Revista Eletrônica de Comunicação, Informação & Inovação em Saúde

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É o periódico científico do Instituto de Comunicação e Informação Científica e Tecnológica em Saúde da Fiocruz

Áreas de interesse

- Ambientes virtuais e redes sociais em saúde
- Audiovisual e saúde
- Comunicação científica e metodologias de pesquisa
- Comunicação e práticas socioculturais em saúde
- Educação, formação em comunicação, informação e saúde
- Ética e bioética em comunicação, informação e saúde
- Indicadores de saúde, avaliação e monitoramento de políticas de saúde
- Informação científica e

Photos from Revista Eletrônica de Comunicação, Informação & Inovação em Saúde's post 11/06/2026

Neste mês do Dia Mundial do Meio Ambiente (5 de junho), destacamos textos da RECIIS que tratam do meio ambiente numa perspectiva da comunicação e informação:

O dossiê Comunicação e Meio ambiente, uma coletânea editada por Isaltina Mello Gomes, Priscila Muniz de Medeiros e Pieter Maeseele, de 2020.

Os artigos originais deste dossiê problematizam discursos conciliadores sobre meio ambiente e, por isso, inibidores de contradiscursos e contra-argumentos das agendas ambientais.

As pesquisas abordam também a espetacularização de tragédias, que encobre a possibilidade de uma abordagem sistêmica sobre o meio ambiente.

Em Notas de Conjuntura, Semântica do Eufemismo: mineração e tragédia em Brumadinho, de 2019, Valdir de Castro e Daniela de Castro analisam os materiais de comunicação produzidos e divulgados pela empresa Vale após os desastres de Mariana (MG).

Na análise, os autores consideram que os produtos de comunicação da Vale constroem uma imagem idealizada da empresa e transferem apenas para os moradores a responsabilidade de lidar com o risco do rompimento das barragens por meio da promoção de treinamentos de segurança.

Em Entrevista O conhecimento sistêmico sobre o meio ambiente numa perspectiva comunicacional com ênfase na questão climática, de 2025, a pesquisadora Eloisa Beling Loose aponta a necessidade de ouvir as vozes de ribeirinhos, povos quilombolas e indígenas, cujos saberes resistem há muito tempo para preservação ambiental e enfrentamento das mudanças climáticas perante um modelo econômico insustentável.

Em Resenha, Impactos das mudanças climáticas: reflexões sobre os desastres ambientais e a saúde no Brasil, de 2025, Ligia Regina Guimarães Clemente apresenta o livro Mudanças Climáticas, Desastres e Saúde.

De acordo com a autora, a obra oferece múltiplas perspectivas e tensionamentos das problemáticas sobre a saúde frente a desastres, sendo uma referência para se conhecer, discutir e pensar em soluções para a realidade das mudanças climáticas e da saúde no país.

: reciis.icict.fiocruz.br

Photos from Revista Eletrônica de Comunicação, Informação & Inovação em Saúde's post 09/06/2026

Neste dia 9/6, trazemos à memória textos da RECIIS que lançam olhares críticos às políticas, processos e práticas de arquivamento relacionados a documentos que versam sobre a saúde.

De acordo com os editores do dossiê Arquivo, memória e saúde, de 2023, Igor Sacramento, Luciana Heyman e Ana Paula Goulart, ao longo do século XX, as fronteiras entre arquivo e o cotidiano são porosas diante das tecnologias de gravação e armazenamento digital, pois ‘salvar’, ‘gravar’ e ‘memória’ são palavras-chave do nosso presente.

Nesse sentido, pensar sobre o arquivo e na ação de ‘arquivar’ envolve refletir sobre os silêncios, os esquecimentos, os apagamentos e as invisibilidades que constituem os fundos arquivísticos.

Na seção Entrevista Arquivo marginal e suas trajetórias subalternas em manicômios e nas prisões, Viviane Trindade Borges conta sobre sua trajetória acadêmica fundamentada no estudo das práticas, histórias de vida e experiências em instituições como manicômios, leprosários e prisões – com base em arquivos institucionais.

Para a pesquisadora, os documentos provenientes desses lugares dizem respeito a memórias não reivindicadas e a eventos controversos marcados por traumas e violações de direitos humanos.

A entrevistada comenta sobre o seu entendimento do conceito de arquivo marginal e a importância da comunicação histórica que permite ativar memórias, interagir e elaborar visões sobre o passado que ainda reverberam no presente.

: reciis.icict.fiocruz.br

22/05/2026

Neste vídeo-resumo, a autora Celia Regina Nascimento Recco comenta sobre o artigo publicado na RECIIS, chamado “Mortalidade por Covid-19: uma análise das notícias nos dois primeiros anos da pandemia”.

O estudo questiona se o número de mortes por covid-19 influenciou na produção de matérias jornalísticas.

A análise tem como princípio de que a mídia é a possibilidade mais rápida e abrangente para a comunicação em saúde, principalmente em tempos de crises sanitárias, como foi a da covid-19.

: [email protected]

Photos from Revista Eletrônica de Comunicação, Informação & Inovação em Saúde's post 18/05/2026

Neste dia 18/05, destacamos o artigo Movimentos sociais e novas tecnologias: o Youtube e a luta antimanicomial.

Publicado há 10 anos, o artigo apresenta uma análise de um conjunto de postagens realizadas por atores sociais no YouTube, por ocasião da data comemorativa do Dia Nacional de Luta Antimanicomial.

Conforme os autores, o 18 de maio marca um acontecimento emblemático para a Reforma Psiquiátrica brasileira: o Congresso de Trabalhadores de Saúde Mental, realizado na cidade paulista de Bauru, em 1987.

Neste congresso, foi criado o Movimento Nacional de Luta Antimanicomial e houve a inclusão dos usuários e suas famílias no movimento.

As discussões sobre aperfeiçoamento clínico, a reforma do hospício e a adequação do hospital psiquiátrico a uma função terapêutica foram rompidas por uma compreensão de sociedade sem manicômio.

Os autores destacam que os espaços midiáticos se apresentam como novas possibilidades para que os movimentos sociais se tornem visíveis, assim como uma possibilidade de reinventar as identidades dos que têm transtorno mental.



A publicação é composta por um carrossel de cartazes com fundo azul e uma faixa branca no topo com o símbolo circular da RECIIS em preto: um globo formado por setas; e o selo de 40 anos Icict. No primeiro cartaz, há um muro de tijolos cinza, com arame farpado preto por cima. Sobre o muro, à direta, há um pequeno pássaro claro pousado. Os cartazes seguintes são uma sequência da mesma ilustração, que promove o movimento de voo do pássaro.

: reciis.icict.fiocruz.br

Photos from Revista Eletrônica de Comunicação, Informação & Inovação em Saúde's post 13/05/2026

Neste 13/5, trazemos à memória três textos da RECIIS que tratam das permanências da escravidão na sociedade brasileira.

Em Notas de Conjuntura Um país estacionada na encruzilhada da história, de 2025, Pedro Cláudio Cunca Bocayuva argumenta que o Brasil está estacionado numa encruzilhada golpista na qual impera uma política colonial-racista, de exploração de classe e de violência de gênero.

Segundo Cunca, o país precisa enfrentar os seus próprios desafios estruturais marcados por um desenvolvimento desigual e de dependência associada ao autoritarismo com a marca do racismo.

Em Notas de Conjuntura Violência, vulnerabilidade e direitos humanos, de 2018, Gizlene Neder propõe uma reflexão sobre as políticas de segurança pública, a violência urbana e a questão criminal na atualidade como um efeito de continuidade e permanências culturais de longa duração da Inquisição e da Escravidão.

De acordo com Gizlene Neder, a institucionalização de uma Constituição cidadã (1988) não alterou o perfil autoritário de instituições voltadas à segurança pública.

Sensações de terror propagadas entre as mídias, como a exposição de corpos, se assemelham às praças públicas europeias do período da Inquisição, onde ocorriam a queima de judeus, bruxas e hereges.

Em Entrevista Do lugar de fala ao corpo como lugar de diálogo: raça e etnicidades numa perspectiva comunicacional, de 2019, Muniz Sodré argumenta que a escravidão está enraizada na forma social brasileira, pois a abolição jurídico-política não foi suficiente para abolir os espíritos escravocratas.

Conforme Sodré aboliu-se o racismo de segregação, caracterizado pela existência da senzala. No entanto, permanece o racismo da dominação que continua segregando sutilmente por meio de julgamentos negativos e escalonamentos diferenciados no mercado de trabalho, por exemplo.

“Esse é o racismo de dominação que a abolição não acabou, que continua na forma escrava. É a lógica do ‘você lá e eu aqui’”.

: reciis.icict.fiocruz.br

11/05/2026

No dia 12/05/2026, a plataforma de publicação da RECIIS ficará temporariamente indisponível para atualização entre 8h e 9h.

Em caso de dúvidas, escreva para [email protected]

11/05/2026

Neste vídeo-resumo, a autora Camila de Jesus França comenta sobre artigo publicado na .

O estudo analisa como a saúde digital incidiu no processo de trabalho das agentes comunitárias durante a pandemia em três municípios do Nordeste brasileiro.

Considerou-se que a pandemia da covid 19 produziu novas formas de trabalho e que a saúde digital acabou refletindo de forma contraditória no trabalho das agentes comunitárias.

De um lado, constatou-se que houve pouca ou nenhuma garantia de equipamentos digitais para o trabalho;

Por outro lado, percebeu-se a saúde digital como uma estratégia para potencializar o conhecimento das agentes sobre seu território e a sua capacidade de conexão com a comunidade

: [email protected]

06/05/2026

Vaga para estágio na RECIIS!


Quer aprender sobre publicações científicas?

As inscrições vão até o dia 15 de maio, 12h!

Estudantes de graduação do 3º ao 7º período dos cursos em:


Letras; Jornalismo; Comunicação Social;

Produção editorial; Biblioteconomia; Arquivologia



Atividades

Participar de atividades de editoração e de divulgação de publicação cientifica; auxiliar em atividades de gestão documental e de curadoria de dados; operar sistema de edição de periódico eletrônico; elaborar documentos, planilhas e relatórios para planejamento e tomada de decisões

Requisitos específicos

Pacote Office; uso de mídias digitais; disposição em trabalhar em equipe; interesse em aprender; proatividade e organização


Código da vaga: ICICTNO05S

Edital e inscrições CIEE : https://pp.ciee.org.br/vitrine/16724/detalhe

Photos from Revista Eletrônica de Comunicação, Informação & Inovação em Saúde's post 23/04/2026



A publicação é composta por um carrossel de cartazes com fundo azul e uma faixa branca no topo com o símbolo circular da RECIIS em preto: um globo formado por setas; e o selo de 40 anos Icict.

Na capa, na área central, há uma composição de mãos e uma orelha estilizada. Há mãos em preto e branco e mãos pretas fazendo diferentes sinais, como o gesto “Eu te amo” em Libras, e mãos laranjas desenhadas. À direita, aparece uma orelha em laranja e pequenos traços laranjas ao lado, sugerindo a ideia de som ou vibração. Na parte inferior do cartaz, está escrito: 23 de abril Dia Nacional da Educação de Surdos, ao lado direito: 24 de abril Dia Nacional da Libras.

No segundo cartaz, na parte central, há um retângulo branco escrito: Nestas datas, damos um ‘spoiler’ da próxima seção Entrevista da RECIIS. O tema será comunicação e acessibilidade. Na parte de baixo do retângulo, há uma ilustração em laranja e azul com mãos: uma está desenhada em linha preta, fazendo o sinal de mão fechada, e outras mãos de pele preta com unhas claras, abertas, de lado.

Em seguida, à esquerda, aparece a mão de uma pessoa em tom de pele claro fazendo o sinal “Eu te amo” em Libras, com um pequeno retângulo laranja atrás da mão. Sobreposto à mão, em traço preto, há o desenho de outra mão fechada. À direita da mão, há um retângulo branco com o texto: Ele é pesquisador na área de Direitos Humanos, Acessibilidade e Inclusão.

No quarto cartaz, há um retângulo branco central com a frase: Eu vivo num mundo sonoro, mas não sei o que é o som. Na parte inferior do retângulo, aparecem ilustrações: à esquerda, um desenho de mão em traço preto próximo a um contorno de orelha laranja com um X laranja ao lado; à direita, várias mãos estilizadas em branco e laranja, sobrepostas, sugerindo movimento.

No quinto cartaz, há a pergunta escrita: Vocês conhecem este professor-pesquisador?

Photos from Revista Eletrônica de Comunicação, Informação & Inovação em Saúde's post 19/04/2026



A publicação é composta por um carrossel de cartazes com fundo amarelo e uma faixa branca no topo com o símbolo circular da RECIIS em preto: um globo formado por setas; e o selo de 40 anos Icict.

Na capa, uma foto em preto e branco de um garoto indígena com o braço erguido, segurando uma árvore. Blocos brancos de texto: 19 de abril Dia dos povos indígenas.

No segundo cartaz, uma foto preto e branco de um homem indígena usando boné, com vegetação ao fundo, e uma caixa branca de texto por cima, escrito: Neste dia dos povos indígenas, destacamos textos da RECIIS de autores indígenas.

Em seguida, na parte de baixo do cartaz, há uma foto preto e branco com vários indígenas à esquerda segurando lanças e flechas em direção ao lado direito da foto, onde há vários homens segurando espingardas. Bloco de texto escrito: Em Notas de conjuntura Autoritarismo e resistência indígena no Brasil, de 2019, o intelectual terena e atual Ministro dos Povos Indígenas do Brasil, Luiz Henrique Eloy Amado chama a atenção para algumas táticas coloniais de dominação e escravização dos povos indígenas no Brasil, ainda permanentes na contemporaneidade.

No quarto cartaz, na parte inferior, há uma foto preto em branco de duas mulheres. Uma delas está aplicando tinta no rosto da outra. Bloco branco de texto escrito: Em Entrevista Pintamos de urucum, jenipapo e poá: outras cores em diálogo com a ciência e com a saúde, de 2024, a pesquisadora pataxó Diádiney Helena de Almeida narra sua trajetória de vida articulada com suas pesquisas sobre curadores populares no Brasil, compreendendo sua trajetória na ciência como “um caminho formado de muitas vozes, cheiros de ervas e de sons de folhas e galhos estalando no chão”.

No quinto cartaz, há uma foto preto e branco de uma criança indígena à esquerda. A criança tem cabelo liso e escuro, rosto com pinturas e usa vários colares. Bloco branco em texto: A pesquisadora propõe, metaforicamente, pintarmos de urucum, jenipapo e poá um discurso científico e da saúde baseados no método extrativista que permanece no tempo.


em: reciis.icict.fiocruz.br

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