16/05/2022
Alessandra, grande parceira!
Não faltavam ideias, sabedoria nem disposição. Trabalhou conosco na Pesquisa TransUERJ, de onde ela derivou dois lindos cursos de formação política para pessoas trans e um Instituto.
Difícil acreditar na morte dela. Difícil pensar que não existirão outros projetos.
Fiquemos com as boas lembranças e a repercussão da força dela em nós.
Alessandra, você é insubsitutível!
16/05/2022
Alessandra, grande parceira! Não faltavam ideias, sabedoria nem disposição. Trabalhou conosco na Pesquisa TransUERJ, de onde ela derivou dois lindos cursos de formação política para pessoas trans e um Instituto. Difícil acreditar na morte dela. Difícil pensar que não existirão outros projetos. Fiquemos com as boas lembranças e a repercussão da força dela em nós. Alessandra, você é insubsitutível!
31/03/2021
Dia internacional da visibilidade trans 31 de março
Criado nos Estados Unidos e comemorado desde 31 de março de 2009, o Dia Internacional de Visibilidade Trans é uma forma de dar visibilidade positiva às contribuições de pessoas trans para a luta LGBTI e para toda a sociedade como um todo e, também como forma de protesto ao fato de que a única data comemorativa conhecida pela comunidade trans era o Dia Da Memória Trans (20 de novembro) que se restringia a lembrar dos assassinatos e crimes cometidos contra pessoas trans mundialmente. O pensamento era que precisávamos de uma data para celebrar os vivos, aquelas pessoas trans que, através de sua contribuição auxiliam a fortalecer a cidadania e os direitos dessa população em todo o mundo.
Embora no Brasil, comemoramos o Dia Nacional da Visibilidade Trans em 29 de Janeiro, e, ao contrário do que se pensa, sendo precursores em reconhecer a necessidade de dar visibilidade às lutas trans desde 2004, achamos profundamente importante se unir a vozes em todo o mundo que lutam por mais oportunidades e reconhecimentos para pessoas transgêneras, sejam elas travestis, transse***is, pessoas não binárias e dar reconhecimento a suas vozes e a luta pela emancipação humana!
Por isso Convidamos todos a se expressar usando hashtags como e se unir a vozes em todo o mundo na celebração da diversidade, liberdade e direitos de pessoas trans. Lembre-se de seus nomes e de quanto contribuem para tornar o planeta terra um lugar melhor para todos.
22/03/2021
LIVE “22 ANOS DA RESOLUÇÃO 01/99: A
PSICOLOGIA EM DEFESA DA DESPATOLOGIZAÇÃO
DAS IDENTIDADES DE GÊNERO E SEXUALIDADE” É TEMA NO DIA 22 DE MARÇO
O Conselho Regional de Psicologia do Rio de Janeiro realizará a live “22 anos da
Resolução 01/99: a Psicologia em defesa da despatologização das identidades de gênero e
sexualidade no dia 22 de março, próxima segunda-feira, às 19h.
O objetivo do evento digital é falar sobre a importância da Resolução CFP n° 01/99, que proíbe psicólogas (os) de
desenvolverem práticas de reversão sexual, a chamada “cura gay”.
A resolução foi um
marco para a Psicologia brasileira ao estabelecer, em 1999, que a homossexualidade não
constitui doença, distúrbio ou perversão.
Além disso, será discutido o que vem sendo feito pela Psicologia para legitimar e garantir os direitos da população LGBTI,
especialmente em um país que está na liderança mundial de crimes contra minorias
se***is.
A live será transmitida pelo Facebook (acesse facebook.com/crprj/live) e pelo Youtube do
CRP-RJ (acesse youtube.com/realcrprj). Não será necessária inscrição.
Convidados:
Pedro Paulo Gastalho de Bicalho (CRP 05/26077) – Conselheiro presidente do CRP-RJ;
professor do Instituto de Psicologia da UFRJ.
Céu Cavalcanti (CRP 05/57816) – Conselheira e coordenadora da Comissão Regional de
Direitos Humanos do CRP-RJ.
Mediador:
Leonardo Miranda (CRP 05/36950) – Conselheiro do CRP-RJ; professor, mestre e doutor
em Psicanálise.
17/03/2021
Com o objetivo de tornar os dados da Pesquisa TransUERJ subsídios concretos na busca da elaboração e efetivação de políticas públicas que garantam os Direitos Humanos das pessoas trans e travestis que habitam o Rio de Janeiro, compartilhamos uma compilação de dados da pesquisa que temos divulgado e que acreditamos serem relevantes para tal propósito.
O relatório completo você encontra no link: https://drive.google.com/file/d/1MTZ666Qap4yI2WDE_v3qNf_YLJNG7g03/view
Que o conhecimento crítico, cuidadoso e construído coletivamente se espalhe!
***r
16/03/2021
Com o objetivo de tornar os dados da Pesquisa TransUERJ subsídios concretos na busca da elaboração e efetivação de políticas públicas que garantam os Direitos Humanos das pessoas trans e travestis que habitam o Rio de Janeiro, compartilhamos uma compilação de dados que temos divulgado e que acreditamos serem relevantes para tal propósito. Que o conhecimento crítico, cuidadoso e construído coletivamente se espalhe!
Pesquisa TransUERJ.pdf
29/01/2021
"A transfobia estrutural e o cissexismo naturalizam o apagamento de pessoas trans e travestis de maneira determinante. Visibilizar as demandas e respeitar as especificidades e subjetividades das experiências trans é uma forma de não compactuar com as violências e preconceitos que pessoas trans passam. Socializar e se relacionar com pessoas trans, agir de maneira comum ao ver uma pessoa trans, impedir a violência quando presenciar agressões a pessoas trans são atitudes e ações que devem ser consideradas para que haja empatia e respeito".
No dia 29 de janeiro de 2004, a Associação Nacional de Travestis e Transe***is (ANTRA) e o Programa Nacional de DST/AIDS, lançaram a campanha “Travesti e Respeito: já está na hora dos dois serem vistos juntos”, no congresso nacional.
Desde então, a data ficou marcada como o Dia da Visibilidade
Ao longo desses 7 anos, a comunidade de travestis e transe***is celebrou muitas conquistas, como a legalização do nome social, a regulamentação do processo transsexualizador e a retificação civil nos documentos emitidos em cartório.
Acontece que o Brasil é o país que mais assassina travestis e transe***is no mundo*. É um ódio tão naturalizado que, apesar de todas as conquistas da comunidade, o dia 29 de janeiro é muito mais um dia de luta e de alerta do que de comemoração.
Em texto para o portal do Sesc SP, o ativista Leonardo Morjan Britto Peçanha traça um panorama sobre a realidade das pessoas trans no Brasil e dá uma verdadeira aula para quem ainda precisa entender essa luta. Leia o texto completo em tinyurl.com/visitbilidadetrans-sescsp
*Fonte: Dossiê dos ASSASSINATOS e da violência contra pessoas TRANS (ANTRA, 2019).