16/03/2026
O Ministério da Saúde investiu R$ 2,6 milhões para abrir novas vagas de especialização em Neonatologia. Se você atua em unidades de referência do SUS, essa oportunidade é sua.
Destaques do Edital:
Público: Enfermeiros que atuam no SUS (foco em capitais e interior).
Distribuição: 182 vagas no NE, 72 no N e 56 no CO.
Duração: 14 meses de formação de alto nível.
Inscrições: 16 de março a 6 de abril.
O objetivo é claro: mais técnica, mais segurança para o recém-nascido e mais reconhecimento para quem cuida. Marque aqui aquele colega de plantão que não pode perder essa chance!
Fonte: Agência Brasil
ministériodasaúde
13/03/2026
La medicina ha dado un paso gigantesco en el diagnóstico del cáncer de próstata.
Un nuevo estudio, presentado en el prestigioso Congreso de la Asociación Europea de Urología, ha revelado una tecnología que permite a los médicos “ver” el tumor con una claridad nunca antes vista.
¿Pero cómo funciona esto en la práctica? El examen utiliza un marcador especial que se une específicamente a las células cancerosas. Bajo una luz específica o un filtro de imagen, estas células emiten una luminiscencia (ellas “brillan”), destacando exactamente dónde se encuentra el problema.
¿Por qué esto es revolucionario?
Reducción de biopsias: Actualmente, muchas biopsias se realizan “a ciegas” o por muestreo. Con este mapa luminoso, el médico sabe exactamente dónde está el tumor, evitando procedimientos innecesarios y dolorosos.
Precisión Quirúrgica: Si es necesaria una cirugía, el brillo ayuda al cirujano a extirpar únicamente el tejido enfermo, preservando al máximo la salud del paciente.
Diagnóstico Precoz: Permite detectar focos minúsculos que pasarían desapercibidos en los exámenes de imagen convencionales.
El futuro de la salud masculina es menos invasivo y mucho más preciso. ¿Qué le parece este avance? ¡Deje su opinión en los comentarios!
Fuente: O Globo
09/03/2026
A AgSUS abriu o Curso de Fundamentos de Saúde Digital na APS em parceria com o Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP.
São 30 horas em EaD, com videoaulas de nomes como Chao Lung Wen, chefe de Telemedicina da FMUSP, e Ana Estela Haddad, Secretária de Informação e Saúde Digital do Ministério da Saúde.
O que o curso cobre na prática:
🔵 Prontuário Eletrônico do Cidadão (PEC e-SUS APS)
🔵 Telessaúde e videochamada integrada ao sistema
🔵 Integração com a Rede Nacional de Dados em Saúde (RNDS)
🔵 Ética, direito digital e proteção de dados em saúde
🔵 SUS Digital a principal estratégia de digitalização do sistema público
Por que isso importa além do curso em si?
O SUS atende mais de 150 milhões de brasileiros. A velocidade com que a rede pública absorve tecnologia digital determina diretamente a qualidade do cuidado especialmente em regiões remotas e no atendimento a populações vulneráveis.
Qualificar quem trabalha na ponta não é detalhe. É a diferença entre uma ferramenta instalada e uma ferramenta usada.
💾 Salva e compartilha com quem trabalha na APS ou conhece alguém na rede pública.
🔗 Link de inscrição na bio vagas até 15/03 ou enquanto houver.
👇 Você usa ferramentas digitais no seu trabalho em saúde? O que ainda trava a adoção?
agSUS
05/03/2026
Uma molécula desenvolvida no Brasil começa a dar um passo importante rumo à medicina regenerativa. A polilaminina, derivada da proteína laminina e estudada há décadas por pesquisadores brasileiros, entrou oficialmente em fase 1 de te**es clínicos em humanos para tratamento de lesões traumáticas na medula espinhal.
A autorização da Anvisa marca o início da etapa que avalia segurança da terapia, com aplicação em um pequeno grupo de pacientes com lesão medular aguda geralmente nas primeiras 72 horas após o trauma.
Nos estudos pré-clínicos e experimentais, a substância demonstrou potencial para estimular a regeneração de fibras nervosas, funcionando como um “andaime biológico” que ajuda os neurônios a reconectar áreas danificadas da medula.
Se os resultados clínicos confirmarem a segurança e eficácia, a tecnologia pode abrir um novo caminho terapêutico para pacientes com paraplegia ou tetraplegia, colocando a pesquisa brasileira no centro de uma das fronteiras mais desafiadoras da medicina: a recuperação de funções após lesões medulares.
Fonte: Sou Enfermagem
27/02/2026
Para nós, profissionais da saúde e da enfermagem, a ciência é a base de todo o cuidado. Hoje, o ibkl celebra uma conquista que inspira toda a nossa comunidade!
A bióloga e pesquisadora brasileira Dra. Tatiana está ganhando projeção internacional após consolidar uma descoberta científica inovadora. Fruto de anos de estudos e rigor metodológico, o avanço promete forte impacto social e novas aplicações práticas para o futuro.
Por que a trajetória da Dra. Tatiana nos inspira?
Ciência na Prática: Assim como a enfermagem atua com base em evidências, a pesquisa da Dra. Tatiana reforça que resultados concretos nascem da ética, validação de dados e dedicação contínua.
Representatividade Feminina: A saúde e a ciência são áreas historicamente movidas por mulheres. Ver uma pesquisadora brasileira quebrando barreiras de gênero e assumindo a liderança estratégica nos lembra de que o nosso lugar é onde quisermos estar.
Visão de Futuro: São inovações como essa que abrem portas para novas tecnologias e soluções que, futuramente, impactam o cuidado na ponta.
A ascensão da Dra. Tatiana prova que o investimento em pesquisa e o trabalho qualificado transformam a sociedade.
Enfermeiro(a), qual mulher na ciência ou na saúde mais inspirou a sua jornada profissional? Conta para a gente aqui nos comentários!
23/02/2026
A urina roxa na bolsa coletora é um fenômeno raro chamado Síndrome da Urina Roxa na Bolsa Coletora e, na maioria das vezes, está associado à presença de bactérias no trato urinário em pacientes com sonda vesical de demora. A coloração aparece principalmente na bolsa e na tubulação, resultado de reações metabólicas que formam pigmentos na urina.
O quadro é mais comum em pacientes idosos, acamados, institucionalizados ou com uso prolongado de cateter. Fatores como urina alcalina, constipação, desidratação e maior risco de colonização bacteriana também favorecem o aparecimento da coloração.
Embora nem sempre represente uma emergência, a urina roxa é um sinal de alerta importante para bacteriúria e possível infecção urinária associada a cateter, especialmente quando surgem sintomas como febre, confusão mental, queda do estado geral ou alterações no volume urinário.
Na rotina da enfermagem, a observação da bolsa coletora, a manutenção do sistema fechado, a higiene adequada, a troca de materiais e o registro das alterações são fundamentais para identificação precoce e prevenção de complicações. Mais do que uma curiosidade, é um achado que merece atenção clínica.
Fonte: Sou Enfermagem
10/02/2026
Pesquisadores estão desenvolvendo uma agulha de rigidez variável que promete avanços importantes para a prática da enfermagem e dos técnicos de enfermagem. A tecnologia permite que a agulha entre rígida no momento da punção garantindo precisão e menor dificuldade de acesso venoso e se torne flexível ao atingir a temperatura do corpo humano.
Essa mudança reduz o risco de microlesões, hematomas e inflamações causadas por movimentos do paciente, do vaso sanguíneo ou da região puncionada, tornando o procedimento mais seguro e confortável. Outro ponto relevante é a segurança ocupacional: ao perder rigidez após o uso, a agulha pode diminuir o risco de acidentes com perfurocortantes durante o manuseio e o descarte, protegendo profissionais de saúde e equipes de apoio.
Embora ainda esteja em fase de te**es e dependa de validações regulatórias, a inovação é vista como promissora por unir precisão técnica, cuidado com o paciente e redução de riscos no dia a dia da assistência.
Fonte: Sou Enfermagem
09/02/2026
Com investimento de R$ 17 milhões, o Ministério da Saúde vai reforçar o Sistema Único de Saúde (SUS) com a formação de 760 especialistas em enfermagem obstétrica por meio da Especialização em Enfermagem Obstétrica – Rede Alyne. A iniciativa busca fortalecer a atenção obstétrica e neonatal, ampliar o acesso à formação especializada e reduzir desigualdades regionais no cuidado à saúde da mulher e do recém-nascido.
A especialização, iniciada em novembro de 2025, é presencial, tem 720 horas e duração estimada de 16 meses, com turmas em todos os estados. O processo seletivo recebeu quase 4 mil inscrições, com maior concentração de aprovados no Nordeste, e priorizou profissionais atuantes em territórios interiorizados. As mulheres representaram 94% das aprovações. A formação é coordenada pela Universidade Federal de Minas Gerais (UFMG), em parceria com 38 instituições e apoio da Associação Brasileira de Obstetrizes e Enfermeiros Obstetras (Abenfo).
O reforço é estratégico diante da carência de profissionais: hoje, o Brasil tem cerca de 13 mil enfermeiros obstétricos registrados no Conselho Federal de Enfermagem (Cofen), mas menos da metade atua em serviços cadastrados no CNES. A ampliação da formação contribui para qualificar o cuidado, fortalecer a Rede Alyne e reestruturar o modelo de atenção obstétrica no país.
Fonte: Ministério da Saúde (Nádia Conceição)