Você não está confusa.
Você só está tentando ajudar seu filho — e não sabe por onde começar.
Muitas famílias chegam até mim com essa dúvida:
é dificuldade de aprendizagem ou é algo emocional?
E a resposta é: depende do que está por trás do comportamento.
Criança que evita tarefa, se distrai, demora, erra muito… nem sempre é só conteúdo
Mas também nem sempre é emocional.
👉 Quando a dificuldade está na aprendizagem, o caminho é psicopedagógico.
👉 Quando envolve ansiedade, comportamento, emoções, entra a psicologia.
E, na maioria dos casos…
os dois precisam caminhar juntos.
O erro não é buscar ajuda.
O erro é esperar demais ou procurar o profissional errado.
Se você está em dúvida, investigue.
Porque quanto antes você entende, mais rápido você intervém.
📌 Salva esse post pra consultar depois
📩 E me chama no direct se quiser entender melhor o caso do seu filho
Thais Davico
Página de Psicopedagogia com dicas teórico-práticas de como lidar com crianças e adolescentes. das Américas 10.101.
Sou Psicóloga e Psicopedagoga especialista em avaliação e intervenção de crianças e adolescentes de 02 a 18 anos de idade, com dificuldades e transtornos de aprendizagem como: Dislexia, Disgrafia, Discalculia e Disortografia, além de Autismo(TEA) e Déficit de Atenção(TDAH). A Psicóloga, Thais Davico, utiliza como metodologia a ciência ABA, estratégias naturalistas e o modelo Denver de Intervenção
Muitos pais acreditam que, ao chegar no 6º ano, a criança já deve dar conta de tudo sozinha.
Mas autonomia não surge de forma automática, ela é construída com acompanhamento, orientação e presença.
A transição para o 6º ano exige mais organização, responsabilidade e adaptaçã e é exatamente por isso que o apoio dos pais continua sendo essencial.
Quando esse suporte some cedo demais, o que aparece não é autonomia, é insegurança, desorganização e, muitas vezes, queda no rendimento escolar.
Autonomia não é “se virar”.
É aprender a fazer com apoio, até conseguir fazer sozinho.
👉 Se isso fez sentido pra você, comenta aqui: você tem acompanhado ou já soltou demais?
#6°ano
O que é emoção no cérebro?
Quando algo acontece ao nosso redor, o cérebro reage primeiro com o corpo.
O coração acelera, o estômago aperta, a respiração muda.
Isso é emoção.
A emoção é uma reação automática do cérebro diante de algo que ele interpreta como importante, perigoso ou prazeroso.
Só depois disso vem o sentimento, que é quando conseguimos perceber e dar um nome ao que estamos sentindo.
Por isso, muitas crianças primeiro reagem com o corpo antes de conseguir explicar o que estão sentindo.
Entender como o cérebro funciona ajuda pais e professores a interpretarem melhor o comportamento das crianças.
💬 Você sabia que emoção e sentimento não são a mesma coisa?
25/03/2026
Amor da minha vida, essa foto teve que vir para o feed, porque família precisa ser exposta, rs...
Hoje é o aniversário desse homem que ganhou meu coração há 10 anos!
Um homem com tantas responsabilidades e cheio de hobbies.
Um homem que sabe viver a vida do jeitinho mais low profile do mundo, mas que tem o dom de impulsionar tudo e todos nas redes e fora delas.
Uma mente em constante trabalho que necessita de mais de 10h de sono.
Um perfeccionista nato que deixa todos loucos,rs
Hoje é seu dia e te amo pelo que és!
Grata demais por equilibrar a vida comigo e por escolher viver, talvez, o ano mais desafiador de nossas vidas!
Eu sou sua fã e admiradora.
Te amo muito meu gato dos olhos verdes
Sua amada Thais Davico
Uma tour pela sala 1, sob o ponto de vista de uma criança de 10 anos 🥰
21 de março não é só uma data.
É um lembrete.
A Trissomia do 21 (T21) não define limites, o que define é o quanto a sociedade está preparada para incluir.
E inclusão não começa na teoria.
Começa em pequenas atitudes, até nas meias que você escolhe usar hoje.
Por trás de cada diagnóstico, existe uma criança com potencial, afeto, desenvolvimento e história.
E quando isso se torna pessoal, deixa de ser apenas informação: vira compromisso.
💜 Hoje é sobre visibilidade.
💜 Mas todos os dias precisam ser sobre respeito.
Se isso fez sentido pra você, se posicione também.
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Crianças que têm dificuldade em mudar de ideia, aceitar regras novas ou lidar com frustração não estão “fazendo birra à toa”.
Muitas vezes, existe uma dificuldade chamada rigidez cognitiva, que impacta diretamente o comportamento, a aprendizagem e até as relações sociais.
Isso aparece quando a criança: – insiste sempre do mesmo jeito:
– se desorganiza com mudanças
– tem dificuldade em considerar outras possibilidades
– reage mal ao “não”
Desenvolver flexibilidade cognitiva é ajudar o cérebro a sair do automático e aprender a se adaptar.
E isso não acontece com bronca.
Acontece com intervenção, treino e estratégia.
Se você percebe esse padrão no seu filho, vale olhar com mais atenção.
📍Atendimento em psicopedagogia e psicologia infantil
📩 Me chama no direct para orientação
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Preconceito na escola não é um problema individual. É um problema de ambiente.
Quando a responsabilidade é colocada apenas na criança que sofreu ou na que praticou, a escola perde a oportunidade de olhar para o que realmente sustenta esse comportamento: a cultura do grupo, a forma como os adultos intervêm e os limites que são (ou não) estabelecidos coletivamente.
Preconceito não nasce do nada. Ele é aprendido, reforçado e, muitas vezes, silenciado.
E quando a resposta institucional trata como um caso isolado, o recado implícito é claro:
“isso não é um problema nosso”.
Mas é.
É da escola.
É do adulto.
É do ambiente.
E enquanto não for tratado como uma questão coletiva, ele continua acontecendo, só muda de forma.
Se você é responsável por uma criança ou atua na escola, essa reflexão também é sua.
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17/03/2026
Existe um erro muito comum quando falamos de comportamento infantil: tentar corrigir antes de compreender.
Na prática clínica, o que mais aparece não é “criança desobediente”
é criança que não está conseguindo dar conta.
Dar conta da frustração.
Dar conta da exigência.
Dar conta do próprio funcionamento.
E quando isso acontece, o comportamento vira linguagem.
Algumas crianças externalizam.
Outras silenciam.
Mas ambas estão comunicando.
O risco está em interpretar tudo como escolha,
quando muitas vezes é limitação.
E é nesse ponto que a intervenção muda completamente.
E o seu Oscar preferido, qual foi?
Ana Castela comentou recentemente em um story sobre seu diagnóstico relacionado à atenção e disse algo que chamou atenção de muita gente: que não tem o “H”, apenas o “A”.
Esse comentário abre espaço para uma explicação importante.
O nome do transtorno continua sendo TDAH (Transtorno do Déficit de Atenção e Hiperatividade) mesmo quando a pessoa não apresenta hiperatividade evidente. O que muda é a forma de apresentação.
Existem casos em que os sintomas predominantes estão relacionados à desatenção, como dificuldade de concentração, esquecimentos, desorganização e mente dispersa.
Quando o diagnóstico acontece, muitas pessoas relatam exatamente isso: a sensação de que várias experiências da vida começam a fazer sentido.
Por isso, compreender como o nosso cérebro funciona é tão importante. O autoconhecimento permite entender limites, potencialidades e também buscar estratégias mais adequadas para o dia a dia.
Mas é importante lembrar: o diagnóstico de TDAH sempre precisa ser feito por profissionais qualificados, com avaliação clínica cuidadosa e análise da história da pessoa.
Você já sabia que o TDAH pode se manifestar sem hiperatividade evidente?
🧠 O cérebro não foi feito para consumir informação rápida o tempo todo.
Vídeos curtos, conteúdos acelerados, estímulos constantes, tudo isso coloca o cérebro em um estado de hiperestimulação.
Com o tempo, acontece algo curioso:
o cérebro se acostuma com o ritmo rápido de recompensa e tarefas mais lentas — como estudar, ler ou prestar atenção em aula — começam a parecer extremamente difíceis.
Não é falta de inteligência.
Não é preguiça.
É um cérebro que passou a funcionar no modo “informação rápida o tempo inteiro”.
Por isso, cada vez mais crianças e adolescentes relatam:
• dificuldade de concentração
• impaciência com atividades longas
• necessidade constante de estímulo
Regular o consumo de estímulos também faz parte do cuidado com o desenvolvimento cognitivo.
📍Instituto Thais Davico
Psicologia e Psicopedagogia
Barra da Tijuca – RJ
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