Educação Ambiental com Professores da Escola Básica - EAPEB UFRJ

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Brasil em chamas: fumaça dos incêndios no Pantanal e na Amazônia equivale a 5 anos de poluição em SP 14/08/2024

Assinar o informativo Climainfo é acompanhar os passos largos do país e do mundo rumo ao caos climático. Parece ficção, mas é real.

Brasil em chamas: fumaça dos incêndios no Pantanal e na Amazônia equivale a 5 anos de poluição em SP 2024 já é o ano de maiores emissões de gases estufa advindas de incêndios florestais no Brasil desde 2005, segundo o observatório climático europeu Copernicus. Imagens publicadas pela NASA na 2ª feira (12/8) mostram imensas colunas de fumaça oriundas de incêndios florestais na Amazônia. A ...

Os destruidores perderam o controle da destruição – Moisés Mendes – Jornalista – Porto Alegre – Rio Grande do Sul 26/05/2024

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Os destruidores perderam o controle da destruição – Moisés Mendes – Jornalista – Porto Alegre – Rio Grande do Sul MEIO AMBIENTE Os destruidores perderam o controle da destruição Por Moisés Mendes 25 Maio, 2024 Envie um comentário Água, fezes, ratos e lixo brotam do chão de Porto Alegre. Bueiros estouram como furúnculos da cidade doente. Bairros das periferias, que já não contavam com recolhimento de li...

01/04/2024

CLIMAINFO
1ᵒ de abril de 2024



Novos cortes orçamentários e paralisação de servidores travam IBAMA e ICMBio

Enquanto servidores programam paralisação total por demandas salariais, IBAMA e ICMBio sofrem novo corte orçamentário, reduzindo recursos para o combate a desmatamento e incêndios florestais. O cenário nos órgãos ambientais federais não é bom. Depois de meses de negociação salarial sem sucesso, servidores do IBAMA e do ICMBio estão se preparando para uma paralisação total de suas atividades a partir de abril. Além do impasse, um novo corte orçamentário reduziu os recursos destinados a fiscalização ambiental, como combate ao desmatamento e ao fogo nos biomas brasileiros.

Em entrevista ao site ((o)) eco, Cleberson Zavaski, presidente da Associação Nacional dos Servidores da Carreira de Especialista em Meio Ambiente (ASCEMA Nacional), reclamou da falta de interlocução com o governo federal nas negociações em torno de melhorias nas condições de trabalho e de remuneração dos funcionários do IBAMA e do ICMBio. Segundo ele, se o governo não sinalizar algum avanço nas conversas até o começo de abril, “deve haver paralisação geral”.

Desde janeiro, os servidores reduziram as atividades de campo, o que se refletiu em uma queda da fiscalização ambiental. De acordo com a ASCEMA, o número de multas emitidas pelo ICMBio por crimes em Unidades de Conservação caiu 57% em todo o país, com uma queda ainda maior (83%) na região amazônica. Ao mesmo tempo, as licenças ambientais emitidas pelo IBAMA registraram uma redução de 65% na comparação com o mesmo período do ano passado.

Outro reflexo da paralisação parcial dos servidores ambientais é a queda na arrecadação de impostos associados às atividades desses órgãos. O Instituto Brasileiro de Petróleo e Gás (IBP) informou que o poder público nas três esferas deixaram de arrecadar cerca de R$ 1 bilhão em impostos pelo setor desde o começo do ano. A paralisação também teria custado, de acordo com a entidade, cerca de R$ 3,4 bilhões referentes à não liberação de licenças ambientais dentro dos prazos regimentais. Canal Energia, Metrópoles e O Globo deram mais informações.

Para piorar a situação, um novo corte orçamentário reduziu ainda mais os recursos destinados a atividades cruciais para a proteção do meio ambiente, como combate ao desmatamento e aos incêndios florestais. Dados levantados pela Agência Pública mostram que os recursos previstos pelo IBAMA para essas ações sofreram um corte de 19,6% em março, caindo de R$ 62,5 milhões para R$ 50,2 milhões - menos da metade do montante estimado internamente pelo IBAMA como ideal para a atividade (R$ 120 milhões).

No ICMBio, o cenário é ainda mais dramático. A falta de recursos prejudica as atividades básicas das equipes de campo responsáveis pela proteção de mais de 170 milhões de hectares em Unidades de Conservação em todo o Brasil. Segundo ((o)) eco, o orçamento da União prevê apenas R$ 23 milhões para as ações de fiscalização do órgão - míseros R$ 0,13 para cada hectare a ser protegido.

ONU liga alerta vermelho após recordes de indicadores climáticos em 2023 20/03/2024

Mais um indicador de colapso climático. Segue o baile.

ONU liga alerta vermelho após recordes de indicadores climáticos em 2023 Os principais indicadores climáticos globais bateram recordes no ano passado, e 2024 pode ser pior, disse hoje (19) a agência meteorológica da ONU, com seu chefe expressando preocupação particular com o calor dos oceanos e o derretimento do gelo marinh

07/03/2024

Foto da seca em Roraima é de partir o coração.

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