Canal Saúde

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23/01/2020

A Epidermólise Bolhosa é uma doença genética e hereditária rara, que provoca a formação de bolhas na pele por conta de mínimos atritos ou traumas e se manifesta já no nascimento. As crianças com Epidermólise Bolhosa são conhecidas como “Crianças Borboletas”, porque a pele se assemelha às asas de uma borboleta devido à fragilidade provocada pela alteração nas proteínas responsáveis pela união das camadas da pele.

A Epidermólise Bolhosa afeta tanto homens quanto mulheres e pode acontecer em todas as etnias e faixas etárias. Isolamentos sociais devido ao receio das pessoas com a doença sofrerem mais traumas e limitações são normais. É comum também que a Epidermólise Bolhosa provoque dor e afete a vida cotidiana física e emocional dos pacientes. Estima-se que cerca de 500 mil pessoas em todo o mundo tenham a doença. No Brasil, segundo a Associação DEBRA, são 802 pessoas diagnosticadas com EB. Nos últimos cinco anos foram registradas 121 mortes por complicações da Epidermólise Bolhosa.

A doença não tem cura e não é transmissível. A confirmação do diagnóstico da Epidermólise Bolhosa acontece basicamente por biópsia da pele e imunofluorescência direta.

Ao longo dos últimos meses, o Ministério da Saúde identificou a necessidade de organizar e aprimorar a linha de cuidado hoje disponível para atender os pacientes com epidermólise bolhosa nos serviços públicos .

Epidermólise Bolhosa: o que é, características, tratamento e cuidados.

Quais são as características da Epidermólise Bolhosa?

Existem mais de 30 tipos da Epidermólise Bolhosa, mas os quatro principais são:

Epidermólise Bolhosa Simples (EBS) - Formação da bolha é superficial e não deixa cicatrizes. O surgimento das bolhas diminui com a idade.
Epidermólise Bolhosa Juncional (EBJ) - As bolhas são profundas, acometem a maior parte da superfície corporal e o óbito pode ocorrer antes do primeiro ano de vida. Uma vez controladas as complicações, a doença tende melhorar com a idade.
Epidermólise Bolhosa Distrófica (EBD) - As bolhas também são profundas e se formam entre a derme e a epiderme, o que leva a cicatrizes e muitas vezes perda da função do membro. É a forma que deixa mais sequelas.
Síndrome de Kindler – É uma mistura das outras formas anteriores e a bolha se forma entre a epiderme e a derme. Apresenta bolhas, sensibilidade ao sol, atrofia de pele, inflamação no intestino e estenose de mucosas.

Como é feito o tratamento da Epidermólise Bolhosa?

A Epidermólise Bolhosa envolve múltiplos órgãos e sistemas do corpo humano. Com o tratamento e acompanhamento profissional adequados, é possível prever e até evitar complicações. Por isso, o tratamento é multiprofissional e envolve neonatologistas e intensivistas, pediatras, dermatopediatras e dermatologistas, geneticistas, patologistas, otorrinolaringologistas, oftalmologistas, dentistas, ortodentistas, especialistas em dor, neurologistas, psicólogos, fonoaudiólogos e ortopedistas. Outros especialistas também podem participar da equipe, de acordo com cada caso.

Epidermólise Bolhosa - crianças borboletasApesar de ser uma doença rara e grave, se houver diagnóstico precoce e o acompanhamento adequado, os pacientes podem ter uma vida e participar das atividades diárias com menos restrições. Eles podem ir à escola, brincar, ir à praia e praticar esportes de forma supervisionada e adaptada. Com o crescimento da criança e cuidado com os traumas, o surgimento das bolhas pode diminuir com a idade.

Existem diferentes curativos especiais para o tratamento das feridas provocadas pela doença disponíveis no Sistema Único de Saúde (SUS). O Ministério da Saúde também oferta quatro tipos de procedimentos:

Tratamento intensivo de paciente em reabilitação física.
Tratamento de outras malformações congênitas.
Tratamento de grande queimado.
Avaliação clínica para diagnóstico de doenças raras.

Quais cuidados com os recém-nascidos com Epidermólise Bolhosa?

Bebês com ausência congênita de pele, formação de bolhas ou fragilidade na pele devem ser encaminhados ao centro de doenças raras para diagnóstico o mais rápido possível. Logo após o nascimento, muitos procedimentos realizados na maternidade podem traumatizar e ocasionar lesões na pele e mucosas dos bebês portadores de Epidermólise Bolhosa.

Deve-se evitar a aspiração da nasofaringe e também evitar a utilização de incubadoras (a menos que seja extremamente necessário), pois o calor e a umidade podem aumentar o número de bolhas nos pacientes portadores de Epidermólise Bolhosa e agravar o quadro clínico.

O que é o protocolo de cuidados da Epidermólise Bolhosa?

Ao longo dos últimos meses, o Ministério da Saúde identificou a necessidade de organizar e aprimorar a linha de cuidado hoje disponível para atender os pacientes com epidermólise bolhosa nos serviços públicos de saúde. Para isso, a pasta reuniu as organizações de pacientes e as sociedades médicas especializadas, para extrair quais seriam as principais recomendações para atender esses pacientes, desde o diagnóstico precoce até as opções terapêuticas e os curativos atualmente mais indicados para lidar com as complexidades da doença. O material é destinado aos profissionais de saúde para que o diagnóstico seja dado em menor tempo possível para minimizar a dor e evitar desfechos desfavoráveis, como infecção evoluindo para óbito.

No período de 12 a 31 de outubro estará disponível a consulta pública para a consolidação do Protocolo de Cuidados da Pessoa com Epidermólise Bolhosa. Toda a sociedade poderá contribuir com sugestões e críticas em relação ao texto do documento, que traz critérios para o diagnóstico, tratamento, acompanhamento e organiza a linha de cuidado dessa doença nas unidades de saúde do SUS. A medida vem ao encontro do pleito de pacientes e familiares, que enfrentam dificuldades para ter o diagnóstico da doença, resultando na demora do início do tratamento, e maior sofrimento.

20/01/2020

TRÊS MORTES CONFIRMADAS NA CHINA; afinal, que tipo de vírus é esse?

Mais de 200 pessoas foram infectadas por um tipo mutante de Coronavírus, segundo autoridades sanitárias chinesas. Todos apresentaram sintomas descritos para pneumonia: febre e fadiga, acompanhados de tosse seca e dispneia. Há o risco de exacerbação da doença para SDRA (Síndrome do Desconforto Respiratório Agudo do Adulto), potencialmente fatal.

Acredita-se que o vírus tenha se originado em um mercado de frutos do mar em Wuhan, na China. No último domingo (19), a força-tarefa da Comissão Nacional de Saúde chinesa emitiu um alerta sobre a transmissão entre humanos, provocando intensa fiscalização aeroportuária em todo o mundo.

25/12/2019

Luxação grave do tornozelo aberto após um acidente de quadriciclo, que virou para trás ao subir uma colina.

Segundo a equipe, ele conseguiu mexer os dedos dos pés. Após a cirurgia para reduzir e reconstruir o tornozelo, ele se recuperou rapidamente. Três meses após a recuperação, ele conseguiu andar e seis meses depois conseguiu correr.

As luxações abertas do tornozelo geralmente são resultado de um trauma grave. As forças são colocadas no tornozelo que causam a fratura dos ossos ou o rompimento dos ligamentos, resultando em lesão por deslocamento.

O tornozelo é uma articulação inerentemente estável e a direção da luxação depende da posição do pé e de onde a força surge. Mais comumente, um tornozelo deslocado está associado a fraturas das extremidades distais da tíbia e da fíbula (chamadas maléolo) em associação com danos aos ligamentos que ajudam a apoiar a articulação do tornozelo. Entorses anteriores do tornozelo, hipoplasia malleolar medial, fraqueza dos músculos fibulares e frouxidão ligamentar são fatores predisponentes para a luxação.

"PARABÉNS A EQUIPE MÉDICA"
👏👏👏


24/12/2019
09/12/2019

é uma doença parasitária causada pelo verme nematoda (cilíndrico e alongado) Ascaris lumbricoides, denominado popularmente lombriga. As são assintomáticas em mais de 85% dos casos, especialmente se o número de vermes for muito pequeno.

Ocasionalmente, a infecção também pode ocorrer por suum, proveniente da carne suína.
As pessoas adquirem a infecção ao engolir ovos do nematódeo, geralmente nos alimentos.
Ao contrair a infecção pela primeira vez, as pessoas podem não apresentar sintomas ou podem desenvolver febre, tosse, respiração sibilante, dores abdominais, enjoo e vômito.
Crianças com infecção maciça crônica podem não crescer normalmente, ou os vermes podem bloquear o intestino ou o duto biliar, resultando em dor intensa e vômitos.
Os médicos geralmente fazem o diagnóstico da infecção através da identificação dos ovos ou dos vermes em uma amostra de fezes.
As pessoas são tratadas com medicamentos antiparasitários, como albendazol.
A ascaridíase é a infecção por nematódeos mais comum em pessoas, aparecendo em cerca de 800 milhões de pessoas em todo o mundo. .
Cerca de 2.000 pessoas infectadas (em sua maioria crianças) podem morrer todos os anos porque os vermes bloqueiam o intestino ou os dutos biliares (tubos que ligam o fígado e a vesícula biliar ao intestino delgado).

04/11/2019

HEPATITE B

A hepatite B é uma doença causada por vírus e que acarreta inflamação do fígado. Entre as hepatites temos as causadas pelos vírus A, B, C, D e E.

Causada pelo vírus B (HBV), a hepatite do tipo B é uma doença infecciosa, também chamada de soro-homóloga. Como o HBV está presente no sangue, no es***ma e no leite materno, a hepatite B é considerada uma infecção sexualmente transmissível.

TIPOS

A hepatite B apresenta duas fases evolutivas:

1. FASE AGUDA
A fase aguda da infecção de hepatite B pode durar até seis meses. Seu sistema imunológico provavelmente é capaz de defender-se contra a hepatite B aguda e você deve se recuperar completamente dentro destes seis meses. A maioria das pessoas adultas que se contaminam pelo vírus hepatite B não desenvolvem sintomas na fase aguda da doença. A incapacidade da eliminação do vírus HBV nestes seis meses leva o paciente para a fase crônica da doença.

2.FASE CRÔNICA
A fase crônica da doença pode durar anos ou a vida toda do indivíduo que não conseguiu eliminar o HBV nos seis meses iniciais da doença. Isso ocorre quando o sistema imunológico do paciente não consegue combater a infecção. A cronicidade da doença pode levar à cirrose do fígado e ao câncer de fígado (hepatocarcinoma).

O risco de a doença tornar-se crônica depende da idade na qual ocorre a contaminação. As crianças são as mais afetadas. Naquelas com menos de um ano, esse risco chega a 90%; entre um e cinco anos, varia entre 20% e 50%. Em adultos, o índice cai para 5% a 10%.

CAUSAS

A hepatite B é causada pelo vírus B (chamado também de VHB). Uma vez dentro do organismo humano, o vírus ataca os hepatócitos as células do fígado e começa a se multiplicar, levando à inflamação do órgão.

TRANSMISSÃO

As formas de transmissão do vírus B são: sexual, sanguínea e vertical (de mãe para filho durante a gestação-parto e amamentação).

A hepatite B é considerada uma infecção sexualmente transmissível (IST), pois pode ser transmitida de pessoa a pessoa por meio do contato com sêmen, saliva e secreções vaginais durante relação sexual desprotegida. Isso acontece porque o vírus atinge concentrações muito altas em secreções se***is.

A transmissão sanguínea ocorre por meio do compartilhamento de seringas com sangue contaminado, que é uma prática comum entre usuários de dr**as injetáveis, em acidentes com material perfurante contaminado, entre trabalhadores da área da saúde, por meio de pequenos ferimentos presentes na pele e nas mucosas, hemodiálise, por transfusão de sangue (quando a contaminação acontece do doador de sangue para o receptor). Felizmente, desde que a avaliação de sangue doado tornou-se uma prática obrigatória nos bancos de sangue, a contaminação de hepatite B por meio de transfusão é cada vez mais rara.

A transmissão vertical é quando a contaminação acontece de mãe portadora do vírus B para a criança, que se dá durante o parto.

FATORES DE RISCO

Existem diversos fatores que podem aumentar o risco de contrair a hepatite B, como:
- Ter relações se***is desprotegidas com vários parceiros, pois tem maior chance de algum ser portador do vírus sem saber
- Ter sido diagnosticado com outra doença sexualmente transmissível, como gonorreia e clamídia
- Compartilhar seringas durante aplicação de dr**as injetáveis
- Trabalhar em áreas de saúde, com exposição a sangue
- Viajar para regiões em que há altos índices de infecção por VHB, como África, sudoeste e região central da Ásia e Leste Europeu.

SINAIS E SINTOMAS

Geralmente, os sintomas de hepatite B surgem cerca de 40 dias depois do contato com o vírus, e sua intensidade varia de pessoa para pessoa. Confira os principais sintomas da doença:
- Dor abdominal
- Urina escura
- Febre
- Dor nas articulações
- Perda de apetite
- Náusea e vômitos
- Fraqueza e fadiga
- Amarelamento da pele (icterícia).

Os sintomas vão melhorando aos poucos, geralmente duram alguns dias e desaparecem, essa fase inicial com sintomas e com alteração dos exames de sangue é chamada de fase aguda da doença (hepatite aguda). Nessa fase o seu sistema imunológico consegue combater o vírus facilmente e o prognóstico é dos melhores, com recuperação em poucos meses. Apesar da melhora dos sintomas os exames podem demorar até 6 meses para voltarem ao normal, quando ocorre a cura espontânea da hepatite B.

Porém em cerca de 5 a 10% dos casos o corpo não consegue combater o vírus B, permanecendo com infecção ativa, o que caracteriza a forma crônica da doença, que pode evoluir para problemas mais graves no fígado, a exemplo da cirrose e do câncer.

A maioria das crianças infectadas durante o parto ou até os cinco anos de idade não conseguem eliminar o vírus e apresentam hepatite B crônica.

Além de ser mais grave, a hepatite crônica é também mais traiçoeira, pois pode passar despercebida por décadas. Muitas pessoas não apresentam os sintomas de fase aguda quando entram em contato com o vírus e ele permanece sem causar sintomas, porém causando destruição progressiva do fígado. Quando o diagnóstico finalmente é feito, muitas vezes o paciente já está com complicações graves e com tratamento muito mais difícil.

DIAGNÓSTICO

Especialistas que podem diagnosticar a hepatite B são:
- Clínico geral
- Gastroenterologista
- Hepatologista
- Infectologista
- Imunologista.

Inicialmente se suspeita de hepatite aguda pelos sintomas manifestado pelo paciente, como febre e dor no abdômen. Exames podem indicar que o fígado está pouco aumentado também.

EXAMES

A confirmação do diagnóstico de hepatite é feita por exames de sangue com altos níveis de transaminases, ALT, AST, fosfatase alcalina, gama GT e bilirrubinas. As transaminases elevadas caracterizam o quadro de hepatite aguda, sendo realizados marcadores sorológicos para identificação do tipo de hepatite:
- Anticorpo para o HBsAg (AntiHBs)
- Anticorpos para antígeno da hepatite B (Anti-HBc)
- Anticorpos para antígeno core da hepatite B da classe IgM (Anti-HBc IgM)
- Antígeno de superfície da hepatite B (HBsAg): um resultado positivo significa que a pessoa é portadora do vírus B
- Antígeno de superfície da hepatite E (HBeAg)

TRATAMENTO

Se você sabe que foi infectado pelo vírus VHB, dirija-se ao hospital. Receber uma injeção de imunoglobulina e vacina contra a hepatite B em até 72 horas após o contágio, pode evitar que você desenvolva a doença.
Mas se o diagnóstico já tiver sido feito, é hora de cuidar para que a doença não evolua para complicações mais graves.

1. Fase aguda da Hepatite B
Não tem tratamento específico para esta fase da hepatite B, mas pode tomar medicamentos para reduzir quaisquer sintomas que você venha a sentir enquanto seu sistema imunológico combate o vírus. Para avaliar a evolução e garantir que o vírus foi definitivamente erradicado de seu corpo, o seu médico poderá pedir exames de sangue periódicos.

2. Fase crônica da Hepatite B
Para este caso, é necessário tratamento específico:

- Medicamentos antivirais: o médico recomendará o uso de medicamentos, que combaterão o vírus VHB e que o impedirá de causar maiores danos ao fígado, geralmente usados de forma contínua, uma vez que não se consegue eliminar o vírus

- Nos casos de cirrose avançada pode ser necessária a realização de um transplante de fígado: se o seu fígado foi seriamente danificado pela hepatite B, o transplante pode servir como recurso complementar ao seu tratamento.

Medicamentos para Hepatite B

Somente um médico pode dizer qual o medicamento mais indicado para o seu caso, bem como a dosagem correta e a duração do tratamento. Siga sempre à risca as orientações do seu médico e NUNCA se automedique.

HEPATITE B TEM CURA?

O prognóstico para hepatite B aguda é animador. Em média, somente 1% dos pacientes diagnosticados com hepatite B aguda morrem por causa da doença. Se você tem hepatite B aguda, a doença deverá desaparecer em até, no máximo, seis meses, embora isso costume acontecer antes. Mas cerca de 5-10% das pessoas não melhoram, nem eliminam o vírus, permanecendo com a hepatite, que agora passa a ser chamada de crônica.

Já no caso da hepatite B crônica, o tratamento é recomendável, se feito corretamente, é quase sempre eficaz, ocorre melhora dos exames e inativação do vírus, com menor risco de evoluir para cirrose e câncer de fígado.

COMPLICAÇÕES

Sem tratamento, a hepatite B crônica pode levar a complicações mais graves, como:
- Cirrose, que abre feridas na parte interior do fígado, podendo levar até à sua falência
- Câncer de fígado
- Falência do fígado. Para esses casos, a única alternativa viável é o transplante
- Hepatite D. Alguns pacientes diagnosticados com hepatite B podem apresentar hepatite D associada. Isso acontece porque o vírus causador da hepatite D acomete principalmente pessoas que já sejam portadoras do vírus B. No entanto, o vírus D só costuma aparecer em alguns lugares do mundo, como na região amazônica, por exemplo. Esta associação pode piorar o prognóstico do paciente
- Problemas renais podem surgir caso a hepatite B não seja tratada. Esses problemas podem, eventualmente, levar até à falência múltipla dos rins.

PREVENÇÃO

A melhor maneira de prevenir a hepatite B é através da vacina. A vacina contra a hepatite B é segura e eficaz e geralmente é administrada em 3-4 doses durante um período de 6 meses. Depois de receber as três doses, a vacina contra hepatite B fornece mais de 90% de proteção a bebês, crianças e adultos imunizados antes de serem expostos ao vírus. Todas as crianças devem receber a primeira dose da vacina contra a hepatite B no nascimento e devem completar a série de três vacinas até os seis meses. Jovens menores de 19 anos que não foram vacinados devem atualizar suas vacinas.

Pessoas com alto risco de contaminação, incluindo profissionais da saúde e aqueles que moram com alguém que tem hepatite B precisam se vacinar.

Recém-nascidos cujas mães estão infectadas com hepatite B devem receber uma imunização especial, que inclui imunoglobulina contra hepatite B e vacinação contra hepatite B nas primeiras 72 horas de vida.

A triagem de todo o sangue doado tem reduzido as chances de contaminação por hepatite B na transfusão de sangue. A notificação obrigatória da doença permite que os profissionais da saúde acompanhem pessoas que foram expostas ao vírus. A vacina é dada àqueles que ainda não desenvolveram a doença.

A vacina ou a imunoglobulina contra a hepatite B (HBIG) pode ajudar a prevenir a infecção se aplicada até 72 horas após a exposição.

A vacina contra a hepatite B não é recomendada para pessoas que tiveram reações alérgicas graves a uma dose anterior da vacina contra a hepatite B ou a qualquer parte da vacina. Além disso, não é recomendado para quem é alérgico a levedura porque a levedura é usada ao fazer a vacina. Informe o seu médico se você tem alguma alergia grave. Mas é sempre bom prevenir, então os médicos recomendam que as pessoas:
- Evite o contato sexual desprotegido com uma pessoa que tenha hepatite B aguda ou crônica
- Use pr********vo e pratique s**o seguro
- Evite utilizar objetos pessoais de outros, tais como lâminas de barbear ou escovas de dente
- Não compartilhe seringas de dr**as ou instrumentos de outras dr**as (como canudos para cheirar dr**as). De preferência, não use dr**as. Procure um centro especializado em dependência química e informe-se sobre as melhores opções para livrar-se de vez dos vícios.

O vírus da hepatite B não pode ser transmitido pelo contato casual, como mãos dadas, partilha de talheres ou copos, abraço, tosse ou espirro.

25/09/2019

Um aviso muito importante para aqueles que acordam à noite para ir ao banheiro...
Deve-se ter cuidado com a "LEI DE UM MINUTO E MEIO" que é cientificamente comprovada "AO ACORDAR DE REPENTE" para fazer suas necessidades fisiológicas normalmente, você ouve dizer que alguém "ESTAVA BEM DE SAÚDE E MORREU DE REPENTE DURANTE A NOITE SEM MOTIVO". O motivo mais provável é que quando essa pessoa acordou para ir ao banheiro, ela levantou-se da cama com muita pressa, neste momento, o cérebro precisa de fluxo sanguíneo maior, por ter repousado, causando um estado de desmaio aí o acidente vascular cerebral acontece...
Neste caso, recomenda-se aprender a "LEI DO UM MINUTO E MEIO" que pode "SALVAR SUA VIDA"...
Quando você acordar para ir ao banheiro, você deve primeiro: "FICAR DEITADO POR 30 SEGUNDOS APÓS ACORDAR" e depois "SENTAR-SE NA CAMA POR MAIS 30 SEGUNDOS", abaixar as pernas calmamente e "SENTAR-SE NA EXTREMIDADE DA CAMA POR MAIS 30 SEGUNDOS" e só depois levantar-se para ir ao banheiro.
Com estas etapas as chances são gigantescas para sobreviver a um AVC súbito, independentemente da idade...
Compartilhe com todos os seus FAMILIARES E AMIGOS. Lembre-se que você pode salvar a sua e a vida de muitas pessoas compartilhando essa informação...

PREVENÇÃO É MELHOR QUE CURA*

PRESSÃO
ARTERIAL

▶120/80 Normal
▶130/85 Normal
(Requer Controle)
▶140/90 Alta
▶150/95 Muito Alta

Batimento Cardíaco por Minuto
🔺72 bpm (padrão)
🔺60 a 80 bpm (Normal)
🔺40 a 180 bpm (anormal)
-----------------

TEMPERATURA
Graus Celsius
🔺36' à 36.7'
Temp. Normal
🔺37.3' à 37.8'
Febril/Atenção
🔺37.8' acima
Febre/Grave

-----------------

Compatibilidade de grupos sanguíneos

Qual é o teu tipo sanguíneo e quão comum é ?

O+ (1 em cada 3)
A+ (1 em cada 3)
B+ (1 em cada12)
AB+ (1 em cada 29)
O- (1 em cada15)
A- (1 em cada 16)
B- (1 em cada 67)
AB- (1 em cada 167)

Efeito da água
sobre o organismo
Sabemos que a água é importante mas você nunca soube o horário correto para beber!

Você sabia ?
Beber água no horário correto maximiza a efetividade do corpo humano;

1 copo de água depois de acordar, ajuda a ativar os órgãos internos...

1 copo de água 30 minutos antes da refeição ajuda a digestão.

1 copo de água antes de tomar banho ajuda a baixar a pressão arterial.

1 copo de água
antes de dormir evita AVC ou ataque do coração.

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