGANG & AISSATOU, 2004).
link do estudo que li: https://periodicos.ufsm.br/cienciaenatura/article/view/17377/pdf

27/03/2020

♥️

Valeu terra! Agradeço por de novo mostrar que a cooperação traz abundância: Um rizoma trazido do pomar da UERJ, das familias de Musa que o Manga Rosa UERJ tem cultivado agora frutifica depois de um ano plantado aqui na horta comunitária da urca!! Quem quer banana? Receita sugerida: fritinha no óleo de coco com canela

20/03/2020

🦋🌿🐦🍒🍍🌳

Segue link da nossa biblioteca socioambiental com 1.000 livros para somar no conhecimento coletivo e ações futuras! :) Ajude na divulgação, bons estudos: ♥️

http://bit.ly/2U3R542

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