28/01/2021
Uma breve história para ilustrar como costumamos nos enganar ou restringir nosso campo de visão mental:
Quarta a noite, decido que vou subir de bicicleta aquela estrada com uma baita inclinação. São pouco mais de 4km, só subindo.Mente: "é isso mesmo? bem, vamos devagar, cedo, sem ninguém por perto,...vai até onde der e volta, ou desce e empurra...ih, aquelas 2 inclinações...e se a pressão baixar...ainda tem...mas posso...e se..." memórias despertam flashes emocionais, sentimentos de apreensão e excitação, corpo se altera.
Dia seguinte, acordo antes do despertador, já está tudo arrumado para não dar tempo de pensar muito, criar desculpa. Conforme o planejado, vou me poupando e subindo. Mente muda de status (atenção nesse ponto q é bem importante!), corpo responde. Chego! Alegria, satisfação e confiança.Corpo relaxa.
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Esse circuito cognitivo emocional aplica-se a qualquer evento em que buscamos prever o porvir, montar estratégias, saídas, marcar posições...e, ainda assim, nos equivocarmos.
Compreender q nossas referências partem de uma base de dados pessoal inacabada e enviesada é o primeiro ponto.
O segundo são as condições do momento.
O terceiro é o espaço aberto, o vão onde podemos nos descolar da mente falante, sem anular, e observar atentamente o que vai se apresentando, interna e externamente: mudança de status!