Fotos com as mamães do Pré I e II 💕💛❤️💙
Creche Maria Eduarda
Berçario I ao Maternal II
Fotos com as mamães do Maternal II 💕💛❤️💙
Fotos com as mamães do Maternal I 💕💛❤️💙
Fotos com as mamães do Berçário I 💕💛❤️💙
Na educação infantil, aprendemos desde cedo sobre respeito, cooperação e o papel de cada pessoa na sociedade. Brincando e explorando, as crianças descobrem que, no futuro, podem ser o que quiserem — sempre com dedicação e amor ❤️
Maternal 2 e Pré descobrindo possibilidades.
A pesca, para muitos povos indígenas, é muito mais do que uma forma de alimentação — é um saber ancestral que envolve respeito, equilíbrio e conexão com a natureza. 🎣🌿
Realizada com técnicas tradicionais, como o uso de redes, armadilhas e até o conhecimento dos ciclos dos rios, a pesca indígena valoriza o tempo da natureza e evita excessos, garantindo a preservação dos recursos.
Cada prática carrega ensinamentos sobre coletividade, sustentabilidade e cuidado com o território. Pescar é também observar, aprender e honrar tudo o que a natureza oferece.
Reconhecer esses saberes é valorizar culturas que vivem em harmonia com o meio ambiente.
A argila, tão simples à primeira vista, é um elemento sagrado em muitas culturas indígenas. 🏺🌿
Da terra vêm os saberes que moldam potes, utensílios e peças que fazem parte do cotidiano — e também dos rituais. Cada criação carrega técnica, paciência e uma profunda conexão com a natureza.
Mais do que um material, a argila representa transformação: nas mãos dos povos indígenas, ela ganha forma, função e significado, mantendo vivas tradições passadas de geração em geração.
Valorizar o uso da argila é reconhecer a força dos saberes ancestrais e o respeito por tudo que vem da terra.
A pintura com elementos naturais é uma das formas mais bonitas de expressão dos povos indígenas. 🌿🎨
Feitas com tintas extraídas de sementes, frutos, argilas e plantas, essas pinturas vão muito além da estética. Cada traço, cor e símbolo carrega significados profundos — identidade, pertencimento, proteção e conexão com a natureza.
Os grafismos contam histórias, marcam momentos importantes. É arte viva, que respeita os ciclos da terra e valoriza os saberes ancestrais.
Reconhecer essa prática é valorizar culturas que mantêm viva uma relação de equilíbrio e respeito com a natureza.
Muito antes de se tornar uma brincadeira popular nas praias e parques, a peteca já fazia parte da vida dos povos indígenas do Brasil. 🪶
Criada a partir de materiais naturais como palha, folhas e p***s, a peteca não era ap***s um jogo — era uma expressão cultural, uma forma de celebrar a coletividade, a habilidade e o movimento do corpo em harmonia com a natureza.
Mais do que manter o objeto no ar, a prática envolvia resistência, coordenação e espírito de grupo. Cada toque carregava tradição, história e identidade.
Valorizar a peteca é reconhecer a riqueza dos saberes indígenas e a influência viva dessas culturas no nosso cotidiano.
27/03/2025
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26/03/2025
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