Lila Teatral - Brincar de Criar

Lila Teatral - Brincar de Criar Lila quer dizer "brincar de criar". Inspirada por este significado nasceu o Lila Teatral com oficinas Duas palavrinhas...
Olá, meu nome é Olívia Cosendey!

Nas linhas que seguem vou esclarecer, a quem possa interessar, a trajetória que me trouxe até aqui. Com base na minha experiência como pedagoga e atriz criei este projeto, que aplico em escolas e centros culturais, o Lila Teatral. Lila Teatral é o nosso nome, a nossa identidade, o nosso grupo. (meu e dos meus alunos)

Foi na observação da infância que tudo começou e na compreensão de que esta fase da vida é terreno fértil para o ensino da arte teatral. As crianças já vivem constantemente em estado de "faz-de-conta", quando brincam: vivem personagens, transformam vassouras em aeronaves, caixas de papelão em verdadeiras fortalezas...

O meu trabalho é fazer passar da brincadeira de "faz-de-conta" para o jogo teatral, com outras regras, outras necessidades, outros sentidos, mesmo sem deixar de ser divertido. Nas oficinas de trabalho teatral vamos experimentar! Vestir cores e personagens, usar máscaras, pintar o rosto, fazer bonecos, imitar e criar! Descobrir-se, colocar-se a prova, sentir o sabor, superar os medos... o objetivo é o autoconhecimento. E quem sabe, deixar-se levar pelo zum-zum da mosquinha azul do teatro?? Aí, é pra sempre...

Já trabalhei como professora e tive boas experiências com os índios, pnes e os pequenos da educação infantil. Ainda hoje trabalho com eles. Dedicava-me em paralelo a vida de atriz... Então, pensei em juntar estes dois caminhos que juntos resultaram no Lila Teatral. Ficam aqui minhas duas palavrinhas e espero que tenham servido para esclarecer-lhes sobre o meu mais profundo desejo: o de tornar este mundo mais artístico, mais bonito e bom pra se viver. Olívia Cosendey (Artista-educadora, pedagoga, atriz e contadora de histórias)

11/11/2020
09/10/2020

Lançamento hoje no SESC Pinheiros às 17h!

Para a “Semana Tom Zé”, o SESC me pediu um trabalho infantil. Depois de boiar algum tempo, me lembrei de que há 30 anos compus músicas para uma fábula de Elifas Andreato.
Por felicidade, ele tinha a fita que na ocasião seus filhos levaram para a escola; todos os pequenos aprenderam a cantar as músicas; cantavam diariamente.
Foi o disco gravado com mais rapidez na história: um mês. Paulinho Lepetit, de um lado, grava percussão e sopros e Tom Zé e Daniel Maia, com as cantoras Luanda e Andreia Dias, gravam os vocais em outro estúdio. Jarbas Mariz participa da percussão e faz também vocais. Conseguimos entregar no prazo, que a fábrica também cumpriu.
A fábula do Elifas conta uma história que envolve o abecedário. Num transtorno, o A desaparece da Cidade das Letras e sua ausência provoca muita confusão. O G, por exemplo, faz uma mágica e traz estrelas do céu para substituir o A. Não dá muito certo. O S, prepotente, aproveita para defender a tese do “silêncio”. Dá quase uma revolução: imagine só, um abecedário mudo! A reação das outras letras é exemplar e finalmente, numa aventura que envolve uma viagem às estrelas, as letras se arriscam em busca do querido amigo A.
O périplo é cheio de contratempos e dificuldades, como tanto gostam as crianças, até que o precioso parceiro A é encontrado, amarrado num pau de sebo por um inimigo.
Antes, aparece também a Maior Palavra do Mundo, gorducha e grandona, chegando a tomar o espaço das outras letras.
E mais não conto, pra vocês ouvirem.

30/06/2020

Endereço

Rio De Janeiro, RJ

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