Balé da Vila

Balé da Vila Balé infantil para escolas que se importam com suas atividades extracurriculares. Criado por Manu Berardo. Com afeto e alegria,

Manu Berardo

Gestão organizada, equipe especializada, apresentação de fim de ano e alinhamento com a proposta pedagógica da escola. O Balé da Vila é um projeto educacional que acontece em escolas fundado pela professora Manu Berardo, que aqui te escreve :)

As minhas aulas aconteciam em uma Vila no Humaitá e por isso o nome. Depois de um longo tempo dedicada a criar e implementar uma metodologia de dança focada no desenvolvimento da criança formei uma equipe, saí da Vila e fui para mais de 10 escolas no RJ: Escola Parque, Sion, Eliezer, Ueriri, Florescendo, Talento, Favinho&Mel, Aprendiz entre outras. Após a pandemia o Balé da Vila está voltando em um formato menor apenas para escolas que realmente se importam com suas atividades extras.

24/09/2026

Durante muito tempo, o balé estava em todos os meus dias nas aulas que eu dava para as crianças.

Hoje, fazer aula de novo tem um signif**ado especial para mim.

É uma lembrança de que eu não quero construir uma carreira que ocupe toda a minha vida.

Quero trabalhar, crescer, ganhar dinheiro e construir coisas que façam sentido. Mas também quero ter tempo para dançar.

Eu acho que muitas professoras de balé têm muito mais conhecimento do que conseguem transformar em trabalho.A gente apre...
23/09/2026

Eu acho que muitas professoras de balé têm muito mais conhecimento do que conseguem transformar em trabalho.

A gente aprende a dar aula, estudar, montar coreografias, lidar com as crianças, acompanhar famílias… e muitas vezes f**a restrita a vender a própria hora.

Empreender pode ser uma forma de dar novos caminhos para tudo isso que você já sabe fazer.

Criar uma proposta própria.
Ter mais autoria sobre o seu trabalho.
Construir outras fontes de renda além das horas em sala.

Mas, para mim, começa antes de pensar em vender.

Começa entendendo o que você acredita, como você trabalha e o que existe de particular na sua forma de fazer.

É daí que nasce um método.

E é isso que eu quero ajudar professoras de balé a construir.✨

Olha como eu organizo o calendário da nossa equipe aqui no Balé da Vila 💛Esse planejamento é compartilhado com a equipe ...
27/08/2026

Olha como eu organizo o calendário da nossa equipe aqui no Balé da Vila 💛

Esse planejamento é compartilhado com a equipe ainda no primeiro semestre e serve como um norte para que todas as professoras saibam o que vem pela frente e consigam se organizar para as aulas, ensaios e, principalmente, para a nossa apresentação de fim de ano.

Gosto de deixar tudo visual e organizado porque isso facilita muito a rotina da equipe e também ajuda a gente a olhar para o semestre como um todo.

Salva esse post para se inspirar e organizar o calendário das suas aulas e da sua equipe também! ✨

24/08/2026

Comecei aos 18, atrasada.
Hoje, aos 40, tenho todo o tempo do mundo!

Meu primeiro contato com o balé foi aos 18 anos e eu achava que estava (muito) velha para começar.

Hoje continuo fazendo aulas, continuo aprendendo, continuo tendo uma checklist gigante pra melhorar em cada passo. Aprendi a celebrar os meus pequenos avanços e celebro demais ter tempo pra fazer pelo menos uma aula na semana.

Eu sou professora de balé infantil, sei o que preciso saber para ensinar e tenho muito orgulho da minha trajetória. Mas não sou bailarina profissional. E não preciso ser. (Parem de achar que toda professora é bailarina por favor!)

Posso estar aprendendo. Posso errar. Posso não fazer tudo perfeito. Posso simplesmente dançar e gostar de estar ali.

No balé e no empreendedorismo não precisa esperar estar pronta para começar.

Aos 40, eu ganhei todo o tempo do mundo pra dançar e você como está na sua dança?

22/08/2026

A vergonha acompanhou (quase) toda a minha vida na dança.

As minhas primeiras lembranças são das coreografias da Daniela Mercury que as minhas amigas faziam e eu desistia porque “era ruim”. Vergonha era o sentimento.

A primeira vez que fiz uma aula de balé tinha 11 anos e não fiquei.

Na escola, eu sofria demais na educação física porque detestava e não tinha habilidade com a bola. O mundo do corpo ali era dividido entre os bons e os ruins. Não se falava em adquirir habilidades. Ou eu não ouvi.

Com 15 anos, entrei na acrobacia aérea e uma revolução aconteceu. Ganhei tônus, minha flexibilidade aumentou demais e emergi com uma autoestima que me permitiu aprender a dançar forró.

O forró foi o primeiro encontro com uma dança que me deixava feliz, potente e animada.

Escolhi fazer dança na faculdade porque era o que mais se aproximava da minha paixão pelas artes cênicas. E, por acaso, ali encontrei o balé.

E esse encontro foi marcado por uma paixão e, de novo, por ela, que estava ali guardadinha: a vergonha.

18 anos. Muito choro escondido no banheiro. Eu sou ruim. Só tinha esquecido.

Eu mergulhei no balé e me sentia horrível. Fazia todas as aulas que podia e como eu aprendi!

Eu era aquela que todo mundo comentava que estava cada dia melhor. Mas, por dentro, carregava um sentimento de insuficiência difícil de explicar.

Quando a faculdade terminou, fiz aulas em alguns momentos, mas sempre chegava a um ponto em que a vergonha vencia.

Depois que comecei a dar aula para crianças, isso ficou ainda mais cruel. Eu sabia que tinha o conhecimento necessário para ensinar, mas, justamente por ser professora, parecia que eu tinha menos margem para aceitar meus próprios erros.

Como eu não sabia fazer tal passo direito? Como eu podia errar aquela sequência simples sendo professora?

E então eu saía do balé.

Foi há dois anos que eu botei a vergonha debaixo do braço e fui fazer balé.

Minha vontade de aprender venceu.

Hoje eu fico chateada às vezes por demorar a aprender ou por não fazer certos passos como gostaria.

Mas não sinto mais vergonha.

Passou!

Caraca, que delícia.

E quanto tempo demorou. (Tô com 40!)

🎥 Ra

20/08/2026

Eu sei que você sonha em viver das suas aulas de balé e com certeza ter tempo pra fazer aulas e dançar.

O problema é que, enquanto você ainda está pensando em dar o primeiro passo, pode acabar f**ando paralisada, sem saber como começar. A ideia de empreender pode parecer assustadora, e você pode se sentir insegura sobre como transformar o amor pela dança em um negócio.

Isso pode te deixar frustrada, especialmente se você já imagina que poderia ter mais liberdade e uma renda maior fazendo o que ama.

A verdade é que esses erros podem estar te segurando antes mesmo de você começar.

Veja por quê:

- Limitar-se a aulas de balé sem um diferencial: Sem um projeto educacional de alta qualidade, você corre o risco de não se destacar no mercado, dificultando a atração de alunos ou a realização de parcerias.

- Falta de um plano claro: Sem um planejamento estratégico, você pode se sentir perdida sobre quais passos tomar para iniciar seu negócio.

- Desconhecimento sobre como montar uma equipe: Sem uma equipe f**a impossível escalar o projeto.

- Correr de uma aula para outra até a semana acabar: a falta de blocos de tempo para planejar pode te impedir de construir um projeto sólido e sustentável.

- Ver vendas como algo desconfortável: Acreditar que vendas é algo inadequado pode te impedir de se promover e de mostrar o valor do seu trabalho.

- Pensar que ser uma excelente professora é suficiente: Para prosperar, é preciso entender que é necessária uma abordagem mais ampla, que inclui gestão e vendas.

- Não enxergar alternativas além da hora aula: Acreditar que para aumentar a renda precisa dar mais aulas.

- Achar que abrir uma academia é o único caminho: Existem muitas formas de empreender na dança, e você pode começar de forma bem mais simples e flexível.

19/08/2026

Uma das minhas maiores paixões são os livros. 📚

Eu estou sempre lendo alguma coisa e, quase sempre, tenho dois livros na cabeceira: uma boa história para me levar para outros mundos e outro que me ajude a crescer, como pessoa e como profissional.

Depois que minha terceira filha nasceu, ganhamos Violeta, da Isabel Allende. Devorei o livro e, desde então, entrei numa verdadeira fase Isabel Allende: fui para A Casa dos Espíritos e continuei por outros títulos da autora.

Ao mesmo tempo, sigo estudando gestão, autoconhecimento e desenvolvimento profissional, porque acredito que quem trabalha ensinando também precisa estar sempre aprendendo.

Agora estou lendo Mindset, da Carol Dweck, e uma das ideias que mais tem me feito pensar é a diferença entre a mentalidade fixa e a mentalidade de crescimento.

A mentalidade de crescimento parte da ideia de que nossas habilidades podem ser desenvolvidas. Que não precisamos ser boas em alguma coisa desde o começo. Podemos aprender, melhorar e evoluir.

E talvez essa seja uma das coisas que mais acredito quando penso em professoras de balé infantil:

você não precisa saber tudo para construir um negócio incrível. Mas precisa estar disposta a continuar aprendendo.
Me conta o que você está lendo agora?

Empreender não é sobre trabalhar menos.  É sobre otimizar o seu tempo, aumentar o seu impacto e assumir responsabilidade...
19/08/2026

Empreender não é sobre trabalhar menos.
É sobre otimizar o seu tempo, aumentar o seu impacto e assumir responsabilidades diferentes.

Quando engravidei pela primeira vez, eu dava muitas aulas por semana. E tinha pânico só de pensar em me separar da minha filha.

Não fazia sentido, para mim, passar o dia cuidando dos filhos de outras pessoas enquanto a minha era cuidada por outra pessoa.

Ao mesmo tempo, entrar no mercado de trabalho e perceber que, cada vez mais, eu não tinha tempo nem para fazer uma aula de dança por semana era muito frustrante.

Foi quando eu entendi que existia uma outra possibilidade.

Eu poderia continuar trabalhando com balé infantil, sem precisar ser a pessoa que dá todas as aulas do meu próprio projeto.

E, melhor ainda, poderia construir um negócio mais lucrativo a partir disso.

De repente, eu comecei a enxergar possibilidades que antes nem existiam para mim.

Hoje, quando olho para trás, vejo que aquela decisão mudou completamente a forma como eu trabalho, empreendo e vivo a minha profissão.

Separei aqui alguns momentos especiais dessa trajetória. 🤍

E talvez o mais importante seja isso: você não precisa abandonar o balé para construir um negócio. Você precisa aprender a construir um negócio a partir do balé.

Esses pezinhos me fizeram lembrar de uma pergunta que começou a me acompanhar há muitos anos:Que dança faz sentido ensin...
17/06/2026

Esses pezinhos me fizeram lembrar de uma pergunta que começou a me acompanhar há muitos anos:

Que dança faz sentido ensinar para as crianças? Como o balé pode apoiar o desenvolvimento delas para além dos passos?

Foi dando aula para as crianças pequenas que percebi algo que nunca mais saiu de mim: elas experimentam, tentam de novo, inventam caminhos. Não estão preocupadas em acertar o tempo todo.

O curioso é que eu demorei muito para colocar isso em prática.

Só recentemente comecei a me sentir tranquila para errar na aula, não saber e experimentar sem precisar fazer tudo perfeitamente.

Talvez por isso eu esteja revendo tantas coisas agora.

Acho que esse foi um dos maiores presentes que as crianças me deram: lembrar que ainda é possível mudar de ideia, criar novos caminhos e inventar outros jeitos de dançar a própria história. 🩰✨

Por muitos anos, eu vivi correndo de uma aula para outra.Amo o balé, mas houve um tempo em que eu já não tinha tempo nem...
16/06/2026

Por muitos anos, eu vivi correndo de uma aula para outra.

Amo o balé, mas houve um tempo em que eu já não tinha tempo nem para dançar.

Entre escolas, turmas, apresentações e a correria do dia a dia, fui aprendendo, na prática, a transformar meu trabalho em um negócio que não dependesse apenas da hora-aula.

Hoje, uma das coisas que mais valorizo é poder voltar a fazer aulas, estudar e viver a dança de outra forma.

E foi por isso que decidi começar um novo projeto.

Quero ajudar professoras de dança que também sonham em construir uma carreira mais sustentável, com mais liberdade, previsibilidade e leveza, sem precisar abrir uma grande academia e sem deixar de amar o que fazem.

Se você é professora de dança e sente que está sobrevivendo na correria, me manda uma mensagem ou comenta “quero”.

Talvez essa conversa seja para você.🌷🩰

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22261-090

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Terça-feira 09:00 - 19:30
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