15/06/2026
O Programa AURORA, da CAPES/MEC, já está com edital publicado e recebe propostas em fluxo contínuo, organizado em ciclos mensais.
A iniciativa foi criada para apoiar a continuidade da trajetória acadêmico-científica de mães pesquisadoras na pós-graduação, reconhecendo a maternidade como parte legítima da vida acadêmica.
Mas como funciona? 🤔
O apoio é voltado a professoras orientadoras vinculadas a Programas de Pós-Graduação stricto sensu recomendados pela CAPES, que estejam gestantes ou sejam mães.
Na prática, o programa concede bolsas de pós-doutorado no país a pesquisadoras ou pesquisadores indicados pela docente beneficiária em conjunto com o PPG ao qual ela está vinculada.
Ou seja: a bolsa não é paga diretamente à mãe pesquisadora. Ela financia uma pessoa bolsista de pós-doutorado para prestar apoio técnico-científico, contribuindo com a continuidade das atividades de pesquisa, ensino, orientação e gestão acadêmica. ⚠️
Quem pode apresentar proposta?
• Professoras grávidas a partir do segundo trimestre de gestação;
• Mães de crianças com até 2 anos de idade;
• Mulheres que tenham formalizado adoção ou guarda para fins de adoção nos últimos 2 anos;
• Docentes mães de filhos com deficiência ou transtornos do neurodesenvolvimento, independentemente da idade do filho ou filha.
🟢O Edital nº 16/2026 prevê até 300 bolsas de pós-doutorado no país, com duração de 24 meses e valor mensal de R$ 5,2 mil.
As propostas podem ser submetidas durante a vigência do edital, em ciclos mensais. Para entrar no ciclo do mês, a submissão deve ser feita até o dia 5, às 23h59, horário de Brasília. Propostas enviadas depois dessa data passam para o ciclo seguinte.
Mais do que uma ação de apoio pontual, o Programa AURORA reforça a importância de políticas de permanência, equidade e continuidade na ciência.
Fonte: MEC/CAPES.