16/06/2026
Durante a atividade com o jogo de equilíbrio, no atendimento psicopedagógico, sendo estimuladas habilidades relacionadas às funções executivas, como controle inibitório, planejamento, memória de trabalho, flexibilidade cognitiva...
Controle inibitório: a criança precisou controlar o impulso de utilizar as duas mãos ou retirar a peça rapidamente, respeitando a regra do jogo e executando o movimento de forma planejada.
Atenção sustentada: manutenção do foco durante toda a atividade para observar a estrutura e identificar a melhor peça a ser retirada.
Planejamento: necessidade de antecipar as consequências de cada ação antes de movimentar a peça.
Flexibilidade cognitiva: adaptação das estratégias conforme a torre ficava mais instável e as condições do jogo mudavam.
Memória de trabalho: utilização das informações observadas anteriormente para decidir quais peças seriam mais seguras para remover.
Resolução de problemas: análise constante da estrutura para encontrar soluções que evitassem a queda da torre.
Tomada de decisão: escolha da peça mais adequada entre várias possibilidades.
Monitoramento e autocorreção: observação dos próprios movimentos, ajustando a força, a velocidade e a direção durante a retirada da peça.
Coordenação motora fina: controle preciso dos ovimentos das mãos e dos dedos.
Coordenação óculo manual: integração entre o que a criança observava visualmente e a execução do movimento.
Percepção visual e espacial: análise do posicionamento das peças, dos espaços vazios e do equilíbrio da torre.
Tolerância à frustração: manejo das emoções diante do risco de queda da estrutura ou de erros durante a atividade.
Persistência e autorregulação: manutenção do engajamento e do esforço mesmo diante de desafios crescentes.