17/12/2020
ARTE PARA NÃO SER VISTA
“Arte para não ser vista” é uma exposição de Ducha e Isabelle Arthuis, que mostram trabalhos resultantes de suas residências com o CAPACETE.
Isabelle Arthuis apresenta uma nova obra, fruto de uma longa pesquisa no Parque do Flamengo e de seu desejo de ressaltar o objeto de concreto “Teatro para brincar” como um
trabalho artístico que, no futuro próximo, será revisitado, reformado e reativado.
Ducha apresenta um modelo sustentável de barco a vela, o primeiro passo do que pode vir a ser um veículo para transporte de longa distância de pessoas e de produtos orgânicos.
Este novo projeto está acompanhado de trabalhos mais antigos e registros das ações, viagens e colaborações, muitas das quais aconteceram nas últimas duas décadas, com histórias relatadas por aqueles que estavam presentes nas ações com o Ducha.
O novo filme "Apocalypso" (2020) de Mariana Bley com Ducha, estreiou online no dia da
abertura.
A exposição é a primeira instância da revisão histórica do CAPACETE, no marco da parceria MAM/CAPACETE, que junta artistas que participaram da residência nos últimos 23
anos, numa constelação que inclui ex-residentes brasileiros e estrangeiros. A exibição é concebida como uma coreografia: a ideia é colocar algo em movimento, em colaboração com outros – o modo com que o CAPACETE tem trabalhado ao longo dos anos.
Por motivos de segurança sanitária, a exposição abre de modo virtual. A visita presencial será anunciada em breve, inclusive com uma conversa entre Thiago Fernandes e Ducha.
Para assistir ao filme “Apocalypso”, visite http://capacete.org/arte-para-nao-ser-vista/. Via o
link encontram-se também as vídeo-conversas com Isabelle Arthuis, Ducha e os cureógrafos, um texto de Isabelle Arthuis sobre sua obra “Teatro para brincar”, um ensaio
recentemente publicado por Thiago Fernandes sobre a obra “Cristo Vermelho” de Ducha, e
uma entrevista com os cureógrafos.
Cureografia: Helmut Batista com Tanja Baudoin